Pesquisadores afirmam: Álcool realmente deixa você mais sincero

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Bebeu todas e mandou mensagens de saudade para algum ex? Deu em cima de metade da turma da sala na última festa? E ainda contou seus segredos para todo mundo? E acordou com a maior cara de tacho… Que barra, hein. Ainda bem que existe alguém para assumir a culpa: o álcool.


Só que não é bem assim. Pesquisadores da Universidade do Missouri garantem: o álcool não tira sua habilidade de entender e saber direitinho o que você está fazendo. Ele só anula os sentimentos de culpa, remorso e vergonha. Ou seja, mesmo embriagado, você só faz e fala o que sempre teve vontade de fazer, mas nunca o fez por medo ou insegurança.

Eles chegaram a essa conclusão depois de convidar 67 pessoas para um teste. Todos foram divididos em três grupos: 22 tomaram refrigerantes, outros 22 ganharam bebidas supostamente alcoólicas (eles não sabiam, mas, na verdade, não havia álcool algum), enquanto o restante bebeu vodca com tônica. Em seguida, todos eles sentaram em frente a um computador e, rapidamente, tinham de pressionar o botão com a descrição correta de cada imagem que aparecia. Era algo assim: surge a foto de um revólver e duas opções de legenda: arma ou ferramenta? Foram mais de 300 imagens.

Todos os participantes, claro, erraram algumas vezes – e confessaram, após o teste, que haviam errado. Com exceção dos bêbados, quando percebiam os erros, eles diminuíam a velocidade das respostas, na tentativa de evitar outras desatenções. Era o cérebro quem enviava esse sinal para redobrar a atenção após um erro – todas as atividades cerebrais dos participantes foram acompanhadas por eletroencefalograma.


Só que entre os bêbados, por mais que eles reconhecessem os erros, esse sinal era mais fraco. “Nosso estudo mostra que o álcool não reduz nossa consciência sobre os erros – reduz apenas quanto nós nos importamos em cometer esses erros”, explica Bruce Bartholow, um dos autores da pesquisa. “A principal implicação disso é que as pessoas não deveriam usar a frase ‘ah, eu estava bêbado’ como uma boa desculpa para fazer qualquer que não deveria”, completa.


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Uma a cada quatro brasileiras sofre de depressão pós-parto

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Acredita-se que a maternidade é uma das experiências de maior empolgação que uma mulher pode ter na vida, mas a realidade é bastante diferente do imaginário social.


De acordo com uma pesquisa da Escola Nacional de Saúde Pública, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mais de uma em cada quatro brasileiras apresenta sintomas de depressão pós-parto. O estudo, que entrevistou cerca de 23 mil mulheres entre 6 e 18 meses após o parto, foi publicado no Journal of Affective Disorders e analisou fatores por trás dessa estatística.

O trabalho foi liderado pela pesquisadora Mariza Theme, e apontou que, no Brasil, o índice de mulheres com sintomas é de 26,3%, número maior do que o registrado nos Estados Unidos, Austrália e em países da Europa.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a média de casos de depressão pós-parto em países de baixa renda é de 19,8%. Tamires Dalcol, operadora de telemarketing, conta que começou a ver a própria morte: “Vou morrer, mas pelo menos meus pais estão aí para cuidar e amar meu filho”.

Uma pesquisa da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP) concluiu que a depressão pós-parto atinge mulheres de forma duradoura e as desarranja. O enfermeiro Hudson Pires de Oliveira Santos Júnior, defendeu a tese.

“Desanimei pra vida. Choro demais, sofro por tudo, dói o peito, me sinto fraca, pressão sempre tá alta por causa das crises. Agora estou desempregada por não conseguir creche e não ter quem fique com ele, isso me faz ficar em casa e sinto que a crise está voltando”, conclui Tamires.

Segundo Hudson, o Ministério da Saúde não estabelece estratégias para tratar as mulheres afetadas, portanto, os profissionais da saúde da Estratégia Saúde da Família não estão preparados para diagnosticar e tratar as mães que sofrem da doença.

Procurado, o Ministério da Saúde, não se pronunciou sobre o assunto.

A estudante universitária, Michelli Cristini de Oliveira, conta que hoje não consegue se imaginar sem a filha, mas que, na época, a situação foi diferente: “Vi como se minha vida estivesse acabando. Tive que trancar a faculdade e fui voltar quando ela estava com 5 anos. Quase morri no parto e ainda tive que ouvir da equipe médica que ela nasceu sem respirar porque fui mole. Acho que todos esses fatores ajudaram para eu entrar em depressão”, disse.

É importante diferenciar tristeza de depressão pós-parto, como salienta a médica Cássia Rosário: “A tristeza é uma estado afetivo caracterizado pela falta de alegria, ou seja, ficamos tristes por não conseguirmos algo que queríamos, mas passa. Na depressão pós-parto, apesar de também ter a tristeza, os sintomas presentes são irritabilidade leve ou severa, ansiedade, oscilação de humor, fadiga e sentimento de abandono e vontade de prejudicar seus bebês”, explica.

