6 reflexões para entender o pensamento de Carl Jung

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Fundador da psicologia analítica, o psiquiatra estudou termos essenciais para entender a psique coletiva.


Nascido em 26 de julho de 1875, Carl Jung foi o psiquiatra suíço responsável por fundar a psicologia analítica, que explora a importância da psique individual e sua busca pela totalidade. Jung ajudou a popularizar termos comuns da psicologia, como “arquétipo”, o significado de “ego” e a existência de um “inconsciente coletivo”. Seu trabalho influenciou vários campos além da psicologia, como a antropologia, filosofia e teologia.

Como pesquisador em um hospital psiquiátrico na Suíça, Jung chamou a atenção de Sigmund Freud, fundador da psicanálise, e vários conceitos desenvolvidos pelos dois apresentam semelhanças, embora eles não tenham chegado a trabalhar juntos. Conheça as conclusões mais notáveis observadas por ele:

1- Nenhum indivíduo é totalmente introvertido ou extrovertido

Em Tipos Psicológicos, um de seus livros mais influentes, Jung analisa os padrões da personalidade e comportamento que compõem as singularidades de um indivíduo. Para o psiquiatra, todas essas características são resultado da maneira única como cada pessoa opta por utilizar suas capacidades mentais.

Como exemplo, Jung afirma que existem duas “atitudes” opostas, conhecidas como extroversão e introversão: cada indivíduo parece dividir sua energia entre o mundo externo e interno, em diferentes escalas. O introvertido se sente mais confortável com seus próprios pensamentos e sentimentos enquanto o extrovertido se sente “em casa” quando lida com outras pessoas e objetos, além de prestar mais atenção sobre seu impacto diante do mundo — introvertidos, por sua vez, costumam observar como o mundo ao seu redor os afeta. Jung foi um dos principais estudiosos sobre esse traço de personalidade e ajudou a popularizar o conceito.

2-Todas as pessoas carregam quatro funções cognitivas principais

Ao contribuir com sua teoria sobre “tipos” psicológicos, Jung também mostrou que pessoas pensam, sentem e experimentam o mundo de maneiras distintas. Ele identificou quatro funções psicológicas fundamentais: a sensação, pensamento, sentimento e intuição. Cada uma delas pode operar tanto através do indivíduo introvertido como do extrovertido. Normalmente, apenas uma dessas características é mais dominante — a chamada “função superior”. As demais funções são mantidas no inconsciente, menos notáveis e desenvolvidas.

Em poucas palavras, devemos ter uma função que indique algo que existe — a sensação —, outra, o pensamento, estabelece o que isso significa; a terceira declara se aquilo nos convém e se queremos aceitar essa coisa ou não — o “sentir” — e a última, a intuição, serve como uma percepção inconsciente das coisas, indicando “de onde vieram e para onde estão indo”.

3-Seres da mesma espécie compartilham semelhanças em suas “mentes inconscientes”

Segundo Jung, nascemos com uma herança psicológica, assim como a herança biológica. As duas são importantes para determinar traços de comportamento: “assim como o corpo humano representa um ‘museu de órgãos’, cada um com um longo período evolutivo por trás dele, devemos esperar que a mente também esteja organizada desta forma”, explicou. O psiquiatra enfatiza que o inconsciente coletivo é o centro de todo aquele material psíquico que não surge a partir da experiência pessoal. Seu conteúdo e imagens parecem ser compartilhados por pessoas de todas as épocas e culturas, enquanto o inconsciente pessoal envolve o passado e memórias de cada indivíduo. O conceito afirma que nossa mente já nasce com uma estrutura capaz de determinar seu desenvolvimento no futuro e sua interação com o meio em que vive.

Os elementos comuns no inconsciente coletivo são chamados de arquétipos, ideias e imagens herdadas para responder ao mundo de certas maneiras. Jung identificou-os ao notar que vários pacientes descreviam sonhos e fantasias que incluíam referências que não poderiam ser rastreadas em seus passados pessoais. O estudioso também observou que muitos desses elementos envolvem figuras e temas religiosos encontrados em diversas culturas e mitologias.

4-O ego é o centro do consciente humano

Para Jung, o ego é um dos principais arquétipos da personalidade e o centro da consciência. Ele fornece direção às nossas “vidas conscientes” e tenta nos convencer de que devemos sempre planejar e analisar nossas experiências conscientemente. A explicação é parecida com a versão do psicanalista Sigmund Freud: o ego surge do inconsciente e reúne várias memórias e experiências, desenvolvendo assim a verdadeira divisão entre o inconsciente e consciente.

5-Todo indivíduo assume uma “máscara” sobre o inconsciente coletivo

Outro arquétipo, a persona é a aparência que apresentamos ao mundo, o personagem que assumimos perante a sociedade, incluindo nossos papéis sociais, as roupas que vestimos e a maneira como nos expressamos. Todos os indivíduos passam por essa adaptação, que tem aspectos negativos e positivos. A persona pode ser crucial para o desenvolvimento da personalidade, quando o ego passa a se identificar com o papel que desempenhamos. De acordo com Jung, é comum derrubarmos essa identificação para aprender quem somos de verdade no processo de individualização, mas é possível que as pessoas também passem a acreditar de verdade nessa “máscara” ilusória da persona. Membros de grupos minoritários tendem a ter problemas de identidade causados pelo preconceito cultural e a rejeição social de seus personagens, por exemplo.

