A importância dos avós na vida dos netos.

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Os especialistas concordam. De acordo com Rita Calegari, psicóloga do Hospital São Camilo (SP), a participação deles na criação dos netos, quando possível, pode trazer uma série de benefícios a todos os envolvidos. Os pais têm com quem dividir a tarefa de cuidar, as crianças são expostas a um círculo familiar maior, e os avós têm sabedoria e experiência reconhecidas socialmente. “A criança se enriquece muito com esse contato, já que recebe mais estímulos, amplia seu repertório e aprende a conviver em um ambiente distinto com pessoas diferentes. Os avós também. Hoje, o ‘velho’ está ligado a algo pejorativo graças ao mundo de consumo em que estamos inseridos. O que é ‘velho’ tem que ser descartado. Para os avós, então, ter a responsabilidade de cuidar de uma criança é sinônimo de valorização social. A experiência dele é importante ali. Ele tem papel utilitarista, está ajudando outras pessoas, e isso dá sentido à sua vida”, diz.


Autora do Livro dos avós – Na casa dos avós é sempre domingo? (Ed. Artemeios), a também psicóloga Lidia Aratangy destaca ainda outro importante papel. “Tenho nove netos e sou nove avós. Com um neto, o forte do vínculo é a cumplicidade, para outros sou principalmente conselheira, o outro é meu companheiro de futebol, e por aí vai. Mas qualquer que seja a função, os avós têm sempre a característica de serem depositários da história da família. E pesquisas comprovam que o equilíbrio emocional depende também de a criança conhecer sua história, saber de onde ela vem”, conta.


Educadores ou comparsas? 


Quem nunca aprontou alguma peça e recebeu cobertura dos avós? Ou comeu um chocolate a mais e não foi julgado por causa disso? Por essas e outras, a cumplicidade é a relação mais natural existente entre avós e netos. É preciso, porém, ter cuidado e saber a hora de colocar limites, especialmente com aqueles que participam diariamente do cotidiano dos netos. “Nesses casos, a criança não pode achar que todo dia é dia de festa só porque ela está com os avós. Ela terá que seguir algumas regras para não comprometer sua saúde física e mental”, explica Rita.


Os novos perfis 


Pare um minuto para pensar e responda: quantos avós “tradicionais” (como a avó citada no início desta reportagem) você conhece? Eles ainda podem ser vistos por aí, mas a imagem de velhinho frágil, delicado e de cabelos brancos parece estar cada vez mais afastada do nosso cotidiano. Hoje, avôs que praticam esportes com os netos e avós que saem para jantar e passear com as netas, por exemplo, são figuras bastante comuns nas cidades – e todos saem ganhando com isso. “Pessoas mais saudáveis estabelecem vínculos mais saudáveis, e repertórios mais amplos permitem uma variabilidade maior de interesses. Esses ‘novos’ avós e netos têm, nesse sentido, mais pontos de contato. Não consigo enxergar prejuízos nessa mudança de cenário”, afirma Lidia.


Pais X Avós 


Acontece que nem tudo é um mar de rosas nessa história. Se você já deixou seu filho com os avós, com certeza sabe que os desentendimentos são inevitáveis. Quando a criança apresenta um sintoma de alguma doença, você acha que ela deve ser tratada de determinado jeito, mas eles dizem que têm outra receita mais eficiente. Quando ela fica com vontade de certo doce, você fala que é melhor comê-lo em outra hora, mas eles não resistem e logo cedem ao desejo do neto. Fica então a dúvida: como agir nesses casos?

Com a ajuda das psicólogas, montamos uma lista com dicas que podem facilitar a boa convivência. Confira:


- Tratar os avós como babás de luxo é o grande erro cometido pelos pais. Por isso, se a criança precisa ou quer passar o dia na casa deles, não faça listas indicando o que pode ou não pode ser feito. Confie na relação direta existente entre avós e neto e respeite suas decisões e atitudes.


- Os avós também devem fazer sua parte procurando se informar sobre novos padrões de comportamento, métodos de educação e tratamentos de saúde. Eles podem, por exemplo, acompanhar algumas visitas do neto ao pediatra e ir a reuniões da escola.


- O mais importante é que os papéis sejam bem definidos. Os pais precisam aceitar a sabedoria dos avós, assim como esses devem respeitar a autoridade dos pais. Todos vão palpitar, sim, sobre assuntos que envolvem a criança, mas, com uma boa conversa, entrar em um acordo não será tão difícil.


- Quando acontecer algum desentendimento, respire fundo e deixe a discussão para um momento em que a criança não esteja presente. Isso garante uma convivência pacífica e saudável entre todos.


- Se a criança costuma ficar todos os dias na casa dos avós, os limites devem ser melhor delimitados. Convivendo cotidianamente com o neto, os avós podem se sentir mais livres para aplicar seus próprios métodos de criação, o que pode chatear os pais. Mais uma vez, uma conversa franca e tranquila será necessária para chegar à solução. E cabe aqui ainda uma regra geral: a autoridade dos pais é sempre maior, mas, se eles dependem de outras pessoas para cuidar dos filhos, têm que aceitar que a influência externa é inevitável.