A depressão pós-parto acontece, principalmente, devido às alterações hormonais decorrentes do término da gravidez, mas o cenário em que essa mãe está inserida também influencia o quadro, tais como as condições financeiras, a presença ou ausência do pai.

O estudo da Fiocruz detalhou um perfil que pode ajudar a explicar quem são as mulheres mais propensas a desenvolver o problema. A maioria das mulheres que sofre com depressão pós-parto no Brasil é da cor parda, tem em média 25 anos, baixa condição econômica, hábitos não saudáveis, já tinham outros filhos e não planejaram a gravidez.

Sintomas

A depressão pós-parto pode se manifestar de diferentes formas. Alguns sintomas são sentidos pela maioria das mães após o parto, mas na depressão pós-parto eles são mais graves.

Sentir-se acabada e triste a maior parte do tempo, falta de concentração, ter pensamentos suicidas, sentir-se inútil e incapaz de desejar coisas e exaustão permanente (mesmo quando consegue descansar um pouco), são alguns dos sintomas que podem indicar a doença.

Para a psicóloga Brenda Rocco “é normal ter dias ruins. Mas, se a mulher está tendo esses sentimentos na maioria dos dias, e não parece estar melhorando, provavelmente está com depressão pós parto”, alerta.

Baby Blues

Segundo cartilha distribuída pelo Instituto de Psicologia da USP, a tristeza materna, conhecida também por baby blues, é a forma mais comum e leve de depressão. Alguns dias após o parto, você pode se sentir exultante em alguns momentos e logo em seguida muito sentimental e chateada, chorando sem nenhum motivo em particular.


Essa tristeza pode ser causada, em parte, pelas mudanças repentinas nos níveis de hormônio feminino após o parto; e, em parte, pelo próprio choque emocional do parto, que marca o início da percepção concreta da responsabilidade de ter que cuidar de um pequenino ser e de todas as mudanças.
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Rejeitados pelo mercado de trabalho, amigos com Sindrome de Down abrem pizzaria de sucesso

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Rejeitados pelo mercado de trabalho, estes amigos que têm em comum o Síndrome de Down juntaram-se e abriram o próprio negócio. Passado pouco tempo já não têm mãos a medir com tanta clientela! Conheça esta magnífica história de empreendedorismo mas acima de tudo, de coragem:

Muitos dos nossos jovens até que têm ideias e muita vontade de trabalhar, alguns deles lutam pelos seus sonhos e muitas vezes acabam por ter um enorme sucesso no mercado de trabalho. Um grande exemplo disso é a história que hoje vos trazemos, uma daquelas histórias que dá um enorme prazer partilhar!

Em San Isidro, na Argentina existe uma empresa chamada “Los Perejiles”, é uma pizzaria mas que também prepara canapés e outros petiscos para venderem para eventos, essa empresa está a ter um enorme sucesso na Argentina e cada vez tem mais clientes! Você só tem de ligar e eles deslocam-se ao evento, preparam toda a comida e no final arrumam e deixam tudo conforme estava, limpinho e arrumado.

A ideia partiu de 6 amigos que sofrem de Síndrome de Down e que apesar de terem muita vontade de trabalhar, não conseguiam arranjar emprego no mercado de trabalho. Então eles tomaram uma decisão radical, sabendo que tinham potencial, juntaram-se a abriram a sua própria empresa. Eles anunciaram a empresa conforme podiam, nas redes sociais e distribuindo panfletos, e ao fim de apenas 2 meses no activo eles já tinham mais de 25 eventos agendados!

Telam Lopez, professor e que ajudou voluntariamente estes jovens a lançarem o projecto afirmou: “Los Perejiles começou a nascer quando explicámos às mães desres meninos as dificuldades que eles iriam ter no mercado de trabalho, porque os meninos iam para um colégio especial supostamente os formariam para o mercado de trabalho, mas que no final acabam sempre por ali, sem conseguir emprego embora com formação”.

Uma das grandes qualidades desta empresa é a organização, sem sombra de dúvida. Para qualquer evento que são contratados os “Prejiles” chegam lá com as suas ferramentas de trabalho e os ingredientes necessários. Lá, distribuem as tarefas entre si, e até agora contam que ninguém fez perguntas estranhas, nem sentiram olhares desagradáveis, antes pelo contrário sempre têm sido tratados com muito respeito.

Acima de tudo estes jovens deram uma grande lição a todos aqueles que lhes recusaram um posto de trabalho! Eles são tão competentes como qualquer outra pessoa, e não precisam da piedade de ninguém para vingarem no mercado de trabalho. Há males que vêm por bem, e neste caso ainda bem que ninguém lhes deu trabalho noutra empresa!