6-“Mesmo uma vida feliz não pode existir sem um pouco de escuridão”


Em entrevista ao jornalista Gordon Young, feita em 1960, Jung observa que a palavra “felicidade” perderia seu significado se não fosse equilibrada por um pouco de tristeza. “É compreensível que busquemos a felicidade e evitemos os momentos de pouca sorte”, explica. “Mesmo assim, a razão nos ensina que essa atitude não é razoável e o melhor seria encarar as coisas conforme elas surgem, com paciência e tranquilidade.”
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Pesquisa indica: preferimos não receber "spoilers" da própria vida

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Pesquisa mostra que saber o futuro pode trazer mais angústia do que alívio, mesmo quando se trata de uma boa notícia.

 


Uma nova pesquisa publicada no periódico Psychological Review mostrou que as pessoas preferem permanecer ignorantes quanto a eventos futuros.

O estudo fez perguntas a um grupo de aproximadamente duas mil pessoas, da Espanha e da Alemanha. Nos resultados gerais, de 85 a 90% preferia não ter nenhum conhecimento em relação a eventos negativos, como por exemplo, a morte de um parente próximo. Surpreendentemente, 40 a 70% dos entrevistados também não gostariam de saber sobre acontecimentos positivos, mesmo se tratando do presente que receberiam no Natal.

Segundo os cientistas, isso acontece porque a maioria sente que se arrependeria de saber a resposta, preferindo evitar qualquer tipo de apreensão ou sensação ruim. Outro fator curioso é que justamente os que escolheram não saber sobre o futuro tendem a evitar quaisquer riscos, e são os que mais adquirirem seguros de vida. Isso comprova a teoria de que as pessoas preferem fazer escolhas que previnam algum arrependimento futuro a realmente saber qualquer coisa por antecipação.

Curiosamente, a única informação que a maioria das pessoas se permitia ter acesso era conhecer o sexo de um bebê que está para nascer. Em torno de 37% das pessoas apenas escolheram ficar no escuro quando colocadas nesse tipo de situação.


"Na mitologia grega, Cassandra, filha do rei de Tróia, possui o poder de prever o futuro. Mas ela também havia sido amaldiçoada e ninguém acreditava em suas profecias. No nosso estudo, percebemos que as pessoas prefeririam não possuir os poderes que fizeram Cassandra famosa, na tentativa de não passarem pelo sofrimento que esse dom pode trazer, evitarem o arrependimento e aproveitarem o prazer que a surpresa de receber notícias boas podem oferecer", conclui um dos autores do estudo, Gerd Gigerenzer, do Instituto Max Planck para Desenvolvimento Humano.
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O que é TOC, o transtorno obsessivo compulsivo?

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A doença afeta 2% da população, mas ainda assim muitos acreditam que são somente manias


Todo mundo gosta de falar que possui algum tipo de TOC: “Não consigo ver livro desarrumado, preciso ajeitar. É tipo TOC!”, “Nossa é só eu voltar pra casa e já tenho que lavar a mão. Meu TOC não deixa, preciso ficar limpo!” são algumas das coisas que ouvimos por aí.

O transtorno obsessivo-compulsivo está longe de ser uma simples mania. A doença obriga seus portadores a realizarem compulsões — certos atos físicos ou mentais — destinados a aliviar a ansiedade e o incômodo causados por pensamentos de conteúdo desagradável que aparecem sem cessar na mente dos pacientes.

“O pensamento ruim vem, gera um incômodo, e então o portador sente a necessidade de realizar algum tipo de comportamento, uma compulsão, um ritual, para se livrar dele”, explica Daniel Costa, psiquiatra do Projeto Transtornos do Espectro Obsessivo-Compulsivo (PROTOC), grupo de pesquisa e tratamento associado ao Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, da Universidade de São Paulo (USP).

Acredita-se que 2% da população geral sofra desse mal. Os picos de incidência do TOC estão entre as crianças de período escolar e os jovens adultos, na faixa etária dos 18 e 20 anos. A disseminação de informação, portanto, é um dos pontos principais para a o tratamento da doença, que pode afetar crianças que, muitas vezes, não entendem que até mesmo seu cérebro é capaz de escravizá-las.

O conteúdo dessas obsessões, chamadas também de “pensamentos intrusivos”, varia amplamente. “Obsessões de agressão, como o medo de que alguém querido morra, receio de ter um impulso violento, de se ferir por não ser cuidadoso o suficientemente” são alguns dos exemplos dados por Costa.
Preocupações com contaminação ou sujeira, nojo excessivo, obsessões religiosas e sexuais, como temor de ter cometido incesto, de ser homossexual, de ter cometido pecado ou de blasfemar contra alguma ordem divina são outros casos típicos envolvidos nas fixações do portador do TOC.