- Lembre-se dos momentos felizes e divertidos que você mesmo passou ao lado dos seus avós fazendo tudo aquilo que lhe era proibido pelos pais e que, no entanto, não lhe fizeram mal nenhum.



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10 carreiras com profissionais mais felizes

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Você é feliz na sua carreira? Aliás, você consegue imaginar quais são os profissionais mais felizes no mercado de trabalho? 

Pensando nisso, a Universidade de Chicago fez um levantamento com mais de 27 mil norte-americanos e descobriu quais são as carreiras que possuem profissionais mais satisfeitos em seus cargos

Para fazer essa avaliação, a universidade fez com que os trabalhadores dessem uma nota de 1 a 4 sobre o quão satisfeito está na sua função, sendo que o quão mais perto 4 mais feliz a pessoa está. Com isso, foi possível fazer um ranking com os 10 carreiras com profissionais mais felizes

Confira: 


Média de satisfação: 3,79
  
2 - Fisioterapeutas

Média de satisfação: 3,72 

3 - Bombeiros

Média de satisfação: 3,67 

4 - Gestores de Escolas

Média de satisfação: 3,62 

5 - Artistas

Média de satisfação: 3,62 

6 - Professores

Média de satisfação: 3,61 

7 - Escritores

Média de satisfação: 3,61 

8 - Psicólogos

Média de satisfação: 3,59
   
9 - Professor de Educação Especial

Média de satisfação: 3,59 

10 - Engenheiros Operacionais

Média de satisfação: 3,56


 
Como você pode perceber, em vez de priorizarem o salário, a maioria dos cargos que trazem mais felicidade e satisfação são aqueles em que a pessoa pode destinar seus horários de trabalho para ajudar os outros. Curioso, não é mesmo?

E aí, o que você achou da lista? Encontrou o seu curso? Se você está pensando em alguma carreira citada acima, ou quer mudar a sua, garanta sua bolsa de estudos com até 70% de desconto. É só clicar no link, escolher a Universidade, o Desconto CLIQUE AQUI
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Tem dificuldade para estudar? Veja cinco dicas úteis que te ajudarão a aumentar o seu rendimento.

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A volta às aulas está quase chegando. Com mais um semestre a frente , talvez seja o momento de recuperar as notas  ou melhorar os estudos. Sabemos que para muitas pessoas  estudar pode ser um grande desafio, seja por dificuldade de concentração , seja por que não entender o assunto, ou simplesmente por não saber “como” estudar.

Como psicóloga, percebo que a maior dificuldade que ocorre quando falamos de estudar, é a dificuldade que a pessoa tem por não conseguir  administrar seu tempo de estudos, além de ficar dispersa se distraindo facilmente . O resultado é que a pessoa não consegue reter o que estudou porque o conteúdo não se fixa na memória. 

Diante disso separei cinco dicas que irão te ajuda a estudar sozinho e obter uma maior rendimento:

1 - Defina um foco

A primeira coisa a se fazer para que seja produtivo  é definir o que você irá estudar. Pode parecer bobagem, mas é importante ter isso em mente, senão você irá se perder no processo. Faça uma lista simples com a matéria a ser estudada e o tempo que irá se dedicar a cada uma. Por maior que seja a tentação, não pule ou mude de matéria sem ter terminado a anterior. Comece pela matéria mais difícil e termine com a que você tem mais facilidade. Não coloque muito tempo para cada matéria, o ideal é estudar um pouco de cada todos os dias. 

Faça intervalos regulares durante o estudo. De modo geral, a pessoa prefere estudar “direto”, sem intervalos, na expectativa de adiantar logo o conteúdo, e também porque tem a impressão de que fazer intervalos é perda de tempo – grande engano. Para estudar durante longos períodos de forma produtiva, o cérebro precisa “arejar” e se recuperar do esforço de tempos em tempos. Assim, pequenas pausas de 15 minutos após 1h e meia ou 2 de estudo, e intervalos maiores entre os turnos (manhã e tarde; tarde e noite) permitem bom rendimento durante todo o período. Baixe aqui o seu plano de estudo : PLANO DE ESTUDO .


2- Avalie seu rendimento com exercícios

A pratica leva a perfeição, certo? Corretíssimo ! Fazer exercícios do que foi estudado  irá te ajudar a memorizar , além te de ajudar a perceber quais pontos você precisa melhorar. Quanto mais exercícios você fizer melhor será o seu resultado. Quando sentir que já conseguiu absorver todo o material estudado, aumente a dificuldade do exercício. 