Pode acompanhar a história destes 6 corajosos na sua página no Facebook : https://m.facebook.com/Losperejileseventos/


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Prestando atenção em como nos fazemos presentes

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A maneira como nos fazemos presentes - para onde direcionamos nossa atenção - está integralmente relacionada à realidade que percebemos como verdadeira. Durante a maior parte de nossa existência, temos vivido dentro de uma determinada faixa repetitiva e estreita de atenção. Como consequência, sentimos tédio e mesmo um certo entorpecimento. Muitas vezes vemos até abrir-se um espaço fora desses hábitos, mas raramente nos sentimos capazes de acessá-lo.


Nossa atenção está habituada a muitos planos: temos uma gama repetitiva de emoções às quais voltamos continuamente; um caminho estreito e viciado de usar nossa visão; uma audição de extensão limitada; um sistema de crença que reduz nosso campo de percepção... e a maneira como processamos tudo isso intelectualmente, o que reforça nossa visão do mundo.

Muitas vezes, uma "crise de meia idade" - ou outros tipos de lutas quando adultos -, estão relacionadas à uma postura limitada de atenção. Começamos a nos entediar com nós mesmos, saudosos de podermos estar presentes no mundo mais espontaneamente. Assumimos que nosso tédio se deve ao mundo exterior, e então recorremos a subterfúgios como "comprar um novo carro" ou "renovar o corte de cabelo". Na maior parte das vezes, estamos inconscientes de que nosso tédio origina-se da prisão criada por nós mesmos, de nossos limitados hábitos de atenção. Perdemos contato com o fato de que o caminho escolhido afeta nosso grau de conecção com o mundo e com a vida em si.

Les Fehmi, precursor no campo de biofeedback(*), estudou, ao longo de quarenta anos, como usamos nossa atenção em diversas situações. Fehmi contrasta duas maneiras de se fazer presente ao descrever um grupo de leões orgulhosamente relaxados em uma savana Africana. Eles respiram devagar, seus músculos estão relaxados e em estado de atenção difuso e aberto. Então, um animal ferido entra no raio de seus olhares e, de repente, os leões se movem a partir desse estado relaxado para outro de intenso foco - unifocalizado. Seus músculos tensionam e seus batimentos cardíacos e taxas respiratórias aumentam. Os leões se deslocam para o "modo emergencial de atenção". Logo que o animal ferido é dominado e se torna a refeição do dia, os leões rapidamente retomam seu estado amplamente aberto, alerta e relaxado.

A maioria dos líderes - e mesmo das pessoas - raramente se encontra nesse estado aberto e relaxado. Como o leão no "modo de emergência", a maior parte de nós está em uma condição crônica de atenção focada. Isso é ótimo para certos tipos de resolução de problemas e perante uma real necessidade de nos situarmos nesse "modo de emergência". No entanto, quando nossa atenção está habitualmente nessa posição, limitamos nosso campo de percepção e vivenciamos um estado incessante de estresse.

Estamos viciados nessa maneira de se fazer presente. Na escola, é comum exigir das crianças que se restrinjam e mantenham o foco de atenção ao longo do dia. Aqueles que não correspondem são muitas vezes vistos como portadores de "Déficit de Atenção". O estado relaxado, alerta e amplamente aberto é menos valorizado. E é ele que nos conduz e conecta a áreas como a criatividade, abrindo o campo para captarmos informações sutis no meio ambiente, acessarmos nossa intuição e ganharmos, assim, uma ampla e visionária perspectiva.

Todos sabemos que é fundamental que os líderes, em particular, mantenham uma perspectiva ampla e profunda sobre a realidade que se desenrola ao seu redor. Os líderes mais eficazes movem-se para frente e para trás com flexibilidade e facilidade entre o estado estreito e focado, e o alerta e aberto. Para a sustentabilidade a longo prazo, é melhor que o modo padrão de se fazer presente, de atenção, seja relaxado e aberto. Existem alguns líderes que fazem isso automaticamente, mas são poucos e estão distantes entre si. Para a maioria, essa capacidade exige desenvolvimento. Deixo aqui algumas maneiras simples a explorar:

1. Feche os olhos e siga o ritmo de sua respiração enquanto ela se move dentro e fora de seu corpo. Não manipule sua respiração; apenas observe-a. Quando você perceber que sua atenção se desviou, gentilmente, sem julgamento, traga-a de volta à respiração. Faça isso por cinco minutos. Ao abrir os olhos, suavize seu olhar e perceba sua atenção. Ela será, naturalmente, mais relaxada e aberta.

2. Quando você está segurando um foco estreito, seus olhos não estão relaxados. Sempre que você pensar sobre isso, relaxe seus olhos.

3. Olhe para a vista à sua frente e leve para dentro o que quer que esteja em seu campo de visão. São boas as chances de que o seu olhar natural estará mais estreitamente focado. Agora, suavize seu olhar, trazendo para sua consciência uma visão periférica mais ampla. Relaxe seus olhos. Expanda e amplie sua visão, levando para dentro todo o campo que está à sua frente. Redirecione, então, sua atenção para o espaço que está entre os objetos, permitindo que o próprio espaço se torne o primeiro plano e os objetos no espaço ocupem o segundo plano ou plano de fundo.