Com a crescente tensão resultante desses pensamentos, as compulsões são a saída (provisória) encontrada pelos pacientes. “Pode ser tanto um comportamento observável como um ritual mental”, detalha Costa. Verificar se a porta está trancada, lavar-se por determinado número de vezes, repetir rezas, fazer contagens, redesenhar linhas, dar pulos, alinhar objetos, organizar roupas. Tudo pode ser um ritual, assim como tudo pode ser uma obsessão.

Como refém

Como nem um milhão de repetições consegue acabar por definitivo com as obsessões, as horas escoam. Com o tempo perdido para realizar os rituais, aqueles que sofrem com o TOC começam a desenvolver o que Costa chama de “fenômeno da esquiva”. “Isso é pouco estudado. A pessoa começa a evitar as situações relacionadas à obsessão dela justamente para evitar os rituais que precisaria realizar”, explica.

As consequências acabam sendo o isolamento e a paralisação. “O TOC é uma das condições mais incapacitantes existentes. A gente acha que não só os comportamentos aparentes dela contribuem para esse comprometimento funcional mas fenômenos como o da esquiva também são responsáveis”, diz Costa.

É por isso que ele alerta: “Sintoma obsessivo-compulsivo é amplamente disseminado na população, todo mundo já teve um pensamento intrusivo. Mas a regra é que para estabelecermos um diagnóstico psiquiátrico, é preciso ter um comprometimento funcional muito grande. Só dá para falar em transtorno quando o comprometimento funcional ou sofrimento subjetivo pessoal é evidente”.

Procure ajuda

O tratamento envolve duas linhas de ação: a medicamentosa — acompanhada exclusivamente por psiquiatras — e a psicoterapia. “O tratamento do TOC é feito com alguns antidepressivos, os inibidores seletivos da recaptura de cerotonina”, diz Costa. Esses remédios também são utilizados no tratamento da ansiedade, visto a proximidade que ela possui com o transtorno. A diferença, porém, é que o ansioso preocupa-se de forma exagerada com assuntos cotidianos, enquanto o obsessivo-compulsivo possui pensamentos dos quais não consegue livrar-se a menos que realize os rituais.

A doença porém, possui evolução crônica. O médico explica que os sintomas podem ser controlados e até mesmo desaparecerem por um tempo, mas voltam em algum momento da vida.


As causas ainda são desconhecidas. “Fatores genéticos estão implicados, isso não há dúvida. Parentes de primeiro grau com pessoas que possuem o transtorno são mais propensos a tê-lo. Não existe um gene específico, porém”, conta Costa. Pelo que observam os pesquisadores, fatores ambientais, como traumas e abusos, podem disparar os sintomas, mas não esses "gatilhos" ainda não foram confirmados em estudos.
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Como a solidão pode comprometer a sua saúde

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Segundo estudo, solitários têm risco 39% maior de apresentar sintomas mais intensos de um resfriado. Ter muitos amigos nas redes sociais não diminui o risco

Você se sente sozinho? Uma nova pesquisa, publicada na revista Health Psychology, sugere que seu nível de solidão pode impactar diretamente na gravidade e na resposta do organismo a uma doença.

Para o atual estudo, os pesquisadores avaliaram níveis de solidão de 159 pessoas, entre 18 e 55 anos, além da quantidade de amigos que elas tinham nas redes sociais. Depois, os voluntários receberam, por via nasal, doses iguais de vírus de resfriado comum. Eles, então, ficaram isolados por cinco dias em um hotel para que os sintomas manifestados fossem avaliados pelos especialistas.

Os achados

Todas as pessoas que participaram do estudo tiveram a mesma chance de ficar doentes, mas aquelas que relataram sentir-se mais solitárias manifestaram os sintomas de resfriado como dor de garganta, espirro e coriza mais graves do que as que não se sentiam sozinhas. Segundo os resultados, os participantes solitários apresentaram uma probabilidade 39% maior para os sintomas mais agudos.

Além disso, os pesquisadores ressaltaram que a quantidade de interações sociais que as pessoas tinham pelas redes não teve um impacto significativo, o que sugere que o próprio sentimento de solidão pode afetar a saúde. “Você pode se sentir sozinho mesmo em uma sala cheia de pessoas”, disse uma das autoras da pesquisa Angie LeRoy, da Universidade de Houston e Universidade Rice, nos Estados Unidos, segundo o site da revista americana Time. “Não importa com quantas pessoas você tem amizade em suas redes sociais. Se elas não são significativas em sua vida, não fará diferença.”

Os cientistas concluíram que a qualidade dos relacionamentos é mais importante do que a quantidade de amigos. “Se você está tentando reverter esse sentimento, aumentar o número de contatos, por exemplo, não irá ajudar”, explicou à NPR Julianne Holt-Lunstad, professora de psicologia e neurociência da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos.

O risco

Estudos anteriores já mostraram que os sentimentos podem interferir na qualidade de vida, aumentando o risco de doenças ou impactando os sintomas. A razão para isso ainda não é totalmente clara. Sabe-se, por exemplo, que a solidão pode enfraquecer o sistema imunológico e deixar o corpo mais vulnerável a doenças como herpes ou quadros de inflamações crônicas, como artrite reumatoide e diabetes tipo 2. Isso aconteceria porque a solidão é um tipo de stress, situação que afeta as defesas do organismo.


