Amizade entre homem e mulher existe ou sempre vai haver interesse sexual?

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Uma pesquisa divulgada recentemente pelo EvolutionaryPsychological Science revelou algo interessante sobre a amizade entre homens e mulheres heterossexuais. Ao que tudo indica, tanto eles quanto elas tendem a se relacionar de maneira diferente com os amigos do sexo oposto.


Os homens, por exemplo, são os que se sentem mais atraídos pelas amigas mulheres. De acordo com a responsável pelo estudo, April Bleske-Rechek, a ideia era pesquisar a amizade entre homens e mulheres por vieses evolutivos. Dessa maneira, ela buscou entender como os instintos de acasalamento evoluíram para que pudéssemos ter experiências não sexuais com o sexo oposto.

Ela explica que, embora nos pareça natural que homens e mulheres sejam amigos, esse é um padrão de comportamento novo em termos evolutivos. A verdade é que do ponto de vista biológico e mais animal mesmo, a ideia de que criaturas do sexo oposto se relacionem sem a intenção de procriar é meio bizarra.

Apenas amigos?

Bleske-Rechek usou como metodologia de estudo a aproximação de pessoas do sexo oposto em um ambiente universitário. Inicialmente, os pares responderam a algumas perguntas em dupla e, depois, separados. Essas questões envolviam desde status de relacionamento até nível de atração que sentiam pelo amigo com quem fizeram os testes.

Os resultados mostraram que homens enxergam suas amigas mulheres de uma maneira diferente da que as mulheres enxergam seus amigos homens. Os rapazes sentem mais atração por suas amigas do que as moças sentem pelos seus amigos, mas as diferenças não foram assim tão grandes. Na verdade, de acordo com os pesquisadores, essa divergência não é estatisticamente significativa.

Por quê?

Para os pesquisadores, isso pode ter a ver com o fato de que os voluntários não falaram sobre amigos que têm, e sim sobre pessoas de quem se aproximaram apenas para responder a pesquisa, com quem já dividem o ambiente comum, que, no caso, é a universidade.

A pesquisa ainda não é conclusiva, até mesmo porque é preciso responder a outras perguntas dentro da mesma temática, sendo que uma das mais importantes dela é: houve vantagem evolutiva para amizades não românticas entre pessoas heterossexuais do gênero oposto?

De qualquer forma, para os pesquisadores ficou claro que, quando pensam em amigos do sexo oposto, os homens tendem a se lembrar mais de alguma mulher por quem se sentem atraídos.


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Quer melhorar a sua vida? Então deixe para trás estes 9 hábitos

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1 – Pare de pensar que tudo tem a ver com você
Seu chefe não está falando mal de você para todo mundo, e aquela moça da cafeteria não está rindo da sua roupa. É preciso deixar de acreditar que as pessoas estão pensando em formas de colocar você para baixo – na verdade, elas estão preocupadas com elas mesmas. Nem tudo tem a ver com você. Repita isso até entender.

2 – Deixe de lado essa mania de fazer mil coisas ao mesmo tempo
A verdade é que apenas 2% das pessoas conseguem ser multitarefas, então não perca energia tentando fazer um monte de coisas de uma vez só – isso só vai distrair a sua mente e deixar você com uma sensação imensa de cansaço e esgotamento. A regra é: uma coisa de cada vez, começando sempre pela mais importante.

3 – Não se compare às outras pessoas

Comparar seu desempenho ou sua forma física com a de outras pessoas é uma receita certa de fracasso. A grama do vizinho sempre nos parecerá mais verde, e não adianta você se colocar para baixo por acreditar que outra pessoa é mais bonita, mais inteligente ou mais popular. Cada um tem sua trajetória e sua história, assim como cada um tem seus atributos mais bem valorizados. Comparar-se com outro ser humano é injusto e cruel.

4 – Viver reclamando é um péssimo negócio

Ninguém gosta de ficar ao lado de alguém que não sabe fazer outra coisa a não ser reclamar do que deu errado. Em vez de se focar nisso, procure ver o que está dando certo e busque melhorar o que for possível.

5 – Não fique perto de gente negativa
Se uma pessoa não acrescenta nada à sua vida e vive deixando você para baixo de alguma maneira, afaste-se dela. Busque estar perto de gente feliz, de bom humor, com sucesso e boas ideias – acredite ou não, essas pessoas fazem com que você se torne um ser humano melhor.

6 – Aprenda a dizer “não”

Quando você diz “sim” para tudo, inclusive para coisas que não gostaria, você não está sendo persistente; está, na verdade, gastando seu tempo com coisas improdutivas. Aprender a dizer “não” é um grande passo rumo ao sucesso, sabia?

7 – Não se contente com pouco

Tem muita gente por aí que vive com o mínimo por medo de arriscar e correr atrás de novas oportunidades – não seja assim. Pense bem nos caminhos que você pode trilhar, não se compare a ninguém e se arrisque um pouco, especialmente se houver outras oportunidades. Ter medo é uma forma de não seguir adiante.

8- Não crie desculpas

Salvo raríssimas exceções, como em casos de doença, você sempre tem como realizar as tarefas que são atribuídas, então não crie desculpas para perdas de prazos. Com o passar do tempo, isso acaba virando um péssimo hábito.