4. Na próxima vez que você estiver em uma reunião, pare por um momento e perceba como está se fazendo presente. Você pode estar ouvindo atentamente algum colega ou concentrando-se em sua agenda. Em seguida, puxe a lente de seu foco para trás e suavize sua visão. Com esse olhar mais suave, observe todo o campo do grupo, sem focar em algo específico. Sustente essa perspectiva por alguns minutos, e veja o que encontra. Observe coisas como a qualidade do campo do grupo, a disposição/estado de espírito, o nível de energia, ou sua mais profunda e intuitiva resposta para as questões que chegam até você. Essa é uma prática particularmente boa quando você está aprendendo a se concentrar no conteúdo (o que realmente está sendo discutido) e os processos (como as questões estão sendo discutidas, incluindo a qualidade do diálogo).


(*) A terapia Biofeedback propõe treinar pacientes a controlar seus processos psíquicos tais como tensões musculares, pressão arterial ou batimentos cardíacos. Na maioria das vezes, esses processos acontecem involuntariamente. No entanto, pacientes que recebem ajuda de um terapista biofeedback podem aprender a manipulá-los conforme desejado. Fonte: Medical News Today


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Neuropsicólogos dão dicas que podem te ajudar a manter o foco, ser mais criativo, ter uma memória melhor e, assim, tomar decisões mais inteligentes

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A revista americana Fast Company selecionou conhecimentos sobre o cérebro que podem te ajudar a manter o foco, ser mais criativo, ter uma memória melhor e, assim, tomar decisões mais inteligentes . Veja só:

Como aprender mais: 

Os escritores Judah Pollack e Olivia Fox Cabane usam uma metáfora de jardinagem para explicar como certas células cerebrais agem podando, removendo ervas daninhas e cultivando sinapses para que seu cérebro funcione melhor. Elas se livram de conexões não utilizadas para abrir espaço para mais aprendizado. Assim, é importante saber escolher seus pensamentos. Isso porque, quanto mais você pensa sobre algo, mais você vai reforçar as conexões, diminuindo a probabilidade de que sejam podadas. "Se você está brigado com alguém no trabalho e dedica seu tempo a pensar sobre como vai revidar, e não sobre um grande projeto, vai acabar com se tornando um rei da vingança, mas um péssimo inovador."

Durma melhor:


Toda aquela jardinagem acontece enquanto nós dormimos. Ou seja, o sono é uma das principais chaves para o aprendizado. Só que muita gente não dorme tanto quanto deveria. Um estudo recente mostrou que dormir só seis horas pode ser tão ruim quanto ficar acordado a noite toda. Especialistas recomendam hábitos saudáveis ​​na hora de dormir: certificar-se de que é na mesma hora todas as noites, manter o ambiente fresco, manerar no álcool à noite e guardar os dispositivos eletrônicos (olha aí o celular) pelo menos 30 minutos antes de ir para cama.

Confie nos seus instintos

Estudos recentes indicam que confiar em seus instintos — junto com uma análise cuidadosa dos fatos — pode melhorar a sua tomada de decisão. Instintos são valiosos se você sabe equilibrar. "Comece a dizer para as pessoas: eu preciso dormir com isso na cabeça, respondo para você amanhã". Construa essa resposta por meio também de conversas, especialmente com as pessoas com que você mais trabalha", ela aconselha.

Como aprender mais rápido:

Um mudança simples pode fazer uma diferença profunda. Com o aprendizado, também é assim. Mude de perspectiva. Tente "ensinar" o que você quer aprender para outra pessoa. O ato de explicá-lo a alguém pode solidificar esses conceitos para você.

Como se concentrar melhor

Aprender e memorizar aquilo exige foco. O problema: seu cérebro gosta de ficar viajando. Uma chave para diminuir isso pode ser eliminar o multitarefa. Isto é, você vai fazer uma coisa de cada vez. A regra será o "monotarefa" — nela, você dedica toda a sua concentração a só uma atividade.

Saia do piloto automático:

Supere as armadilhas do passado para alcançar o sucesso. O começo do ano não poderia ser melhor para isso. Pesquisas do Google para "parar de fumar" ou "dieta" aumentam em segundas-feiras e primeiros dias do mês. É isso: dá a sensação de algo novo, momento de sair da rotina. Aproveite agora para tentar algo diferente.

Seja mais criativo:

Você provavelmente já teve alguma ideia no chuveiro — 72% da pessoas dizem que isso já aconteceu. Mas a ciência também mostra que as descobertas criativas podem acontecer sonhando ou passando tempo sozinho. Sim, a solidão pode ser útil. Mas lembre-se: as circunstâncias que incentivam o pensamento criativo são variadas.