A solidão tem sido reconhecida como um fator de risco para a saúde. Pessoas que se sentem solitárias têm um risco aumentado de 26% de sofrer morte prematura. “Se sentir sozinho pode ter efeitos na saúde como um todo, até mesmo sobre algo tão simples como um resfriado“, disse Angie. “Precisamos dar mais atenção a esse problema.”
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Está em busca de alguém? Veja 10 sinais de que o relacionamento tem tudo para dar errado e não caia em uma cilada.

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1 – Monólogo do tédio

Quando marcamos um encontro, a lógica é simples: conversar, trocar experiências, compartilhar vontades, descobrir e ser descoberto, na mesma medida. É por isso que cada um tem a vez de falar, né? Do mesmo jeito que é um porre sair com aquela pessoa que não fala nada de interessante, é péssimo não ter um momentinho para ser ouvida. Quando o outro lado só sabe brincar de monólogo, acenda o alerta vermelho. Isso só prova que ele não está tão interessado em saber de você, sua opinião, conquistas e derrotas; é mais importante se gabar da própria história do que apreciar a narrativa alheia, com falso interesse. Também rola aquela interrupção grosseira a todo instante? Fuja.

2 – Papo que não vinga

Sabe o temido silêncio constrangedor? Pois é, ele é normal em primeiros encontros. Afinal, todo mundo está nervoso, tentando lidar com mil expectativas ao mesmo tempo, se policiando para não falar nenhuma besteira. Mesmo assim, é bom saber diferenciar o aquele silêncio constrangedor, que não tem nada de mais, de um papo que simplesmente não vinga. Pode ser por uma série de motivos: desinteresse, opiniões conflitantes, falta de química e de vontade… Para ser bom, tem que fluir com naturalidade, certo? Se você se pega inventando assuntos e tópicos, é porque a coisa vai desandar lá na frente.

3 – Nenhum relacionamento bom

Todo mundo já viveu bons e maus relacionamentos nessa vida. Faz parte, né? Terminar um romance, porém, não implica em odiar a pessoa do passado. Se o date só sabe reclamar, falar mal e criticar as pessoas com quem já se relacionou, mau sinal, pois o mesmo pode acontecer com você numa próxima oportunidade. As pessoas não são apenas boas ou más, garantem terapeutas, e saber reconhecer isso é sinal de maturidade e respeito pelo outro. Afinal, todos estão sujeitos a dar umas mancadas quando o assunto é amor. Se o julgamento é tão severo, lembre-se, você também pode ser a vítima.

4 – Cinderela do mundo moderno

Não insista em pessoas que apenas mantêm uma boa impressão no primeiro encontro, desaparecendo que nem a carruagem da Cinderela depois da meia noite. Se o encontro é ótimo, mas a pessoa simplesmente some, sem deixar rastros, nos próximos dias, é sinal de que ela é incapaz de manter um relacionamento legal por muito tempo. Apenas não perca seu precioso tempo, muito menos “canse” a beleza com gente que não merece o esforço.

5 – Nomes dos filhos escolhidos
Ninguém curte o date fantasma, que simplesmente não está nem aí para um possível novo encontro. A solução não está no extremo oposto, viu, pessoal? Aliás, essa é outra cilada. Ciladíssima, eu diria. Quando a outra pessoa tem CERTEZA que vocês terão filhos, ainda no primeiro encontro, encare a realidade: ela está vivendo uma fantasia, iludida com uma vida romântica que, talvez, nem se transforme em realidade. Não dá para achar essa loucura básica “bonitinha”.

6 – Planos? Que planos?

Tudo bem, ele não te ignora. Na verdade, ele é uma pessoa ótima e te responde todas as mensagens. O problema é que, quando finalmente rola o convite para tomar uma cerveja no fim-de-semana, ele desaparece. Fazer planos com uma pessoa inacessível é outro red flag que a gente precisa ter em mente. Se o desinteresse é tão grande no começo, não cultive muitas expectativas, porque as coisas dificilmente vão mudar. Não dá para contar com quem acha que ser ausente é ok, normal e conveniente.

7 – Sempre certo

Todo mundo erra. É clichê apelar para essa desculpa? É, mas também é importante lembrar que todo mundo precisa, alguma vez na vida, pedir desculpas. Alivia o coração, tranquiliza a mente, desfaz a negatividade do ar… Vale o mesmo para os relacionamentos amorosos. O problema é quando apenas UM dos lados está disposto a reconhecer o vacilo e pedir desculpas ao outro. É um gesto que, de certa maneira, requer humildade e respeito. Vale a pena estar com alguém que não valoriza ou possui esses traços? A resposta é um sonoro NÃO.

8 – Flerte profissional

É muito legal estar ao lado de uma pessoa que encanta todos ao redor. O barzinho com os amigos fica mais legal, bem como o almoço de domingo na casa da avó. Mas uma coisa é encantar, sem forçar a barra, e outra é flertar descaradamente com todo mundo do rolê. Antes de deduzir isso, porém, reflita se não é o ciúme falando mais alto. Não? Bem, então um relacionamento com alguém que curte seduzir por aí tem tudo para ser estressante, frustrante e, por fim, infeliz. Não se obrigue a aceitar algo do tipo, principalmente se sacar que o cara apenas quer deixar algumas opções “em aberto”.