9- Abandone o perfeccionismo


Nada é perfeito. Ninguém é perfeito. Buscar a perfeição em todas as situações é uma forma de viver insatisfeito e de não se contentar nem com os melhores resultados. É isso que você quer? Não, né. Então deixe para lá a mania de querer que tudo saia sempre como o planejado – às vezes, as melhores surpresas chegam através dos passos que não planejamos. Seja mais leve.
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Freud e a Cocaína

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Sigmund Freud usou, receitou e defendeu arduamente a cocaína antes de seu banimento das prateleiras das farmácias para o mercado clandestino. Nunca foi algo que o pai da psicanálise tenha exatamente escondido, pelo contrário.


O testemunho de Freud do potencial nocivo do “mittel” (medicamento, em alemão), no fim das contas, contribuiu para a proibição do uso da substância que, até o começo do século XX, era sintetizada por laboratórios como Merck e Parke-Davis e comercializada como tratamento para o vício da morfina, esse sim já reconhecido pela ciência.

Apesar de algumas pessoas já saberem, isso ainda é um fato desconhecido por muitos. Freud abusava das drogas e, para conhecermos um pouco mais sobre o motivo que o levou a isso, contamos com a ajuda de Howard Markel, amigo de longa data do médico e professor de História da Medicina na Universidade de Michigan.
Ele escreveu um livro chamado "An Anatomy of Addiction: Sigmund Freud, William Halsted and the Miracle Drug Cocaine". Em sua publicação, podemos conhecer um pouco sobre Freud e os detalhes de seu envolvimento com a droga. 

Como muitos médicos, Freud pesquisou tudo o que podia sobre a cocaína exatamente para uso próprio. Tudo isso para saber com precisão qual era o efeito da droga em seu corpo. Certa vez, o médico descreveu para seus amigos, colegas, irmãos e sua noiva, Martha, que a substância o fazia ficar forte e dava um pouco de cor às suas bochechas.

Markel descreveu em certa parte de seu livro: "Durante o período de várias semanas, Sigmund Freud engoliu dezenas de cápsulas de cocaína em doses que variavam de 0,05 a 0,10 gramas. A partir dessas experiências que ele próprio teve, foi capaz de compor um relatório preciso dos efeitos imediatos que a droga exerce sobre o ser humano".

O próprio Freud escreveu uma análise científica sobre a cocaína, seus efeitos e suas consequências, intitulada "Über Coca", em julho de 1884. Foi a primeira grande publicação médica dele. Segundo o professor, a maior parte dos escritos é muito bem redigida e Freud incorpora seus próprios sentimentos, sensações e experiências vividas.

Neles, Freud afirma que a droga pode servir como um grande medicamento, sendo eficaz para a morfina e o abuso de álcool, sem deixar de mencionar que é extremamente viciante. Apesar de ter sido uma bela análise, o estudo não rendeu os elogios e reconhecimentos que o médico esperava, já que não foram apresentadas as habilidades anestésicas da substância.


Markel escreveu que Freud parou com o uso da cocaína em 1896 e completa: "As informações precisas sobre o uso da droga, tanto antes como depois dessa data, podem muito bem estar entre os segredos de Sigmund. A ausência de provas nem sempre significa evidências. No final, nós provavelmente nunca vamos realmente saber".


Os altos e baixos de Freud com a cocaína:
CURIOSIDADE
Empenhado em tratar as “doenças da alma”, Freud ouve falar da cocaína, então uma poderosa droga lícita, usada para aliviar dores.
TESTE
Freud passa a experimentar e prescrever cocaína em 1884. No artigo Sobre a Coca, fala sobre efeitos da droga e seus possíveis usos terapêuticos.
HÁBITO
O pai da psicanálise também fazia uso pessoal da droga, em épocas de crise pessoal. Importante: ele não cheirava, consumia cocaína diluída em água.
EUFORIA
Entusiasmado com resultados iniciais, Freud usa cocaína em casos de hipocondria, neurastenia, histeria, melancolia e prostração nervosa.
RESSACA
A longo prazo, a cocaína mostra-se mais maléfica que benéfica: Freud para de consumi-la em 1895 e de prescrevê-la em 1899. Sua decepção com drogas o leva a estudar um tratamento alternativo, sem medicamentos, baseado na fala. Daí surgiria a psicanálise.
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Violência psicológica é a forma mais subjetiva de agressão contra a mulher: saiba como identificar

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Diferente do que se imagina, não é preciso ser agredida fisicamente para estar em uma relação violenta. Algumas palavras e atitudes podem ferir a autoestima de uma mulher tanto quanto.


E isso tem nome: violência psicológica. Esta é a forma mais subjetiva e, por isso, difícil de identificar.
  
Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgados na última semana, uma em cada três mulheres é vítima de violência no mundo. E esta violência, de tão latente, chega a ser classificada entre: física, sexual, moral e psicológica.

Por ser subjetiva e, por isso, de difícil identificação, a violência psicológica, na maioria dos casos, é negligenciada até por quem sofre - por não conseguir perceber que ela vem mascarada pelo ciúmes, controle, humilhações, ironias e ofensas.

Segundo definição da OMS ela é entendida como:

Qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação.

"Em uma briga de casal, o agressor normalmente usa essa tática para fazer com que a parceira se sinta acuada e insegura, sem chance de reagir. Não existe respeito", explica Maria Luiza Bustamante, chefe do Departamento de Psicologia Clínica da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Esse tipo de violência normalmente precede a agressão física que, uma vez praticada e tolerada, pode se tornar constante. Na maioria das vezes, o receio de assumir que o casamento ou o namoro não está funcionando ainda é um motivo que leva mulheres a se submeter à violência - entre todos os tipos e não apenas a psicológica.

Como identificar?

Dificilmente a vítima procura ajuda externa nos casos de violência psicológica. A mulher tende a aceitar e justificar as atitudes do agressor, protelando a exposição de suas angústias até que uma situação de violência física, muitas vezes grave, ocorra.