Em 2006, pesquisadores mostraram que alunos que estudavam um conteúdo e, após uma semana, faziam exercícios conseguiam resultados muito melhores do que aqueles que estudavam uma vez e depois reviam o mesmo material, sem realizar exercícios. Isso ficou conhecido como o efeito de teste, em inglês testing effect”. Embora muitos professores e cientistas já suspeitassem desse resultado, apenas em 2006 esses resultados foram considerados suficientes para comprovar que os exercícios melhoram a aprendizagem e a retenção na memória. Em 2010, a revista Science publicou uma pesquisa de como os exercícios afetariam o cérebro, ajudando na retenção do conteúdo na memória


3- Estude todos os dias um pouco 

Atire a primeira pedra quem nunca deixou para última hora estudar para uma prova. Mas não é porque todo mundo faz que você deve fazer. O ideal é estudar um pouco todos os dias. De preferência as matérias que você teve no mesmo dia na escola ou faculdade. O acúmulo de matéria só irá te prejudicar, porque além de não ter tempo, não será possível estudar tudo, algo sempre será deixado para trás ou você não conseguirá absorver tudo o que poderia se tivesse estudado todos os dias.

 Faça uma tabela horária de todos os seus dias da semana. Anote tudo que precisa fazer todos os dias, inclusive a hora de acordar e de dormir. Assim, você pode visualizar os momentos em que tem alguma folga. Separe o tempo em que você pode estudar e divida os conteúdos. Quer você esteja se preparando para o vestibular ou para a prova do colégio , com certeza você tem mais de uma matéria para estudar. Você pode estudar uma matéria por dia da semana ou mais de uma por dia, dependendo da importância e de como você se sente mais confortável. Experimente e descubra como você aprende mais!

Escolha um local e separe seus materiais. Você não quer ser interrompido o tempo todo enquanto estuda, certo? Escolha um lugar silencioso e bem iluminado. Tenha a mão tudo de que precisa para estudar e, assim, evite ter que se levantar o tempo todo para buscar alguma coisa

4- Faça resumo a mão do que foi estudado

Não adianta apenas ler, para uma melhor absorção do que foi estudado, faça resumos. Não faça resumo logo de cara. Leia todo o texto uma vez. Leia novamente . Depois comece colocando a ideia principal de cada parágrafo . Feito isso, pegue uma folha de papel e faça o resumo do texto com as suas palavras do que você compreendeu. Embora usar o computador seja mais fácil, faça a mão. No entanto, cientistas da Universidade de Princeton alertam que nem sempre o método mais rápido é o melhor. Quando se trata de tomar nota o mais indicado é escrever à mão: nos ajuda a focar no essencial e reter conceitos com mais facilidade. 

Segundo os pesquisadores tomar nota implica em selecionar um dado (codificar) e recordá-lo mais tarde (armazenamento), o que confere benefícios de aprendizagem. Quando a primeira parte se torna muito fácil, perdemos a oportunidade de absorver algo novo, principalmente quando se trata de conceitos e não fatos. Escrever à mão, por outro lado, nos obriga a focar no essencial já que não somos fisicamente capazes de escrever cada palavra, o que facilita a assimilação.

5- Reserve um dia da semana para o lazer

Da mesma forma que os intervalos no estudo são importantes, ter um dia (ou ao menos parte dele) dedicado ao lazer é muito importante para poder seguir na maratona pelo tempo que for necessário.

É nesse momento que todo o corpo pode efetivamente “voltar ao estado normal” e recuperar as energias para retomar o foco de estudo na semana seguinte. Mas não estou falando de, simplesmente, descansar, mas de ter algum lazer de verdade, que possa voltar a atenção do cérebro para outro tipo de assunto. E, nesse momento, não é para ficar culpado por não estar estudando: essa atividade também está inserida na estratégia de aprovação, pode ter certeza.



Debora Oliveira
Psicóloga Clínica

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Decepcionado? Entenda porque isso acontece e saiba como lidar.

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Todos nós iremos nos decepcionar em algum momento da nossa vida. lSeja por uma paixão não correspondida, uma entrevista de emprego que não deu certo, um amigo que quebrou uma promessa. Seja qual for a situação, no final temos o mesmo resultado : as coisas não funcionaram como esperávamos e nos sentimos decepcionados. 


Como uma emoção,  podemos  descrever a decepção como uma forma de tristeza - um sentimento de perda, um vazio  desconfortável (ou um buraco doloroso) entre nossas expectativas e a realidade. A decepção ocorre  quando acreditamos que  alguém deve fazer o que esperamos ou devemos ter algo para sermos felizes.   


Por outro lado, embora a decepção  seja algo desagravei , ela nos dá a oportunidade de nos conhecermos melhor, descobrirmos o que de fato nos faz em felizes , além de conhecermos melhor os outros. Pensando no aprendizado que podemos ter em momentos como esse , separei três pontos que irão nos fazer  refletir e que estão ligados aos motivos do porque muitas vezes nos decepcionarmos com o outro ou com a situação. Eles poderão te ajudar a entender o que está acontecendo , o  que você realmente quer e você poderá se reencontrar.


1- Aprendemos  a acreditar que apenas uma  coisa ou algo pode nos deixar felizes.