9 – Empáticos de plantão

De acordo com psicólogos, uma das reclamações mais comuns de mulheres que buscam a terapia de casal tem a ver com falta de empatia do parceiro. Se você sente que está falando sozinha ou que não é compreendida, de nenhuma maneira, o relacionamento tende a piorar. O outro pode simplesmente ser incapaz de desenvolver essa compreensão, ou não estar tão afim de fazer o esforço. Qualquer que seja a resposta, este é um mau sinal.

10 – Fechado para balanço


Quando dois adultos resolvem se envolver, sem receios, é preciso encarar o compromisso de peito aberto. É como pular numa piscina fria, sabe? Dá aquela adrenalina, mas pulamos porque sabemos que vai ser legal – depois de um tempo, percebemos que água nem estava tão fria assim, para falar a verdade. O problema é começar um romance com uma pessoa que não tem esse nível de comprometimento emocional, fechando-se em toda e qualquer oportunidade. Ninguém merece viver o amor de duas pessoas por conta própria, né?
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Precisa discutir a relação? Respire fundo: Veja algumas maneiras de discutir sem ofender a ninguém.

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Falar sobre frustrações, desentendimentos e outras coisinhas chatas é fundamental para vencer os obstáculos corriqueiros e naturais de um relacionamento. Isso não quer dizer que você precisa sair gritando, batendo portas e atirando pratos contra o seu amor.
Especialistas e terapeutas de casais deram 6 dicas sobre maneiras mais saudáveis de começar e terminar uma DR, sem mágoas ou cabeça quente. Anote aí!

1 – Não vá pronto para uma briga

Em vez de encarar a situação do pior jeito possível, respire fundo e acene bandeira branca na hora do papo. As discussões não precisam terminar com um vencedor e um perdedor, sabia? Sem se preocupar com o embate, o casal é capaz de conversar e trocar argumentos de um jeito maduro e positivo, como se fosse um trabalho em equipe. Casamento é isso aí, né?

2 – Não tente desvalidar o outro

Não é preciso abrir mão das próprias convicções para reconhecer que o outro tem razão em sentir frustrações e decepções. Todo mundo merece um pouco de justiça, principalmente quando o assunto vem lá do fundo do coração. Não transforme a conversa em uma queda de braço; compreensão, carinho e um pedido sincero de desculpas não arrancam pedaço e poupam muitas brigas irrelevantes.

3 – Se precisarem conversar depois, conversem.

Existem brigas que levam apenas alguns minutos de discussão para serem resolvidas. Outras, porém, são mais complicadas. Se o casal está exausto e rodando em círculos na hora da discussão, o melhor é deitar a cabeça no travesseiro e deixar para outra hora. Com a cabeça fria e os pensamentos em ordem, no dia seguinte, é possível conversar com empatia e calma, encontrando a solução de um jeito menos estressante e danoso.

4 – Não tente adivinhar o que se passa na cabeça do outro

Muitas coisas passam pela nossa na hora de uma briga. Antes de supor o que o parceiro está pensando e montar uma argumentação baseada em tantas hipóteses, pergunte o que está acontecendo. O que pensamos é fruto de uma perspectiva muito pessoal, só nossa, e pode não ter relação nenhuma com os fatos reais. Em vez de chegar na discussão com acusações, apareça com perguntas. Bem mais saudável.

5 – Comece a conversa com calma, sem agressividade.

O jeito como começa uma discussão é determinante sobre o tom com o qual a mesma terminará. Se vocês já começam na gritaria, pode esquecer; todo mundo vai dormir brigado, sem papo. Em vez de seguir pelo caminho da grosseria, com o sangue quente, dê tempo ao tempo e só chame para uma conversa séria quando as coisas estiverem mais calmas. Com compaixão e paciência, o diálogo flui com mais tranquilidade, sem desgaste emocional. Tudo terminará bem.

6 – Aceite que algumas discussões não têm solução



Alguns problemas não se resolvem com discussão, gritaria, exigência… Eles são simplesmente insolúveis, por pior que isso pareça. É um grande problema, mesmo? Se não, faça as pazes com o aborrecimento e deixe a discussão para brigas que realmente valem a pena e têm algum tipo de solução. Falar com jeitinho, mesmo nos momentos de frustração, é uma alternativa que poupa todo mundo da dor de cabeça das mesmas brigas.
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23 Dicas para te motivar a ser uma pessoa melhor.

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Você é alguém que gosta de crescer? Você busca constantemente melhorar a si mesmo e se desenvolver?