A violência psicológica acontece quando ele...

#1. Quer determinar o jeito como ela se veste, pensa, come ou se expressa.

#2. Critica qualquer coisa que ela faça; tudo passa a ser ruim ou errado.

#3. Desqualifica as relações afetivas dela: ou seja, amigos ou família "não prestam".

#4. A xinga de "vadia", "imprestável", "retardada", "vagabunda"...

#5. A expõe a situações humilhantes em público.

#6. Critica o corpo dela de forma ofensiva, e considera como uma "brincadeira".


...entre outras formas de violência que são subjetivas e que, muitas vezes, passam despercebidas no dia a dia.

Para informações sobre a Lei Maria da Penha, que criminaliza a violência doméstica em todas as suas manifestações, ou para fazer uma denúncia, ligue para a Central de Atendimento à Mulher no número 180.
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Se sentindo desmotivado? Veja 7 dicas para quem precisa mudar a própria vida, mas não consegue

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Todos nós temos metas e objetivos que gostaríamos de conquistar, mas muitas vezes acabamos deixando de fazer o que é necessário para que os resultados esperados sejam alcançados. Às vezes somos críticos demais com nós mesmos e isso nos impede de seguir em frente e fazer mudanças positivas – o mesmo vale para quem tem baixa autoestima.


Medo de mudança e preocupação em excesso são fatores que nos impedem de agir, e quando isso acontece fica difícil dar o primeiro passo. Se essa sensação de paralisia descreve a sua situação no momento, se você sente que está parado no mesmo ponto e não consegue modificar sua vida, tente colocar em prática as dicas a seguir, divulgadas pelo Psychology Today:

1 – Lugar de passado é no passado

É realmente difícil avançar e ter um futuro melhor se sua cabeça vive ocupada com coisas do passado. Você errou lá atrás? Tudo bem, todos se equivocam. O que não dá é para viver remoendo aquilo que não saiu como o esperado e se culpar eternamente por isso. Nem sempre as coisas saem do jeito que esperamos,e, quando não tem como remediar a situação, o negócio é aceitar e seguir em frente.

2 – É preciso ver as coisas de uma maneira diferente

Deixar o passado para trás é o primeiro passo para conseguir enxergar o agora de uma forma diferente e, a partir disso, conseguir agir e mudar. Uma boa maneira de encontrar oportunidades na fase atual é buscar meditar e passar um tempo sem a companhia de ninguém. Se for possível, faça uma pequena viagem ou encontre um jeito de pausar a sua rotina e se distanciar do seu momento presente. Essas pequenas atitudes podem ajudar você a enxergar novos pontos de vista e entender que um futuro melhor é possível.

3 – Fazer pequenas mudanças é necessário

Quando modificamos nossa vida em algum aspecto, nosso cérebro fica mais ativo e criativo, e para isso é preciso pouco: vale desde mudar a decoração da sua casa até fazer outros trajetos na hora de ir para o trabalho. Buscar conhecer novas pessoas, novos lugares, novos sabores e novas possibilidades é fundamental, pois essas transformações, ao longo do tempo, tendem a fazer com que você consiga realizar seus objetivos e se sentir melhor.

4 – Descubra o que faz com que você se sinta vivo

A dica aqui é não resumir a sua vida ao seu trabalho. Você pode até amar muito aquilo que faz para ganhar o pão de cada dia e isso é ótimo, mas é preciso ir além e se perguntar o que é que faz com que a sua vida valha a pena. Nesse sentido, falamos de atitudes que proporcionam a sensação de satisfação pessoal mesmo, como quando você faz um trabalho voluntário e sente que cresce como ser humano.

Se sua vida não parece inspirar você como indivíduo, é preciso mudar e se perguntar o que é que está faltando. O que faz você feliz? Quais foram as coisas mais fantásticas que você já fez na vida? Quais são as coisas mais legais da sua existência agora? Quando foi a última vez que você se divertiu para valer? Quem inspira você? No que você é realmente bom?

5 – Acreditar em si mesmo é fundamental

Se nem você se dá crédito, por que as outras pessoas deveriam? Não tenha medo de sair da sua zona de conforto nem de valorizar seus pontos positivos ou de reconhecer os seus negativos. O que importa aqui é saber das suas muitas capacidades, ainda que por trás delas exista medo e insegurança.
Para acreditar em si mesmo é preciso desenvolver o autoconhecimento, e isso acontece por meio da observação. Vale perceber aqui quais são as suas reações diante de determinadas situações e, a partir disso, trabalhar em cima daquilo que pode ser aprimorado: em vez de dizer “eu não consigo”, prefira “eu não posso fazer isso agora, mas vou aprender a realizar essa tarefa para dar conta dela no futuro”. Para melhorar sua autoconfiança, anote as coisas que deram certo na sua vida graças ao seu esforço – você vai ver que a lista é maior do que você imaginava.

6 – Sabe a esperança? Que tal dar uma chance a ela?

Decepções e erros do passado podem fazer com que uma pessoa deixe de ter esperança em um futuro melhor, e isso é bastante perigoso. É ela que nos dá a motivação necessária para erguer a cabeça e tomar atitudes para mudar, então é essencial não deixar que a esperança vá embora de vez só porque algo não deu certo. Tente meditar, ler e orar (caso você tenha fé espiritual) – essas são atitudes que nos ajudam a deixar o pessimismo de lado. Vale lembrar que a esperança não é permanente e que a busca por ela deve ser constante.