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Mãe, você é abusiva

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Por Vanessa Chanice

Em tempos de discussão de relacionamentos abusivos, nós estamos ficando cada vez mais conscientes de quando nossos namorados ou namoradas estão sendo tóxicos para a nossa saúde mental. Continua sendo tão difícil quanto nunca romper um ciclo de abuso, mas o acesso à informação torna cada dia mais fácil identificarmos esse tipo de situação: o que é sempre o primeiro passo para interrompê-las.



O problema é identificarmos com clareza uma relação abusiva quando ela se esconde atrás de discursos normatizados de “educação”, “instrução”, “preocupação” – mas se manifesta na total falta de respeito da individualidade dos filhos e no abuso de autoridade, tendo consequências extremamente danosas para o nosso crescimento em um ambiente seguro.

Mãe, você é abusiva.

Não é saudável me comparar todos os dias com a minha prima/irmã/vizinha e chorar lamentações sobre “por quê você não pode ser mais como a Mariazinha?”, porque eu não posso ser ninguém além de mim mesma. E quem eu sou não deveria ser causa de lamentação.

Não é saudável quando você me coloca pra baixo em toda a oportunidade que tem e expõe que a minha única salvação na vida é encontrar algum homem. E nem que “meu homem” seja minha única conquista decente na vida e que eu precise agradecer todos os dias por esse milagre e me cuidar para que ele não perca o interesse.

“É por isso que você ainda está sozinha”; “se estivesse casada não estaria passando por dificuldade agora”; “se continuar descuidada desse jeito seu marido vai encontrar alguém mais bem cuidada rapidinho”; “com esse seu estilo esquisito você não vai encontrar nunca um homem que te queira”; “precisa casar com um homem que te cubra de porrada pra você aprender a ser mulher”.

Mãe, você é abusiva.

Você é abusiva quando enxerga na minha vida uma extensão da sua e projeta em mim tudo aquilo que queria ter sido e não foi e tudo aquilo que queria ter feito e não fez. E se frustra toda vez que eu tomo um caminho diferente do que você queria tomar. Quando percebe que eu não tenho os mesmos gostos nem reproduzo os mesmos pensamentos que os seus e toma atitudes cada vez mais drásticas na tentativa desesperada de retomar o controle. Quando confunde dominação com instrução e não aceita apenas me dar orientações, mas precisa viver por mim e controlar cada detalhe da minha vida e cada escolha que eu preciso tomar. Que amigos ter. Por quem me apaixonar. O que estudar. Que função exercer. Que preferência política ter. O que fazer no meu tempo de lazer.

Você é abusiva quando faz com que eu me frustre por não conseguir corresponder às suas expectativas. E que eu lamente por ser a pessoa que eu sou, que eu me repreenda e tente me transformar em alguém que eu não queria ser. Que eu me odeie por isso. Me ache errada e me questione todos os dias: porque eu não posso simplesmente ser mais como a Mariazinha? Por quê eu sou esse monstro que causa tanto sofrimento na minha mãe?

Você é abusiva quando se utiliza de discursos maternais sobre como me ama e “só quer o meu melhor” para abusar do seu poder de mãe e revirar minhas gavetas, mexer no meu celular, olhar minhas mensagens, jogar minhas roupas fora, esconder meus batons. Dizer que eu estou horrorosa e vou passar vergonha saindo de casa daquele jeito, porque “é melhor ouvir da sua mãe do que de um desconhecido”. Ou quando me faz sentir culpa por existir. Porque “eu não sirvo pra nada mesmo”. Ou só existo pra te dar prejuízo. Fui um erro que você não compreende. A prova do seu fracasso. A concretização do alerta que todos te fizeram quando você optou por ser mãe solteira. “São todas putas” – eles disseram.

E, ah, as chantagens emocionais! Não podemos nos esquecer dos jogos psicológicos e das tentativas múltiplas de manipulação. Das lágrimas, dos choros e das ameaças.

“você não me ama”; “você só causa desgosto”; “você ainda vai me matar um dia”; “onde foi que eu falhei como mãe?”; “espero que um dia Deus me perdoe pela filha que eu criei”; “você não tem respeito por pai e mãe”; “é muito egoísmo da sua parte”; “porque você é tão ingrata?”; “não faz nada pela sua mãe”; “você não tem medo de ir pro inferno?”; “eu estou à ~isso aqui~ de não te considerar mais minha filha”; “lembre-se que você é sustentada por mim”; “enquanto viver nessa casa…”; “você não valoriza nada que eu faço por você”; “eu sacrifiquei minha vida toda por você e é assim que você me retribui?” “o que o resto da família vai fazer quando souber o tipo de pessoa que você realmente é?”; “não consigo olhar na cara das pessoas de tanta vergonha por ter uma filha como você”; “se eu morrer saiba que foi você quem me matou”; “e eu ainda faço questão de deixar uma carta por escrito dizendo que foi você, pra todo mundo ficar sabendo”.