Veja abaixo uma lista com sugestões para te ajudar na sua caminhada.Algumas delas são passos simples que você pode tentar imediatamente. Outras são passos maiores que levarão um esforço consciente para agir. Aqui estão elas:


1. Onde a gente foca, aquilo floresce. Preste atenção onde você está focando.

2. Crie hábitos melhores e encare sua vida como um presente.

3. Agradeça a tudo e todos, até mesmo pela sua dor nesse momento e aqueles que te frustam.

4. Pergunte-se como você deseja se sentir nesse dia de hoje e faça por onde.

5. Veja este momento presente como o mais importante no mundo.

6. Só deixa na sua vida as coisas que você ama verdadeiramente.

7. Viva uma vida simples, menos é mais.

8. Foque na solução e não no problema.

9. Faça uma coisa de cada vez.

10. Lembre-se a vida é uma jornada e não um destino.

11. Aprenda a amar seu lado luz e seu lado sombra. Um não existe sem o outro.

12. "A vida vai nos dar o que a gente tolera". Pense nisso.

13. Faça algo pela primeira vez. Algo que você sempre quis fazer.

14. Leia um pouco todos os dias.

15. Perceba seus pontos cegos (sozinha ou com ajuda de outros).

16. Se afaste de pessoas negativas.

17. Faça terapia.

18. Passe menos tempos no celular. Aprecie a vista.

19. Tire pequenas pausas durante o dia e uma grande pausa a cada 30 dias.

20. Fique confortável com o desconforto até que ele se torne confortável.

21. Ame mais.

22. Perdoe seus pais.
23.Não crie expectativas. Se doe por inteiro.
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Privacidade, respeito e parceria: 7 diferenças entre relacionamentos saudáveis e tóxicos

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Viver um amor legal, de verdade, não é fácil. Requer comprometimento, maturidade, respeito e uma série de detalhes que, no dia-a-dia, fazem toda a diferença. Se o relacionamento do casal é saudável e positivo, não existe medo ou retaliação; o outro entende, compreende, aceita e entrega na mesma medida, sem necessariamente “completar”. Afinal, todo mundo aqui nasceu e vai morrer inteiro, não é?


Mesmo assim, é fácil cair em um relacionamento tóxico, acreditando que tudo está às mil maravilhas. Cobranças, brigas sem sentido, proibições, falta de personalidade própria… Os sinais são sutis, mas existem e funcionam como um bom alerta do que está acontecendo por trás da fachada de comercial de margarina. Separamos  7 diferenças básicas entre amores saudáveis e tóxicos para quem está neste dilema. 


Hobbies e interesses pessoais


Quando começamos um novo relacionamento, hobbies e interesses pessoais precisam continuar existindo. Afinal, não nos tornamos uma pessoa completamente nova graças à outra metade da laranja, não é mesmo? Em relacionamentos tóxicos, quando o apego é muito forte, os parceiros deixam de viver a própria vida em função do outro. Estar com alguém assim e repetir o mesmo comportamento abusivo é cilada, garantem os especialistas. O certo é, na verdade, ter ao lado um ombro amigo, alguém capaz de estimular nossas descobertas, sonhos, desejos, loucuras e vontades.


Quantas personalidades você tem?

Entre amigos e familiares, você se vê muito mais à vontade para brincar, fazer piadas e interagir, sem medo de ser feliz. O problema é quando o parceiro, ainda que inconscientemente, controla esse seu lado brincalhão, fazendo com que você se sinta desconfortável para ser você mesma. Errado em muitos, muitos níveis. Ninguém aguenta viver com tantas máscaras e freios, gente. É apenas errado tentar mudar a própria personalidade ou comportamento em função do outro. Em relacionamentos saudáveis, as pessoas se curtem sem tanto medo e ressalvas, como tudo deve ser.


Poderes em equilíbrio


Quando o namoro ou casamento é bom, todo mundo tem o direito de ser ouvido e compreendido. Isso significa que ambos têm poder de escolha e decisão na relação, sem desequilíbrio. Nenhum é “maior” ou “melhor” que o outro. Esse balanço faz com que mesmo as coisas mais simples, como tarefas domésticas, sejam compartilhadas com respeito e igualdade entre o casal. Em resumo, você sabe que pode contar com o outro para fazer qualquer coisa, do mesmo jeito que estaria disposta a ajudá-lo em determinada situação. Relacionamentos saudáveis são horizontais, felizes e justos, na maioria das vezes.


Sabe aquela história de seguir os sonhos?


Estudar fora, fazer intercâmbio, conhecer o mundo inteiro, ter cinco cachorros e uma casa na praia… Todos nós carregamos uma porção de sonhos dentro dessa mochila pessoal que nos acompanha durante toda a vida. Quando encontramos alguém bacana, sem nenhum comportamento tóxico, as “mochilas” são combinadas e nós podemos buscar nossos sonhos de igual para igual, sem abrir mão de nada. Relacionamento é compromisso, parceria e compreensão. Se o outro só é capaz de colocar suas expectativas e sonhos para baixo, sem qualquer respeito, repense o que realmente vale a pena na relação. Talvez seja o momento de dar o ponto final.


Diferenças são muito bem-vindas


Não existe e nunca existirá alguém 100% compatível com a gente, com as mesmas qualidades, defeitos, vontades e gostos pessoais. Ainda bem, não é mesmo? Se fosse para namorar com um espelho, a gente nem saía de casa. Diferenças, quando conciliadas, podem representar uma baita oportunidade de crescimento e amadurecimento. O problema é quando ignoramos isso e tentamos, a todo custo, transformar a outra pessoa, desrespeitando o que nos difere. Em relacionamentos saudáveis, as diferenças não são só respeitadas, como celebradas pelo casal. É como eles mantêm a chama da curiosidade acesa.