7 – Talvez seja necessário pedir ajuda profissional, e não há nada de errado nisso


Nem sempre conseguimos alterar padrões negativos de pensamentos e, consequentemente, de atitudes. Nesses casos, quando a mudança parece impossível mesmo depois de tentar as dicas anteriores, é perfeitamente normal buscar ajuda psicológica para, dessa forma, encontrar meios de promover as modificações necessárias. O ato de pedir auxílio é, muitas vezes, o primeiro passo para uma vida mais harmoniosa e com mudanças positivas.
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5 personalidades tóxicas que podem destruir os relacionamentos

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Você sai ou namora com o mesmo tipo de homem ou mulher há anos -- controlador, dominador, manipulador --, e parece ser incapaz de romper com esse padrão. Seus amigos vivem querendo saber: "Por que você sempre se deixa atrair por pessoas desse tipo, quando eles a fazem tão infeliz?"


Algum desses ex-parceiros, ou todos, lembram alguém que faz parte de sua vida? Se você olhar bem, aposto que verá uma semelhança entre essas personalidades tóxicas e o primeiro relacionamento que você teve na vida com uma pessoa do sexo oposto -- normalmente sua mãe ou seu pai.

Os padrões começam no início

Nossos relacionamentos muitas vezes são baseados em materiais projetados. Gravitamos na direção de pessoas que nos deixam fazer aquilo que sabemos fazer -- quer seja positivo ou negativo: pessoas que nos são familiares. Os padrões originais de interações que aprendemos com nosso pai ou nossa mãe -- aquele que for do sexo oposto -- podem nos levar a repetir os mesmos padrões novamente, desse modo nos conservando dentro de nossa zona de conforto.

Assim, embora você talvez viva dizendo a seus amigos que quer algo diferente -- talvez um parceiro com mais consideração, alguém que o aceite como você é e não procure controlá-lo --, é provável que você ainda gravite em direção à figura parental controladora, uma personalidade com quem você sente familiaridade e tem experiência em lidar.

Rompendo os padrões originais

À medida que você cresce e amadurece, talvez reconheça que deseja um tipo diferente de parceiro em sua vida adulta. Conhecer-se é o primeiro passo para conquistar a capacidade de admitir e reconhecer padrões semelhantes em relacionamentos -- e assim evitá-los. Embora você ainda se sinta atraído por aquelas personalidades que lhe parecem familiares, você pode optar conscientemente por superar a compulsão.

Se o fizer, você abrirá espaço para o relacionamento certo entrar em sua vida. Pelo fato de ter mudado, você pode começar a atrair uma pessoa diferente e melhor.

Cinco tipos de personalidade frequentes em parceiros tóxicos

Dra. Gail Gross pesquisadora e educadora, com Ph.D. em psicologia e doutorado em educação, relata algumas personalidades tóxicas comuns por quem as pessoas tendem a se sentir atraídas. A psicóloga revela que existem alguns sinais de alarme para os quais você deve ficar atenta quando reconhecer a necessidade de libertar-se desses tipos tóxicos.

1. O parceiro dominante e controlador

Uma pessoa excessivamente intensa que exibe características de dominação e controle -- alguém que perde a calma facilmente, que faz manha, se retrai e faz questão de impor sua vontade.

2. O narcisista

O narcisismo pode ser difícil de detectar, em parte porque os narcisistas são hábeis em esconder o que interessa a eles. São camaleões perfeitos, que aparentam estar totalmente sintonizados com seus desejos e necessidades. Contudo, para o narcisista tudo remete realmente aos interesses dele. Portanto, fique atento: se vocês namorarem por tempo suficiente, o narcisista vai revelar sua necessidade de impor sua vontade, de enxergar as coisas sob a ótica dele, e o comportamento dele, de fazer exigências, será revelado. Mais adiante no relacionamento, você pode descobrir que os narcisistas punem o parceiro -- se você não faz coisas que satisfaçam o ideal deles, eles se irritam e se retraem. Os narcisistas são manipuladores e farão todo o possível para alcançar suas próprias metas.

3. O homem ou mulher que "não tem espaço para você" na vida dele(a)

Fique atento para o homem ou mulher que é tão focado nele mesmo que realmente não sobra espaço para você. Talvez todas as conversas de vocês digam respeito a ele. É possível que ele nem lhe pergunte sobre seus interesses ou experiências, o que dirá seus sentimentos.

4. O de alma ferida

Há o tipo de pessoa tão prejudicada pelas feridas que sofreu na infância que não há como participarem de um relacionamento sadio, a não ser que passe por terapia séria. Muitas vezes a criança que cuidava de outros torna-se um adulto que cuida de outros e que gravita em direção a esse tipo de pessoa carente. É extremamente importante ter consciência disso, reconhecer o fato e superar o impulso de pensar que você poderá fazer uma diferença na vida dessa pessoa. Ser o salvador que resgata os outros também é uma espécie de "vício" e só pode levar a problemas sérios no futuro do relacionamento.

5. O egoísta

Outro sinal pelo qual é preciso ficar atento é a pessoa que não demonstra empatia. Esse tipo de pessoa acha impossível entender ou solidarizar-se com os desafios ou mesmo com as vitórias de outros que não sejam como ela. A empatia pode ser ensinada, mas, se não está presente em um adulto, a reabilitação desse adulto requer muita terapia.


Conhecer a si mesmo é crucial para reconhecer sua tendência a cair nesses padrões de namoro negativos. À medida que você usa sua autoconsciência para começar a libertar-se dos padrões e buscar relacionamentos mais saudáveis, uma das perguntas mais importantes a se fazer sobre alguém com quem está saindo é se essa pessoa compartilha seus valores.