A exposição às mensagens da mídia nos ensina a associar a felicidade com certas coisas (como objetos caros, pessoas bonitas e títulos importantes). Então, podemos desenvolver  idéias bastante fixas sobre o que nos fará felizes e, eventualmente, nossas mentes estará formada para acreditar que só seremos felizes se conseguimos essas coisas. 


Nós acreditamos equivocadamente que é “O QUE” nos vai fazer felizes e quando não entendemos, ficamos  desapontados. Pesquisas afirmam que não há garantia de que, se você conseguir as coisas que deseja, você será feliz - na verdade, há um pouco de evidência no contrário. Dúvida? Quantas pessoas famosas você já ouviu falar que tiraram a sua própria vida? Mesmo depois de terem conquistado todo sucesso.p, fama e dinheiro?


A  satisfação obtida com coisas  é muito curta e temporária. As experiências quando conseguimos aprecia-las e sentimos o que está acontecendo no momento têm um efeito muito mais duradouro sobre a nossa felicidade geral. E, o grande benefício disso é que você pode começar a aproveitar o momento presente a qualquer momento - e é grátis! Concentre-se em como você quer sentir no momento - ao invés de como você acredita que vai sentir uma vez que você obtém o que deseja desesperadamente. 



2- Acreditamos que uma determinada pessoa é a única que pode satisfazer nossos desejos.


Um equívoco comum é acreditar que se nos encontrarmos com "a pessoa certa"  todo o resto em nossas vidas ira dar certo e seremos felizes para sempre. Isso não te parece um conto de fadas? Aprendemos a atribuir alguns bons atributos pessoais a determinadas pessoas e por tabela, acrescentamos outros inexistentes. Essa deturpação é chamado de Efeito “Halo” ( auréola em inglês). 


É provável que acreditemos que a pessoa possui várias  qualidades positivas (como ser rico, confiável, inteligente, sexy e divertido), mas tudo o que realmente sabemos sobre essa  pessoa é que ela é alta e bonita. Com isso, ficamos profundamente decepcionado quando percebemos que a pessoa não era aquilo tudo que imaginávamos que ela fosse. Ela não corresponde às nossas expectativas. Expectativas essas que só existiam na nossa mente.



Esse desejo, de termos nossas necessidade correspondidas de acordo com as nossas expectativas, remonta a nossa infância, onde quando éramos bebês e crianças, nossos caprichos e desejos eram saciados. Se a criança não teve a experiência da frustração ela crescerá e de forma inconsciente buscará essa realização em seus relacionamentos e no outro. 


A chave para sair dessa situação , em primeiro lugar é a aceitação de que o outro erra e que ele não está ali para realizarmos seus desejos e vontades. Depois, você terá que se conhecer, saber como e o que você quer sentir em um relacionamento e se concentrar nisso ao invés de como você pensa que a outra pessoa deveria ser . Você pode querer se sentir à vontade, interessado e engajado. Então, em vez de pensar: "Ela deveria estar interessada ​​em mim e me envolver e me fazer rir", pense em ser interessante, envolvente e de bom humor. É uma simples mudança na intenção que pode salvar um encontro  das garras do desapontamento. Ao se concentrar em você e no que você quer, ao invés de ficar esperando que o outro te faça feliz, ou corresponda tudo o que você imaginou, você terá menos chance de se desapontar. Lembre-se, não devemos dar para o outro a chave da nossa felicidade. Somente nós podemos fazer isso. 



3- Estabelecemos um limite de tempo possível e aceitável que para obter o que queremos.


Nossas expectativas sobre quando as coisas devem acontecer são influenciadas pelas normas sociais. Existem regras não ditas  que supostamente deveria levar um determinado tempo para acontecer.  Até uma certa idade você deve casar, at outra se formar, conseguir o emprego dos sonhos, o primeiro milhão e assim vai. Dessa forma, colocamos nossos objetivos em uma linha de tempo, que deve ser seguida, de forma lógica e determinada pela sociedade. Muitas vezes, avaliamos nosso sucesso com base em como nossos colegas estão fazendo; Isso é chamado de comparação social. 


Nós nos comparamos com aqueles que têm os mesmos objetivos e são semelhantes em idade , condição social , dentre outras coisas,. As redes  sociais cada vez mais tem alimentado  as comparações sociais. Então, se  não cumprimos esses prazos e paralelamente observamos que outros alcançaram seus objetivos mais rapidamente - podemos nos decepcionar - e de fato isso tem acontecido- e acabamos desencorajados e acabamos desistimos. É importante lembrar que esses limites de tempo são impostas, de forma arbitrárias e muitas vezes pouco realistas.


A chave novamente é se conhecer . Não adianta você querer se comparar com as conquistas do outro. Às vezes a conquista do outro nem é algo que você quer para a sua vida. Resultados nem sempre são indicadores de sucesso. Foque no seu processo, no seu tempo e no aprendizado que você está tendo. Demorar para chegar não quer dizer que você não irá conseguir chegar lá. Cada um tem o seu tempo, a sua forma de lidar e suas prioridades. O que é importante para você pode ser irrelevante para o outro. 