Celular e computador sem senhas


Confiança é uma palavra bonita, mas pouco praticada em relacionamentos tóxicos. Você não deveria sentir medo de deixar seu celular ou computador desbloqueado por aí, como se o outro fosse bisbilhotar suas coisas a qualquer momento, em busca de algo errado que não existe – ou não deveria existir, claro. A privacidade de cada um deve ser respeitada, sempre; quando parceiros não cultivam essa confiança mútua, qualquer deslize ou desconfiança transforma-se na gota d’água.


Falando a real


Todo mundo erra, fala besteiras e está sujeito a magoar os que estão ao redor. Em relacionamentos maduros e saudáveis não é diferente. O importante, porém, é sentir que há espaço para o diálogo e para a compreensão, mesmo quando você admitir que o outro te machucou, de alguma fora. Não deve existir receio, insegurança ou temor; evitar esses tópicos só aumenta a mágoa, o rancor e a distância entre o casal, desgastando o relacionamento. Para funcionar, é preciso existir um canal de comunicação aberto entre os dois, para que toda situação complicada possa ser resolvida e devidamente superada.

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10 Lições de vida que todo mundo aprende mais cedo ou mais tarde

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A vida é uma jornada incrível, recheada de aventuras, alegrias e tristezas… Mas, acima de tudo, a vida é uma grande “escola”, onde permanecemos em constante aprendizagem.


Selecionamos algumas das lições mais importantes que (mais cedo ou mais tarde) você irá aprender. Compreender esses “ensinamentos” é essencial para que a sua vida seja mais saudável e menos estressante!


1. Você não pode ter tudo o que quer


Saber lidar com a rejeição e o fracasso talvez seja uma das lições mais difíceis para a maioria das pessoas… Mas, uma coisa é certa na vida de todo mundo: nem sempre vamos ter aquilo que queremos!


Entender e aceitar as nossas limitações é importante para evitar uma vida baseada em amarguras e frustrações.


2. Você deve sempre tentar de novo!


Nem sempre conseguimos ter sucesso de primeira, por isso continue tentando!

Não tenha receio de fazer algo por medo de errar. Afinal de contas, temos duas opções: o “não” e o “sim”. O “não” já está garantido, então não custa nada tentar correr atrás do “sim”, certo?


3. Você não pode agradar todo mundo


Sempre existirá alguém que pensa e age a partir de princípios diferentes daqueles que você acredita… E daí?


Você não precisa concordar com o mundo, mas sim lembrar de ser sincero consigo mesmo. Este é um dos ingredientes básicos para ser feliz!


4. Você é responsável por aquilo que faz


Somos livres para falar e fazer o que quisermos, mas também somos obrigados a arcar com todas as consequências de nossas ações.


5. O dinheiro não soluciona todos os problemas


Como diz o ditado: “dinheiro não compra felicidade”. E a cada ano que passa você dá mais razão a esta máxima popular!


O dinheiro pode proporcionar alguns momentos de alegria e garantir um nível estável de conforto para a sua vida… Mas, nunca conseguirá resolver os seus problemas mais profundos, como a perda de um ente querido ou a rejeição de um amor, por exemplo.


6. Se permita ter um tempo para se curar


Quando o seu namoro chega ao fim, você sente que nunca mais voltará a se apaixonar por outra pessoa novamente, certo? Errado!


Procure ajuda quando necessário e se de um tempo para curar as “feridas do coração” e fazer com que um novo e emocionante capítulo comece em sua vida!


7. Ser respeitado é mais importante do que ser aceito


Como dissemos anteriormente, nem sempre será possível agradar a todas as pessoas… Mas, uma coisa é imprescindível: o respeito ao próximo!


As pessoas podem não aceitar o seu modo de ser, mas devem te respeitar e tratar com dignidade.


8. Para sermos felizes, temos que nos aceitar como somos! 


Você não precisa que o mundo te aceite para que seja feliz, mas sim apenas uma pessoa: você mesmo!

Aceite as suas peculiaridades, pois são elas que te tornam o ser humano especial que és!


9. A vida é uma “montanha-russa”


Existem momentos “mais altos”, onde imperam os dias de alegria e motivação, mas também existem períodos “mais baixos”, quando nos sentimos tristes e desmotivados…


A vida não segue uma linearidade, estamos em constante mutação, seja de sentimentos ou sensações. E quando você entende que esse é o “esquema da vida”, nota que não é tão mal assim… Afinal, a felicidade só existe porque também temos a tristeza.


10. Estamos sempre aprendendo com a vida…


Não importa se você tem 20, 30, 50 ou 90 anos, sempre existirá uma nova lição a ser aprendida nesta vida!

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8 dicas para deixar o passado para trás

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Aprenda com o passado mas foque-se no presente e crie novas memórias. Viva agora, no hoje, neste momento.