Independentemente de uma pessoa ser controladora ou ser alguém que dá apoio, ser dominadora ou tímida, ser como o pai (no caso das mulheres) ou mãe (no caso dos homens) com quem você cresceu ou ser radicalmente diferente dele, em última análise, não é possível ter um relacionamento com alguém que não tenha os mesmos valores fundamentais de vida que você.


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Dicas científicas (e simples) para combater a ansiedade

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A Ansiedade é uma doença psiquiátrica que afeta grande parte da população. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil lidera o ranking de pacientes com o mal: 9,3% dos brasileiros apresenta os sintomas de ansiedade.


Pensando nisso, muito tem sido feito em relação às pesquisas para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas. Por isso separamos três dicas cientificamente comprovadas que podem ajudar quem tem a doença.

Faça as coisas de um jeito “mais ou menos”

Quando precisamos fazer algo importante muitas vezes demoramos muito tempo para tomar decisões, já que queremos fazer da forma mais perfeita possível. Por isso, o conselho do professor Barney Dunn, da Universidade de Exeter, no Reino Unido, é fazer as coisas de um jeito “mais ou menos”.

A ideia é que, se souber desde o começo que os resultados não serão perfeitos, a preocupação da pessoa diminui e a agilidade aumenta. Segundo Dunn, isso evita a procrastinação e, uma hora ou outra, o sujeito descobrirá que não está fazendo a coisa de forma tão ruim.

Isso não significa que o resultado realmente ficará mais ou menos, já que, com menos tempo gasto enrolando, haverá mais para corrigir e melhorar o projeto. Além disso, essa técnica incentiva novas práticas e a diversão.

Se perdoe e espere para se preocupar

Segundo muitos estudos, um dos maiores problemas dos ansiosos é que têm o hábito de se cobrarem muito e de se sentirem culpados por tudo. Logo, uma saída é tentar mentalizar que a culpa não é sempre sua e, ao se cobrar, dar uma bronca em si para relembrar que a carga do mundo não está sobre você.

Para as preocupações, a dica é postergar o momento de entrar pânico com algo que você acha que mereça sua tensão — nesse caso, a ideia é separar dez minutos por dia para se preocupar, nada mais que isso.

Ache propósito na vida ajudando o próximo

Às vezes parece que já existem preocupações e tarefas o suficiente, o que pode resultar em ansiedade. Entretanto, uma outra dica é focalizar as energias no próximo, ou seja, nos problemas e na vida de alguém que precise de você.

Segundo o neurologista Viktor Frankl, em entrevista à The Atlantic, “para as pessoas que acham que não há mais nada para que viver, nada para esperar da vida… a questão é que essas pessoas precisam perceber que a vida ainda está esperando algo delas”.


A ideia aqui é que, ao perceber que outro indivíduo precisa de ajuda, a pessoa vai se sentir útil e terá mais motivos para continuar. Mesmo que quem esteja recebendo o apoio nunca se dê conta de sua importância, você saberá, o que é o mais importante.

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Estou desistindo do meu curso. E agora?

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 O que acontece com o estudante quando ele começa a questionar se sai da universidade ou troca de curso diante da pressão? Na verdade, passamos por alguns estágios de dúvida, e são nesses momentos em que devemos rever nossas escolhas sem entrar em pânico. Alguns desses problemas podem ser uma oportunidade de mudança.

O início do problema
Tudo começa com aquele pensamento: cheguei até aqui para desistir agora? O que as pessoas vão pensar? Meus pais estavam tão orgulhosos! Quando somos realmente honestos, percebemos que não é falta de motivação, mas um aviso de que algo errado está acontecendo. Essa confusão faz com que você se sinta sobrecarregado.
Você começa a ficar chateado
Não importa o quanto você negue. Toda vez em que você faz algo que não tem mais significado é provável que você acabe frustrado. Então, tudo no seu curso irá te incomodar. Tudo parecerá mais difícil que o normal.
A barganha
Nesse momento, você entra no conflito 100%. Tenta pensar em inúmeras possibilidades para não desistir: “falta pouco”, “é só ter foco, vamos lá”, “não sou o único”, “e se eu tentar um estágio?”, “e se eu aguentar mais um pouco?”. Sua cabeça não vai te dar sossego jogando perguntas a toda o momento sobre o que você deve fazer. Você vai se exaurir de tanto pensar!
O desânimo
Quando você não consegue dar conta de algo por pressão, a tendência é você se deprimir. Então, não estranhe se nessa fase você estiver completamente indiferente com relação à vida universitária e à profissão, com o seu futuro. Isso só é cansaço, não pegue pesado com você!
E agora? O que eu faço?
Nesses momentos, a melhor coisa é rever seus planos de vida. Verifique se eles ainda são coerentes com a situação atual, pois é impossível querer ter 100% de certeza sobre suas escolhas. Então, tentar ficar um tempo sem pensar ou esperar o semestre passar, pode ser uma boa para você respirar e decidir em paz. Muitos estudantes sentem-se pressionados por tentar atender a expectativas, mas você já é alguém e esse lance que está acontecendo é só uma fase.

Agora, se você já viu que o curso não é para você, não insista. Talvez, seja a hora de fazer o que você quer de verdade, de reinventar-se e dar atenção a suas reais necessidades, seus dons e talentos. Antes de mais nada, escolha ser feliz!
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Saiba como analisar suas qualidades e defeitos.