Para finalizar, devemos sempre nos lembrar que as expectativas que criamos dos outros e das situações, são nossas. O outro não é obrigado a entender e tão pouco satisfazer a essas expectativas , muitas vezes surreais e idealistas. Se aceitar como você é, com seus defeitos e qualidades , respeitar o seu tempo e nos concentrarmos no processo e nas coisas em si ajudará a diminuir a frustração. Assumir a responsabilidade de que é você o responsável por sua vida, suas escolhas e sonhos, fará com que você tire  o peso da responsabilidade ilusória que nos colocamos sobre os ombros dos outros e assumamos o controle das nossas vidas. 


Debora Oliveira

Psicóloga Clínica




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Solidão em tempos modernos

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Psicólogos da Universidade de Chicago estudaram o que acontece com pessoas que se sentem sozinhas de forma permanente. John Cacciopo, professor do Centro de Neurociências Cognitivas e Sociais, e mais dois colegas examinaram 230 pessoas ao longo de onze anos. No início do estudo, essas pessoas tinham entre 50 e 68 anos de idade e, ao fim, entre 61 e 79 anos.

No estudo, publicado na revista especializada Personality and Social Psychology Bulletin, ficou comprovado que as pessoas se tornaram egocêntricas por permanecerem sozinhas durante tantos anos. Quem se sente solitário e tem poucos relacionamentos gratificantes acaba por se concentrar em si mesmo.

Os psicólogos também descobriram que, ao contrário, aqueles que já no início do estudo eram mais egocêntricos do que os outros, se sentiam frequentemente ainda mais sozinhos anos depois. "Quem se concentra muito em si corre o risco de ficar preso no sentimento de solidão no longo prazo. E o solitário tende a girar mais e mais em torno de si com o passar do tempo. É um círculo vicioso", concluíram os pesquisadores.

Os psicólogos deixaram claro que, em princípio, a solidão não é algo negativo, desde que não dure muito tempo. Do ponto de vista evolutivo é até bom se sentir sozinho. Assim como a dor física sinaliza que a pessoa deve cuidar do seu corpo, o sentimento de solidão alerta que a pessoa precisa cuidar de suas relações sociais. O problema começa quando a solidão se estabelece na vida da pessoa.

Em seus estudos em diferentes países, Cacciopo descobriu que, em média, cerca de 30% a 40% das pessoas se sentem sozinhas. A população de solteiros nos Estados Unidos é hoje 30% maior do que em 1980. 

No Brasil, o número de pessoas morando sozinhas não é tão alto, mas também cresceu. Segundo dados do IBGE, em 2005 cerca de 10% dos lares brasileiros abrigavam pessoas vivendo sozinhas. Em 2015, esse número saltou para 14,6%.

A região metropolitana com maior proporção de pessoas morando sozinhas em 2015 era Porto Alegre, com 19,3% dos lares. Em seguida, vinha a região metropolitana do Rio de Janeiro, com 19%. São Paulo aparece com 14,9%.

Subir ao altar sozinha

Em meio a esse contexto, vem ganhando força a chamada sologamia, o casamento consigo mesmo. O número de mulheres que vêm dizendo "sim" a si mesmas está aumentando consideravelmente nos EUA e no Japão.

Nos Estados Unidos, a moda de jurar amor eterno por si mesmo já existe há alguns anos, mas vem se intensificando. No país asiático, mulheres solteiras ainda não são consideradas membros plenos da sociedade. Até por isso, muitas pagam o equivalente a 7 mil reais para casar consigo mesmas. 
  
Em geral, mulheres que se dedicaram aos estudos e à profissão, mas que sonhavam em um dia se casar, se vestem de branco, sobem ao altar de braço dado com o pai e, finalmente, colocam uma aliança na mão esquerda. Mas, em tempos de inflação de dates pelo Tinder, não há um noivo ao lado delas.

O solo wedding ainda não é reconhecido nem pela igreja nem pelo cartório, mas, para mulheres que vivem com o estigma de não terem sido "escolhidas", esta é uma maneira de lutar contra o patriarcado e as convenções sociais.

"As pessoas estão medrosas e cansadas"

O filósofo Luiz Felipe Pondé afirma que a sociedade sempre inventa uma moda para dar um título a um comportamento. "À dificuldade de partilhar a vida com uma pessoa, agora se dá o nome de single. Não é mais solteiro ou sozinho, é single", aponta. "Para viver com alguém, você tem de fazer concessões, precisa ser corajoso, tem de investir na pessoa com todos os riscos que o 'investimento' traz. E as pessoas estão medrosas e cansadas." 

Quanto ao casamento consigo mesmo, Pondé é taxativo: "Chegamos ao cúmulo da entropia afetiva da humanidade." O filósofo vê nessa ritualística algo muito pior do que alguém exigir o direito de casar com seu cachorro. "Porque pelo menos o cachorro é outro ser vivo. Casar consigo mesmo é mais ou menos o direito de me declarar klingon, raça de alienígenas da série Star Trek", critica.