Tudo isso pra conseguir o controle de volta e me fazer tomar a decisão que você gostaria que eu tomasse. Não pense nem por um segundo que eu estou tendo que ouvir essas coisas porque cometi algum crime terrível. Eu não estou bebendo, me drogando, me prostituindo ou reprovando de ano: coisas que jamais poderiam ser possibilidades reais dentro desse nosso lindo universo familiar tradicional brasileiro.

É apenas porque eu não quis cursar Direito no vestibular. É porque eu quis raspar o cabelo. É porque eu não me sentia bem usando vestido no Natal. Ou depilando minha perna pra ir pra praia. É porque eu não me calei na mesa de jantar diante daquele tio sexista ou homofóbico. Porque eu não quis namorar com aquele garoto que você escolheu. Porque eu coloquei aquele piercing ou fiz aquela tatuagem.

Não é amor. Não é preocupação. Não é educação. Não é saudável. Não é o seu melhor. Não é pro meu próprio bem.


É abuso.

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Se sente velho demais para aprender algo ? Esse senhora de 81 anos aprendeu a programar e criou um aplicativo.

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Quando se aposentou aos 60 anos, após trabalhar por mais de 40 em um grande banco local, a japonesa Masako Wakamiya resolveu se aventurar no mundo da internet, e aprendeu a usar um computador.

Na época, chegou a criar um blog, onde compartilhava vídeos de suas viagens pelo Japão, além de ensinar a usar planilhas do Excel para criar padrões para trabalhos manuais como crochê e tricô.

Hoje, aos 81, Masako acaba de lançar o aplicativo Hinadan, totalmente criado por ela. O app, desenvolvido somente para IOS, é simples: um jogo onde o usuário precisa colocar bonecos numa estante, na ordem correta, e já está disponível na App Store. Clique aqui.

O aplicativo faz referências às tradições locais, e os bonecos representam o imperador, a imperatriz e membros da corte, por exemplo. O jogo termina quando os 12 bonecos são colocados nas posições corretas.

“Eu ganhei asas. Estou tão ativa e cheia de energia”, disse Masako em sua palestra no TEDx Tóquio. Inspirador! A palestra dela você assiste aqui: Palestra




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Pesquisadores descobrem a relação entre sexo e felicidade

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Fazer mais sexo te deixa mais feliz e uma série de pesquisas já mostraram isso. Uma das mais famosas, inclusive, diz que transar uma vez por semana em vez de uma por mês aumenta sua satisfação com a vida tanto quanto um bônus de U$ 50 mil ao ano.

Só que poucos estudos investigam o que, no sexo, te deixa feliz. Afirmar que a satisfação vem só do prazer físico seria intuitivo – mas não é isso que as pesquisas mostram. Primeiro porque, para quem já faz sexo uma vez na semana, transar todo dia não traz benefícios para a felicidade, mesmo que traga mais sensações físicas gostosas.

Em segundo lugar, a felicidade que acompanha o sexo pode durar por dias. Pense em outros prazeres físicos, como comer uma barra de chocolate: eles te fazem sentir bem na hora, mas dificilmente vão mudar seu estado de espírito por tanto tempo.

Então o que, afinal, faz o sexo te deixar feliz?

Uma série de estudos feitos na Universidade de Friburgo, na Suíça, pediu que casais completassem um diário nos seus smartphones detalhando sua rotina: ao acordar, ao meio dia, às seis da tarde e antes de ir dormir. Lá, eles relatavam sua atividade sexual, seu humor, as trocas de afeto com o parceiro e a nota que davam para o relacionamento.

De novo, apareceu a relação entre felicidade e satisfação a longo prazo e uma frequência sexual mais alta. Só que quando olharam outros fatores, perceberam que essa felicidade era mediada pelo momentos de afeição do casal. Sem levar em conta os carinhos, beijos e abraços, a conexão entre sexo e felicidade simplesmente desaparecia.

Olhando o diário dos participantes, os cientistas perceberam que os mais felizes seguiam um ciclo virtuoso: quando marcavam que tinham feito sexo em um dia, relatavam mais situações de troca de carinho, não só durante o ato, mas pelo dia inteiro. Quanto mais carinho, mas felicidade – e quanto mais sexo, mais carinho.

As notas do relacionamento, é claro, subiam – mas os dois parceiros também achavam a vida como um todo mais satisfatória quando viviam esse ciclo.

Para os pesquisadores, o estudo é importante por ser um dos poucos a focar menos nos aspectos mecânicos ou físicos do sexo e mais na conexão social relacionada ao ato. A pesquisa também quebra um estereótipo comum: os cientistas não encontraram diferenças significativas de gênero, indicando que mulheres, ao contrário das infinitas comédias românticas de Hollywood, não valorizam mais o carinho no sexo que os homens.