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Reconhecer quais os pontos em que você é bom e quais são aqueles em que precisa de ajuda fará com que você alcance um maior equilíbrio na vida pessoal e nas interações profissionais. Por ser difícil, inconveniente ou fazer com que as pessoas fiquem desconfortáveis, o autoconhecimento é uma ferramenta útil constantemente ignorada. Os pontos fortes de alguém podem não parecer úteis para outros, o que faz com que você fique em dúvida se as qualidades que possui são na verdade forças ou fraquezas.

Repense seus defeitos.

Pense neles como "áreas que precisam ser melhoradas". As pessoas normalmente sentem que poderiam se sair melhor em determinadas áreas da vida e isso faz com que utilizem termos negativos para descrever os pontos que precisam ser melhorados para que se sintam fortes e competentes. Não se foque nas "fraquezas", que passam uma impressão negativa, mas sim nas áreas que podem ser melhoradas. Isso o ajudará a se manter focado no futuro e no que pode fazer para melhorar.


Os defeitos podem ser concebidos como coisas que você deseja melhorar ou que não são relevantes aos seus desejos ou objetivos na vida. Reconheça que ambos os tipos de defeitos são aceitáveis, pois eles não são aspectos permanentes da vida, eles podem ser melhorados.

Identifique as áreas para crescimento em potencial.

Elas podem ter relação com qualquer coisa, desde habilidades profissionais até problemas com autocontrole alimentar. Você também pode referir-se à incapacidade de defender um gol ou resolver problemas rapidamente. Às vezes, esse crescimento surge decorrente dos aprendizados da vida. Em outras horas, ele surge quando você se esforça para superar a incapacidade que percebe em si mesmo.

Um defeito aparente pode indicar que uma atividade não é adequada para você e é necessário compreender isso. Se todos fossem bons em tudo, o mundo seria um lugar enfadonho.

Mantenha o foco nos pontos positivos. 

Muitas pessoas acreditam que se focar nas fraquezas é um desperdício de tempo e esforços. Tente cultivar seus pontos positivos a todo o momento, pois esse é um modo melhor de identificar seus defeitos. Os pontos fracos normalmente são compostos por áreas em que não há interesse ou desejo de se melhorar, portanto, foque-se nos pontos positivos. Reconheça suas qualidades – você provavelmente terá muitas delas –, mesmo em áreas em que se sente "fraco" e foque-se nos pontos em que acredita ser capaz de ser mais eficiente.

Monte uma lista de suas qualidades e defeitos.

Foque-se no que acredita serem seus pontos positivos e negativos. Leve em consideração as respostas que recebeu das pessoas por e-mail e as coisas que aprendeu sobre si mesmo com os outros exercícios para colocar no papel as áreas de sua vida que considera fortes e fracas. Foque-se no modo com o qual vê suas qualidades e seus defeitos com base na vida que leva hoje, seja ela profissional ou pessoal, em vez de se focar no passado ou nos desejos que tem.

Seja sincero consigo mesmo, afinal, ninguém o julgará de acordo com sua lista. Em um papel, crie duas colunas identificadas por "Qualidades" e "Defeitos" e vá preenchendo-as conforme pensa em exemplos.

Compare as listas. 

Elas o surpreenderam? Você se considerava forte em uma área, mas a lista indica o contrário? Essas situações ocorrem quando você repete algo para si mesmo, mas uma situação difícil mostra sua verdadeira personalidade.

Você encontrou alguma incompatibilidade entre o que deseja e as qualidades que acredita possuir? Isso normalmente ocorre quando você tenta viver a vida com base no que esperam de você ou no que acredita ser o certo, mas seus desejos e ações dizem o contrário.

Analise as surpresas e as incompatibilidades.

 Consulte todas as listas que criou e veja quais itens não combinam para analisar o motivo pelo qual algumas das qualidades e dos defeitos que acreditava possuir são diferentes. É possível que você acredite gostar ou ser motivado por algumas coisas, mas isso não ser verdade? Monte essas listas para ter uma ideia melhor de quem é.

Mantenha o foco nas áreas que não batem e tente identificar o porquê disso. Por exemplo, uma pessoa pode escrever que deseja ser cantora, mas que é muito boa em ciências. Essas duas áreas são bastante distintas, portanto, identifique o que realmente o motiva no longo prazo.

Peça a opinião de familiares e amigos. 

As pessoas próximas podem realizar comentários construtivos que solidificarão suas observações ou destruirão algumas ilusões. É importante não entrar na defensiva ou levar tudo para o lado pessoal ao ouvir que você poderia melhorar em determinada área. Incorporar as críticas construtivas na vida diária é uma qualidade que você pode desenvolver.

Pense no que encontrou. 

Após analisar suas qualidades e seus defeitos, passe um bom tempo refletindo sobre como se sente em relação a isso. Você precisa ou deseja trabalhar em algum dos defeitos que encontrou? Pense bem sobre o que é necessário para isso.

Matricule-se em um curso ou encontre atividades que o ajudarão. Por exemplo, se você acha que passará mal quando algo súbito ocorrer, pratique alguma atividade em que o inesperado é comum. Você pode juntar-se a um grupo de teatro ou frequentar um bar com karaokê, por exemplo.

Considere a terapia ou outros modos de conversar sobre suas preocupações e medos. Caso fazer um curso não o ajude ou a ansiedade o impeça de seguir em frente, procure um terapeuta.
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Pais controladores: descubra as consequências na vida de seus filhos

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Um estudo conduzido por uma equipe de pesquisadores da Universidade College London, no Reino Unido, levou ao que eles dizem ser uma correlação entre o comportamento controlador dos pais e problemas emocionais de bem-estar para a criança mais tarde na vida. Em seu artigo publicado no “Journal of Positive Psychology”, a equipe descreve a natureza do seu estudo e suas conclusões sobre o que os voluntários relataram.