"Hoje, as pessoas querem dizer que escolhem o sexo, a raça, assim como escolhem o desodorante. Tem gente que diz que é de outro planeta. Eles estão em missão na Terra e querem ser reconhecidos como tal. É o transgênero, o transracial e o transplanetário. Agora existe a pessoa que exige o direito de casar consigo mesmo", diz.




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Como é o curso de Psicologia?

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É comum as pessoas me contarem que seus amigos ou pessoas conhecidas gostam de desabafar com elas. Diante disso elas se questionam  se devem fazer  Psicologia.

Para entrarmos de maneira mais profunda na área, o site Quero Bolsa convidou  uma acadêmica para nos contar como foi que ela decidiu que queria ser psicóloga, o que pesou mais na hora da escolha e muitas outras questões que poderão te ajudar na hora de decidir qual curso e faculdade escolher.

O nome da nossa entrevistada é Lorena Neves, ela estuda na faculdade Estácio Fase, em Sergipe, está no 4° período de Psicologia e é apaixonada pela área e pelo que está estudando! Confira a entrevista completa:

Revista QB: Por que escolheu o curso de Psicologia?

Lorena Neves: Então, o curso de Psicologia exige muita identificação e afinidade com a área. Acredito que o principal mecanismo de reconhecimento a respeito da escolha desse curso é o seu relacionamento interpessoal, ou seja, o seu relacionamento com as pessoas que te cercam, a forma que você lida com os questionamentos e situações complexas em que as mesmas estão envolvidas.

Desde o início da minha adolescência tive uma facilidade de me relacionar com as pessoas e as características da minha personalidade, de certa maneira, cativavam as pessoas e isso permitia que elas depositassem confiança em mim e me permitiam saber um pouco mais de suas histórias, bem como dúvidas e questões particulares, seja como uma forma de desabafo, pedido de ajuda ou um conselho de amiga. Eu notei que aquilo que eu fazia involuntariamente se encaixava com a área da Psicologia, que diz respeito ao cuidado emocional/mental das pessoas, e foi a partir daí que pude ter a certeza que seria o curso que eu queria fazer.

Desde então, comecei a pesquisar bastante sobre a área, conversei com alunos do curso e até profissionais formados e atuantes para conhecer um pouco mais a respeito do curso, e me apaixonei ainda mais pela área.

RQB: Por que escolheu essa faculdade?

LN: A minha escolha pela faculdade Estácio Fase se deu pelo conceito educacional que a faculdade possui em minha cidade, a metodologia de ensino e, um ponto também muito válido, que é a acessibilidade financeira proposta pela faculdade.

Outra questão que tenho como crucial é procurar conhecer da matéria, da grade curricular da faculdade/universidade que pretende estudar, conhecer os professores, suas especializações, etc. Esses pontos farão uma grande diferença em seu caminho no curso, seja ele qual for.  

RQB: O que você mais gosta no seu curso?

LN: A Psicologia é fascinante. Ela te prende e te faz querer conhecer ainda mais a mente humana. Algo que vejo como um ponto extremamente positivo é que o curso de Psicologia é extremamente amplo, as teorias são bem fundamentadas e são passadas de uma forma compreensível, de modo que podemos e conseguimos associar à nossa realidade. Isso conta como um fator de grande valor, pois significa que o conteúdo não está assimilado apenas à teoria, mas que consigo aplicá-lo na prática, no cotidiano.

RQB: O que você menos gosta?

LN: O ponto negativo recai justamente para o mercado de trabalho, em que, talvez, não seja uma área profissional tão valorizada quanto deveria, ainda nos dias que vivemos. Porém, também creio que isso mudará, pois podemos ver hoje uma grande demanda de pessoas necessitando de atenção específica e de terapia que os ajude a conciliar sua vida com o estresse do dia a dia, a conquista ou perda de emprego, os relacionamentos, a perda de bens ou de entes queridos, entre outros aspectos. Além disso, ele pode compreender melhor a si mesmo, como um ser que é biopsicossocial, influenciados pelos âmbitos biológico, psicológico e social.

RQB: Qual área da Psicologia mais tem interesse?

LN: Como eu já havia dito antes, eu amo me relacionar, conversar, ouvir e entender as pessoas. Então, a priori, eu penso muito na área da Psicologia Clínica, talvez um pouco mais voltada para crianças, porque acho incrível o trabalho com crianças. O mais interessante é ver o resultado do trabalho, a evolução da criança com as terapias. Mas é algo que ainda não tenho total certeza, ainda preciso explorar os outros campos que a Psicologia possui e provar do que o curso tem a me oferecer.

RQB: Você acha que Psicologia é um curso difícil?

LN: O curso de Psicologia é um curso bastante difícil e que exige extrema responsabilidade de quem cursa e busca a área como um ramo profissional. Digo isto porque nessa área lidamos diretamente com pessoas, tratando de problemas emocionais e mentais. Por isso, acredito que é um curso que pede extrema responsabilidade e bastante complexidade também.