Costuma ter noites sem dormir, preocupado com algo que aconteceu no passado? Todos o fazemos. Você não está sozinho. Lembrar experiências negativas pode ser doloroso e enquanto mantiver essa dor não será capaz de ver coisas positivas. É muito importante deixar o passado para trás. 


Seguem-se oito dicas para lidar com o passado:


1. Aprenda com o passado — mas não viva lá


Sim, aquelas experiências negativas que teve podem ser utilizadas para aprender — não importa o quão dolorosas foram. Reflita por algum tempo e tente entender como poderá beneficiar das mesmas. 

Você pode aprender com as suas experiências refletindo sobre estas questões simples:

 O que aconteceu? Enumere apenas os factos. Que emoções sinto? Anote-as. Como posso utilizar estes fatos para mudar o meu comportamento e os meus sentimentos?

 Depois de responder a estas perguntas poderá seguir em frente. Embora refletir durante algum tempo sobre o passado seja aceitável, viver no passado irá apenas manter pensamentos e sentimentos negativos. 


2. Expresse-se Não hesite em desabafar os seus sentimentos. 


Pode falar com a pessoa que o magoou (ou a quem você magoou), abrir-se com um amigo ou anotar as suas emoções negativas. Faça o que sentir que poderá ajudar. O mais importante é que isso será bom para a sua saúde. Edmund Bourne, autor do livro "The Anxiety and Phobia Workbook" (Livro da Ansiedade e da Fobia), avisa que conter os sentimentos leva a ansiedade, depressão, dor de cabeça e hipertensão arterial. Horsley, especialista em dor da OpentoHope, afirma: "Quando estiver a desabafar, certifique-se de que inicia frases com ‘Eu’. Descreva a profundidade das suas emoções e partilhe-as com alguém que irá ouvir sem julgar. Isto vai ajudá-lo a livrar-se da dor." 


3. Pare de culpar os outros


Fazer-se de vítima é mais fácil e, às vezes, agradável do que aceitar a verdade. O problema é que culpar os outros impede-nos de seguir em frente. É assim que nos queixamos da vida muitas vezes. O life coach Ruchika Batra também acrescenta no seu blog "Pick the Brain" (Escolha o Cérebro) que culpar os outros faz com que nos desvalorizemos a nós próprios. Batra avança: "Quando culpamos os outros entramos automaticamente numa zona negativa. Odiamos alguém ou um fator externo porque não somos capazes de ser donos da nossa própria vida."


 4. Foque-se no presente


 Um dos métodos mais eficazes para deixar o passado para trás passa por aproveitar o presente. Em vez de reviver o passado, e ficar absorto na sua negatividade, mantenha-se ativo e goze do momento atual. Aprenda uma habilidade nova. Medite. Faça exercício. Jante com um amigo. Faça novas amizades. Tente viver no presente, mesmo que esteja sentado à mesa olhando para as nuvens lá fora. Para atingir este estado de espírito repare no que está pensando e no que está sentindo ; reduza a cobrança pessoal, procure novas experiências e aceite os seus sentimentos — bem como situações negativas — como uma simples parte da vida. 


5. Desligue-se por um tempo


Permita a si mesmo algum tempo para limpar a cabeça. Afaste-se de determinada situação — distanciando-se das pessoas, lugares e coisas que fazem com que relembre o passado. Não precisa de fazer uma viagem pela Europa. Acampar, por exemplo, numa cidade-vizinha — sem acesso às redes sociais — é um bom exemplo. Vai ver que será mais fácil analisar o passado quando voltar. 


6. Pense nas pessoas ao seu redor


 Analise as pessoas que o rodeiam. Quem é negativo ou o influencia negativamente? Quem é que está tentando esquecer por se encontrar associado ao seu passado? Provavelmente terá de se afastar destas pessoas e fazer novas amizades - com pessoas mais positivas, que irão ajudá-lo a seguir em frente. Como encontrar pessoas novas? Pode, por exemplo, assistir a conferências interessantes. Não seja tímido.


 7. Perdoe as pessoas que o magoaram — incluindo a si mesmo


Se você ficou magoado com alguém provavelmente a última coisa que quererá fazer será perdoá-lo. No entanto, segundo Wayne Dyer, "Perdoar os outros é essencial para o crescimento espiritual.” Wayne Dyer elaborou um programa de 15 passos para ajudar as pessoas a perdoar. Destacando alguns: aceitar o passado, seguir em frente, chegar a acordo consigo mesmo, não adormecer irritado, ser bondoso e generoso; e assim por diante. Também deve ser capaz de se perdoar a si próprio. Ninguém é perfeito e todos cometemos erros. Em vez de se julgar pelos seus erros, foque-se nas lições que aprendeu. É mais fácil seguir em frente sem rancor ou ressentimento.


 8. Crie novas memórias


 Comece a criar novas memórias positivas para substituir as emoções negativas do passado. Passe tempo com as pessoas que o fazem feliz e faça coisas que lhe deem alegria. Criar novas memórias é muito melhor do que ficar preso ao passado. De facto, cientistas provaram que ter muitas memórias antigas faz com que seja mais difícil criar memórias novas. Elimine o passado sem medo. Está na hora de viver — agora. 


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