A maioria das pessoas provavelmente acredita que crianças criadas em lares felizes e amorosos tendem a se tornar, em sua maior parte, razoavelmente bem quando adultos – é o senso comum. O que os cientistas da Grã-Bretanha acreditam ter descoberto é a prova de que tal senso comum é, na verdade, bastante preciso.

Os resultados são parte de um estudo de longo prazo que vem acontecendo no país desde 1946, quando 5.362 pessoas foram inicialmente incluídas na Pesquisa Nacional de Saúde e Desenvolvimento, destinada a identificar problemas de saúde ao longo da vida. Nela, os voluntários são contactados periodicamente e convidados a participar de pesquisas ou exames médicos. Neste mais recente estudo, os participantes responderam um relatório com 25 perguntas que focava, em parte, na relação entre eles e seus pais, do nascimento até os 16 anos de idade.

Analisando os resultados, os estudiosos relatam que os pais que foram considerados controladores por seus descendentes produziram filhos que hoje avaliam ter menor bem-estar mental e são menos felizes do que pessoas criadas por pais menos controladores, que ofereceram maior apoio emocional.

Educação infantil com menos controle, mais diálogo

O comportamento controlador, explicam os pesquisadores, é aquele que não permite que as crianças tomem suas próprias decisões, não os deixa pensar por conta própria ou ter suas próprias opiniões, invade sua privacidade, ou promove a dependência dos pais.

Particularmente digno de nota, os pesquisadores descobriram que o impacto era mais profundo nos voluntários da faixa etária de 60 a 64 anos, sendo tão forte que os cientistas chegaram a compará-lo à morte de alguém próximo.


Em contrapartida, os voluntários que acreditavam que seus pais não eram controladores relataram maior satisfação com a vida e sentimentos de bom bem-estar mental. Os autores do artigo apontam que isto concorda com estudos anteriores, que mostraram que crianças criadas por esses pais tendem a crescer e se tornar melhor em construir e manter relacionamentos saudáveis ​​com outras pessoas.

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Nem todos os psicopatas são assassinos – eles podem ser profissionais de sucesso

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Nem todo psicopata é um criminoso ou serial killer. Na verdade, algumas de suas características, como coragem ao enfrentar riscos e ser carismático, são as mesmas que qualquer pessoa em papel de liderança precisa. Então qual é a linha tênue que separa um psicopata de sucesso, como um político, de um que perde o controle e mata pessoas? Um estudo buscou traçar essa diferença.
Todos os psicopatas são criminosos se você procurar por eles em uma prisão


A psicopatia não é facilmente definida, mas a maioria dos psicólogos vê a condição como um transtorno de personalidade caracterizada pela habilidade de encantar superficialmente os outros, aliado à profunda desonestidade e falta de culpa, além de pouco controle impulsivo.

De acordo com estimativas, 1% da população é psicopata, sendo a maioria homem. O número, porém, não parece representar a quantidade total de pessoas com algum nível de psicopatia, já que não é necessário apresentar todos os sintomas do transtorno para ser considerado um psicopata.
O que parece atrapalhar os trabalhos sobre o assunto é que os pesquisadores procuram pelos psicopatas em um local fácil de encontrá-los: na prisão. Até recentemente acreditava-se que todos eram criminosos. O desafio dos estudiosos, então, é encontrar psicopatas que levam uma vida normal, sem entrar em conflito com a lei.

Charmoso, agressivo e egoísta

Em 1977, Catherine Widom publicou um estudo sobre “psicopatas não institucionalizados”. Para encontrar esses indivíduos, ela colocou um anúncio em jornais da cidade de Boston, convidando pessoas “charmosas, agressivas, sem preocupações e que são impulsivamente irresponsáveis mas que são boas em lidar com pessoas, além de buscar seus próprios interesses”.

As pessoas que ela recrutou exibiam o perfil de personalidade parecido com aqueles psicopatas encarcerados, e dois terços haviam de fato sido presos. Então o que manteve um terço deles longe das prisões?

Uma pesquisa de Adrian Raine, da Universidade da Pensilvânia (EUA), conduzida na década de 1990, ajuda com essa questão. Ele identificou 13 psicopatas que haviam cometido crimes e 26 que tinham o perfil do transtorno, mas que não tinham sido presos. O pesquisador considerou provisoriamente que esses 26 eram psicopatas de sucesso.

No experimento, cada homem deveria ser gravado em vídeo falando sobre seus defeitos. Raine percebeu que os considerados psicopatas de sucesso tinham ritmo cardíaco acelerado, sugerindo que tinham ansiedade social. Esses homens também mostraram que conseguem controlar seus impulsos em atividades propostas pela pesquisa.

A conclusão foi que quem tem ansiedade social e controle sobre seus impulsos consegue se manter longe de problemas com a lei.

O psicopata de sucesso

Mais recentemente, alguns estudos mostraram que pessoas com maiores traços psicopatas tendem a ser encontrados com mais frequência em atividades como política, negócios, segurança pública, combate de incêndio, operações especiais militares e esportes de risco. A maioria desses psicopatas não exibem sintomas clássicos, mas não deixam de apresentar o transtorno.


É provável que a audácia, carisma, coragem e resiliência permita que essas pessoas tenham um resultado até melhor do que a média. O psicólogo Robert Hare, especialista canadense de psicopatia, brinca que o segundo melhor lugar para encontrar psicopatas depois da prisão é na bolsa de valores.