RQB: Como o curso mudou a forma como você encara o mundo e as pessoas ao seu redor?

LN: O curso me proporcionou a chamadametanoia” que significa, basicamente, mudança de mente. A Psicologia exige de você um comportamento mais centrado, mais observador, falar menos e ouvir mais, pensar nos outros, observar os diversos tipos de comportamentos que nos cercam. Essa nova forma de pensar e agir, proporcionado pelo conhecimento recebido no curso, com certeza atinge as pessoas que convivem comigo e acredito que positivamente.

RQB: Que dica você dá para aqueles que pensam em cursar Psicologia ou que acabaram de entrar na faculdade?

LN: Aos que pensam em entrar no curso, a minha dica é: se você gosta de se relacionar com as pessoas, compreender, ouvir e busca auxiliar nos questionamentos pessoais das pessoas que estão ao seu redor, e, além de tudo, gostar de ler e ser determinado a não desistir, você já possui umas das características cruciais de um psicólogo. Não perca tempo!

Aos que acabaram de entrar na faculdade, aproveitem o máximo do curso, não deixem nenhum aprendizado passar sem que tenham aproveitado tudo, isso fará uma grande diferença no final da faculdade e também na sua carreira profissional. Lembrem que, a partir do momento que vocês entram no curso, você já pertence àquela profissão. Então, se entreguem, sejam dedicados e felizes fazendo o que amam!

E você, gosta de Psicologia? Faça como a Lorena, entre aqui Quero Bolsa e encontre a sua Faculdade com super desconto.

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Você se sente perdido na vida sem saber o que fazer da vida? Então faça essas 10 perguntas a si mesmo!

 

Cedo ou tarde, todos nos sentimos perdidos. É normal, afinal nós nascemos sem um livro de regras ou um manual para a vida. No entanto, algumas pessoas se perdem e ficam perdidas pelo resto de suas vidas. Elas fingem que tudo está bem, até tentam construir uma vida em meio ao caos, mas dentro de si mesmas, sabem que algo não está certo com sua história. Algo precisa mudar.

Você pode estar perdido na sua profissão, no seu relacionamento ou sobre o que quer fazer da sua vida. Não importa onde você esteja, tudo o que você precisa nesse momento para se encontrar, para voltar a seguir seu caminho, primeiro você deve aceitar que está perdido. Você deve admitir a si mesmo que este loop que vive não está funcionando e tomar a decisão de transformar sua vida. Faça algo que sempre quis fazer.

A segunda coisa que você precisa entender é que não existe nada de errado em estar perdido na vida ou se perder de vez enquanto. Você já sabe que está perdido, então o segundo ponto é aceitar que a responsabilidade para se encontrar é totalmente sua. Assuma controle da sua vida. Pegue as rédeas dos seus sonhos e não solte mais. Você precisa escapar da prisão que construiu para si mesmo e ouvir sua alma mais uma vez. Ela é a sua bússola na vida. E você está perdido apenas porque parou de se ouvir e passou a ouvir as demais vozes.

Abaixo estão 10 perguntas para fazer a si mesmo para te ajudar a começar o processo de volta. Em cada pergunta, você deva parar e refletir. Não passe simplesmente por elas correndo . Pare e pense no que cada uma dessas perguntas esta tentando lhe dizer:

  1. Você está fazendo o que realmente quer fazer?
  2. Quantas promessas você fez e quantas delas realmente cumpriu?
  3. Você vai quebrar as regras por causa de algo ou alguém com quem se preocupa?
  4. Existe algo que você não consegue liberar, embora saiba que deveria?
  5. Quando foi a última vez que você fez alguma pela primeira vez?
  6. Se você morresse agora, teria algum arrependimento?
  7. Você tem medo de cometer erros mesmo que não haja nenhuma punição?
  8. Qual a diferença entre você e a maioria das outras pessoas?
  9. A criança que você foi, teria orgulho do adulto que você se tornou? Converse com ela.
  10. Se hoje fosse o fim do mundo, o que você faria?
Lembre-se: Não existem respostas certas ou erradas, essas perguntas são uma forma de orientá-lo, para que você possa seguir um caminho mais alinhado a seu verdadeiro propósito.
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E essa tal de ansiedade infantil, será que existe?

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Ansiedade é uma combinação complexa de sentimentos de medo, apreensão e preocupação, geralmente acompanhada de sensações físicas como palpitações, dor no peito e/ou falta de ar. Ansiedade pode existir como uma desordem cerebral principal, ou pode estar associada a outros problemas médicos incluindo desordens psiquiátricas. 


Os distúrbios da Ansiedade estão entre as principais causas de consultas médicas em todo o Mundo. (Enquanto você lia esta primeira frase, mais de 8 pessoas foram atendidas com queixas relacionadas à angústia, tristeza, nervosismo, irritação e similares).