O estudo, no fim das contas, não tem a intenção de dizer que só o sexo carinhoso pode ser bom – mas é um forte indício de que, se você quer aquele sentimento de felicidade e satisfação duradouras, vai ter que fazer amorzinho.



Fonte : http://super.abril.com.br/comportamento/psicologos-descobrem-porque-quem-faz-mais-sexo-e-mais-feliz/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super

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O que o atendimento clínico me ensinou

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A grande maioria das pessoas pensam que fazer terapia é uma experiência difícil apenas para o paciente .  O psicólogo muitas vezes é colocado como o ser do supremo saber que está ali para "resolver" os problemas ou pelo menos trazer uma solução.  Percebe-se na clínica ( e até mesmo Entre nossos familiares e amigos) o mito de que o psicólogo deve ser uma pessoa totalmente centrada, equilibrada e que não tem problemas . Nos tornamos quase uma divindade, imune às dores e problemas da vida, onde são somos autorizados a nem sentirmos raiva ou tristeza.


Porém, a realidade não é assim. Somos seres de carne e osso com vários problemas e com dores. Temos conflitos internos, questões emocionais que também precisamos resolver em terapia. Sim, psicólogo também faz ( ou deveria fazer) terapia.


Vou te contar o que aprendi até agora em meus atendimentos :


Aprendemos com o paciente.

Por mais incrível que isso pode parecer , cada paciente deixa uma marca, uma impressão em nossas vidas que acaba nos ajudando.


Somos de carne e osso

Isso significa que também terei crises e tenho que me aceitar nas crises e tentar mudar também.


Sou falível 

Não temos todas as respostas. Às vezes também ficamos perdidos sem saber o que fazer ou falar.  Aí entra a supervisão e a própria terapia para nos ajudarmos. Sem falar na continuidade dos estudos.


Se importar com o outro é estar disponível 

Não preciso e nem devo ser amiga do paciente. Mas posso me importar com a dor que o paciente traz.  Para isso acolho o paciente não apenas em Consultorio , pois as vezes o paciente precisa de me ligar em uma crise e não posso simplesmente me "desligar" porque ali tem uma vida .


Preciso impor limites

Da mesma forma que eu me coloco à disposição eu tenho que impor limites para isso. Pode parecer que este ponto se oponha ao de cima, mas não é verdade. O limite é necessário tanto para essa "disposição", como para tudo em minha vida. O limite me conduz ao equilíbrio e o equilíbrio é fundamental na minha vida. Nada em excesso é bom. 


Cada dor é única

Isso vale inclusive para a minha dor. Mas o ponto principal é que eu não devo tratar meus pacientes de forma única , como uma receita de bolo.  Ao respeitar a dor e entender como cada uma como sendo diferente ( mesmo sendo queixas iguais), eu valorizo e acolho a dor individual.


Cada pessoa tem seu próprio tempo de mudança

Não devo forças ou tentar mudar o paciente de acordo com o meu ritmo, mas de acordo com o ritmo dele. Isso vale para mim também.  Às vezes , a mudança vem devagar, as rápidas , mas sempre vem no tempo certo! No tempo que cada um consegue lidar e enfrentar. Eu devo respeitar isso, com o paciente e comigo.


A me cuidar

Da mesma forma que eu atendo pessoas que buscam ajuda e estão se cuidando eu também preciso me cuidar. Se eu não estiver bem como poderei ajudar o outro? Preciso ter um tempo para mim, para relaxar, para cuidar da saúde, seja física ou emocional. Não posso simplesmente esquecer de que eu também sou uma pessoa com necessidades e desejos. 


Debora Oliveira

Psicóloga Clínica



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O que significa ser uma mulher forte?

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Responda rápido: você se considera uma mulher forte? Não? Sim? Ok, mas afinal de contas, o que significa ser uma mulher forte? Você saberia responder a esta pergunta?


Obviamente que não estamos falando aqui de força física, mas sim sobre o equilíbrio e poder de controle emocional que é essencial para fazer com que sejamos pessoas mais felizes e completas na vida!

Confira se você tem tudo aquilo que uma mulher forte carrega consigo. Caso contrário, aprenda os passos que deve seguir para se fortalecer e mãos à obra!

Eu me amo

O amor-próprio e o respeito por si mesma é uma das bases que sustentam toda a mulher emocionalmente forte. No entanto, não pense que amar a si mesma é se privar de amar ao próximo, muito pelo contrário!

Várias pessoas confundem - principalmente os emocionalmente fracos - mas ter independência NÃO SIGNIFICA ter a incapacidade de deixar alguém entrar em seu mundo ou de ser incapaz de amar plenamente alguém.

Ter opiniões próprias e valores que respeita faz com que você possa acreditar em si mesma e, consequentemente, ser muito mais segura de suas ações - o que é fundamental para tomar decisões importantes na vida.