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Os 6 elementos de um pedido de desculpas eficaz de acordo com a ciência

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O estudo ( clique aqui ), publicado pela revista Negotiation and Conflict Management Research, foi conduzido na Universidade do Estado de Ohio, pelo pesquisador Roy Lewicki. “Pedidos de desculpa realmente funcionam, mas você deve tentar incluir o máximo de elementos que puder”, orienta ele.

No experimento, 755 pessoas tiveram suas reações avaliadas quando alguém se desculpava. Os seis elementos identificados são estes:
1. Mostrar remorso;
2. Descrição do que aconteceu de errado;
3. Responsabilizar-se pelo erro;
4. Declaração de arrependimento;
5. Oferta para resolver o problema;
6. Pedido de perdão.

Os melhores pedidos de desculpa incluíam esses seis elementos, mas os pesquisadores descobriram que eles não têm o mesmo peso. “O componente mais importante é mostrar responsabilidade. Diga que é sua culpa, que você cometeu um erro”, diz Lewicki.

O segundo mais importante é a tentativa de solucionar o problema. “O que mais preocupa no pedido de desculpa é que apenas falar é muito fácil. Mas ao dizer ‘vou consertar o que está errado’, você está se comprometendo a tomar uma atitude para desfazer o prejuízo”, explica.

Os próximos três elementos têm pesos iguais: mostrar remorso, descrever o que houve de errado e declaração de arrependimento. Já o componente menos eficiente é o pedido de perdão. “Este você pode deixar de fora se necessário”, diz Lewicki.

Foi sem querer querendo

O estudo também mostrou que as pessoas são menos inclinadas a aceitar um pedido de desculpas se acreditarem que o outro cometeu o erro com más intenções.

O grupo de voluntários foi dividido em dois para analisar um cenário de uma pessoa que cometeu um erro no ambiente de trabalho e depois se desculpou pela ação. Enquanto o primeiro grupo foi informado de que a pessoa cometeu o erro por falta de competência na área, o outro recebeu a informação de que a pessoa cometeu o erro por falta de ética.

O peso dos seis componentes do pedido de desculpas continuou o mesmo, mas o pedido de desculpas do segundo grupo foi pior avaliado.


O pesquisador principal, porém, admite que o estudo precisa ser melhorado, já que neste experimento os voluntários apenas leram os pedidos de desculpas. “Certamente fatores como contato visual e expressão de sinceridade apropriada são importantes em um pedido de desculpas feito cara a cara”, ressalva. 


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Como funciona um teste vocacional?

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Psicólogos fazem um levantamento das aptidões e interesses da pessoa e apresentam profissões que tenham a ver.



 Na verdade, a palavra “teste” hoje é considerada ultrapassada – fala-se mais em orientação vocacional. E é importante notar que ele não tem por finalidade definir a profissão da pessoa. O objetivo, na verdade, é ajudá-la a conhecer a si mesma e ao mercado e escolher sua área de trabalho da forma mais consciente possível.

1. Após uma primeira conversa com o psicólogo, a pessoa participa de dinâmicas, entrevistas e exercícios. Isso ajuda a descobrir quais são os interesses e se eles batem com as aptidões. Não adianta gostar de números e não ter bom raciocínio lógico, por exemplo. Ainda é preciso identificar expectativas: quais vontades são realmente da pessoa e quais são influência da família?

2. Com as informações coletadas, os orientadores apresentam as opções de profissões. É feito o levantamento de cada carreira que o aluno poderia seguir dentro de suas áreas de interesse. Além disso, o orientador também pode apresentar profissões que o aluno desconhecia até então

3. A partir do momento em que o aluno já tem na cabeça as profissões que gostaria de seguir, há um encontro com profissionais daquela área. Com eles, tem a oportunidade de saber como é o dia a dia daquela carreira e a realidade do mercado de trabalho

4. Já mais certo das profissões que deseja, o aluno ganha lições sobre como é o mercado de trabalho daquela função. Isso serve para comparar as expectativas com a realidade e ajudá-lo a se preparar

5. Ao longo do processo, o aluno também pesquisa sobre as ocupações de que gostou para entender a grade de disciplinas da faculdade. É também o momento para ver qual é o custo do curso e se ele tem condições de pagar as instituições que prefere. Depois disso, é com o aluno: ele decide qual caminho quer seguir

QUESTÕES EXISTENCIAIS

Algumas das perguntas feitas no teste

– Quais as matérias de que você mais gosta na escola?

– Quais as matérias em que tem mais dificuldade?

– Em que situações se sente muito bem?

– Em que tipo de ambiente gostaria de trabalhar?

– Com quais “objetos” gostaria de trabalhar? (ex.: números, pessoas, dinheiro, tinta, bichos)

PARA ONDE EU VOU?

Saiba em qual área se encaixa o seu perfil

Exatas -Geralmente, atraem quem tem interesse por física, bons raciocínios lógico e aritmético e predisposição em trabalhar com questões de raciocínio espacial (engenharia)

Humanas -Para quem gosta de interagir com pessoas e tem interesse maior na área social, facilidade de contatos interpessoais, raciocínio verbal e amplo repertório vocabular


Biológicas -Costuma ser o destino de quem possui uma vontade ou uma preocupação de entender o funcionamento do corpo, além de interesse nas áreas de zootecnia e botânica

E você, já decidiu sua profissão? Você não precisa decidir agora, mas já garanta o desconto de até 70% no seu curso na sua Faculdade de escolha, clicando aqui:  Quero Bolsa . Não perca!
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