Infelizmente, os Distúrbios da Ansiedade não são um problema exclusivo do universo adulto: eles afetam 13 de cada 100 crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos de idade. As meninas são mais acometidas que os meninos e, em metade dos casos, as crianças apresentam Ansiedade associada a Depressão.


A Ansiedade é um sentimento natural tanto na infância como em qualquer outra etapa da vida. Crianças de 8 meses de idade podem apresentar sintomas de ansiedade sempre que se separam dos pais. Isto é normal. Entre os 6-8 anos de idade, a ansiedade se volta para o desempenho escolar e o relacionamento com os coleguinhas. Crises de ansiedade também podem ocorrer quando a criança passa por mudanças significativas como troca de escola ou de casa, falecimento de entes queridos, chegada de novos irmãozinhos, separação dos pais e etc.


O limite da normalidade do nível de Ansiedade está na sua repercussão sobre o comportamento. E vamos ser sinceros: você não precisa ser um especialista para perceber que algo não vai bem. Crianças não devem ser excessivamente preocupadas ou apreensivas com o futuro. Não é típico de uma criança apresentar freqüentemente dores de cabeça, náuseas, vômitos, falta de ar, diarréia, palpitações, dificuldade de concentração, agressividade ou medos em excesso. Se isto está acontecendo - e parece estar associado a situações específicas -, é bem possível que a criança esteja sofrendo de algum Distúrbio da Ansiedade, justificando uma avaliação médica.


A Ansiedade Infantil pode ser causada por problemas psicológicos, alterações nos transmissores químicos cerebrais, doenças na tireóide, infecções e até mesmo fatores genéticos (estudos mostraram que 50% dos pacientes com Síndrome do Pânico possuem pelo menos um parente portador de Distúrbios da Ansiedade). O diagnóstico quase sempre é simples, e o tratamento envolve acompanhamento psicológico e uso de certos fitoterápicos. Os medicamentos controlados devem ser considerados a última opção.


Em todos os casos, o papel dos pais e cuidadores é essencial para o sucesso do tratamento. Veja a seguir o que você pode fazer para reduzir as crises de ansiedade na infância:

 

Seja uma porta aberta.


Não julgue: ajude. Crianças excessivamente ansiosas precisam de apoio e expectativas positivas, mas só irão procurar sua ajuda se tiverem certeza de que não serão hostilizadas ou ridicularizadas. Cobre disciplina na mesma medida em que você demonstra seu afeto, e certifique-se de que sua disciplina está sendo passada em um formato motivador.


Por exemplo: amedrontada, a criança se recusa a ir para a nova escola. Marque a alternativa correta:


a) "Vamos lá, será divertido, você consegue, irá fazer novos amigos!" 

b) "Que coisa mais patética! E come logo o almoço porque já estou perdendo a hora de chegar no serviço!"...

c) "Se você não colocar logo este uniforme, eu...! eu...!" (gesticulando como quem estrangula um frango).

 

Retire o excesso de peso.


Uma criança de 11 anos ainda é apenas uma criança, não a miniatura do adulto que você gostaria que ela fosse. Não cometa o erro (terrível) de impor seu nível de maturidade às responsabilidades dela.


O excesso de carga também diz respeito às estratégias de confrontamento utilizadas por muitos pais. "A criança tem medo de escuro? Tranque-a sozinha em um quarto sem luz por alguns minutos, ela verá que nada de mal acontece". Excelente! Ao bater de frente dessa forma, você acabou de descobrir uma nova maneira de corroer o elo de confiança entre vocês.


O mais recomendável é liderar pelo exemplo. Se a criança fica aterrorizada com cachorros, você não precisa atravessar a rua toda vez que avistar um. Segure a mão da criança, mantenha tranqüilamente seu rumo e passe a mensagem correta: nada de fobias. Não confronte, mas não evite. O segredo em todas as situações é combinar Bom Senso com Perseverança, contando sempre com a ajuda do tempero mais precioso da educação, o Tempo.

 

Cuidados com os estimulantes.


Reduza ou elimine por completo o consumo de cafeína, refrigerantes e bebidas muito açucaradas, principalmente à noite. Alguns remédios para alergia, asma e rinite possuem substâncias estimulantes em sua fórmula. Muito cuidado com eles.

Criança saudável, sono saudável, e vice-versa.

Procure criar uma rotina de atividades durante o dia, evitando cochilos fora de hora e preservando um certo ritual para a hora de dormir. Nada de televisão ligada a noite toda ou refeições pesadas antes de ir para a cama.

 

Considere o inconsiderável.


De repente, você é um pai ou mãe ou cuidador ou professora exemplar, mas ainda assim enfrenta uma criança ansiosa quase ao ponto do intratável. Apesar de todos os seus esforços, apesar de todos os exames médicos e remédios caros, nada parece adiantar.

Por mais triste que a verdade possa ser, a Ansiedade Infantil pode esconder a ocorrência de maus tratos ou abusos sexuais por parte de pessoas "acima de qualquer suspeita". Se este for o caso, jogue aberto, converse com a criança e procure orientações junto ao Psicólogo ou Pediatra responsável.



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