E convenhamos, se entregar ao amor de outra pessoa é uma decisão super importante (pelo menos deveria ser, não?). Ao estarmos plenamente felizes com quem somos, conseguiremos estar muito mais satisfeitas em qualquer relacionamento. Claro, desde que este seja baseado nos valores que você não abdica: respeito mútuo e companheirismo.

As mulheres fortes também não têm receio de demonstrar as suas emoções. Seja num relacionamento amoroso, familiar ou social, se você se sentir desrespeitada faça com que a pessoa responsável por isso saiba do seu desagrado. Não precisa partir para a discussão, como é óbvio, mas apenas transmita a mensagem: "não gostei do seu comentário. Por favor, não o repita".

Eu sei quem sou

O autoconhecimento é fundamental. Para conseguir entender as suas emoções e ser uma pessoa mais justa, ao mesmo tempo que luta pelos seus valores e opiniões, as mulheres fortes devem ter consciência de quem são.

O autoconhecimento não é algo que podemos adquirir em livros ou revistas, mas sim através das experiências de vida e reflexões sinceras e críticas que devemos fazer sobre nós mesmas.

Não espero, eu ajo!

As mulheres fortes não têm medo de tentar algo novo e de sair da zona de conforto. Desafiam-se constantemente, quando sentem a necessidade de mudar.

Infelizmente todos temos plena consciência do preconceito e desigualdade de gênero que ainda paira sobre a sociedade. Valores arcaicos e machistas ainda são ensinados no âmbito familiar e social, mas as mulheres fortes NÃO PERMITEM ISSO!

Uma mulher forte é uma mulher empoderada, que luta para quebrar paradigmas e estereótipos que menosprezam a imagem da mulher. Está no "sangue" das mulheres fortes não aceitarem a ideia equivocada de que têm "menos valor" que os homens!

Eu sei dizer "NÃO"

Uma mulher forte não é submissa, sabe defender os seus interesses de modo assertivo e NUNCA se submete aos desejos alheios apenas para satisfazê-los, principalmente quando isso lhe custa a sua paz de espírito e felicidade.

As mulheres fortes precisam e sabem quando dizer "NÃO". Claro, existem modos e modos de negar algo a alguém e cabe a você, mulher forte, saber como dispensar aquilo que não te deixa feliz, incomoda ou o que já passou dos limites.

Sabe aquela amiga que sempre pede algo emprestado e nunca devolve? Comece a praticar com ela...

Sigo minhas paixões

Não permita que as normas e padrões sociais digam o que é melhor para você. Uma mulher forte não deixa de seguir as suas paixões e sonhos, mesmo tendo que enfrentar aquele "olhar torto" no metrô ou aquele comentário estúpido na parada de ônibus. Não esqueça que a VIDA É SUA e olha que ela passa num piscar de olhos!

Resumindo: seja do jeito que você é e viva feliz! Não tente usar "máscaras" para esconder o seu verdadeiro eu, pois as mulheres fortes sentem muito orgulho daquilo que amam, e você deve se amar acima de tudo!

Apoio outras pessoas

Não entendam mal... As mulheres emocionalmente fortes não desejam viver em bolhas, isoladas do mundo e das outras pessoas. As mulheres que carregam essa fortaleza em suas almas desejam mais do que tudo ajudar outras a superarem os seus obstáculos e serem felizes também!

Toda a mulher forte tem uma referência na vida, seja a mãe, a vó, uma tia, uma personalidade midiática ou intelectual que serviu de inspiração para que pudesse construir a sua personalidade única. Então, quem sabe você também não pode ser a motivação de alguém que esteja precisando "enxergar a luz"?
Espalhe a mensagem! Ensine outras meninas e mulheres como serem e sentirem-se mais fortes e independentes!
Se o amor da sua vida pintar, ótimo! Mas, se estiver sozinha não há razões para desesperos, viu? O principal "segredo" das mulheres fortes é que elas conseguem ser felizes sem depender de outras pessoas para isso!






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11 Frases que as mulheres precisam parar de dizer umas às outras

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O preconceito está tão profundamente enraizado na sociedade que, às vezes, nem notamos como podemos ser machistas mesmo sem querer.


Confira algumas frases que são MUITO preconceituosas e que você, provavelmente, já falou para alguém ou ouviu alguma vez na vida, seja das suas amigas, irmãs ou da própria mãe!

1. Você deveria parar de trabalhar e dar mais atenção aos seus filhos

Esta é uma ideia que está baseada num preconceito antigo: o cuidado da família é uma tarefa exclusiva do sexo feminino. Não em pleno século XXI, meus amigos!
Homens e mulheres devem ter a mesma carga de responsabilidade quando o assunto é a educação dos filhos, assim como ambos devem ter as mesmas oportunidades e direitos de manter as suas carreiras profissionais.

O segredo é o companheirismo e a conciliação, para que as rotinas familiares e de trabalho (de ambos) possam coincidir em harmonia!

2. Seu marido / namorado deixa você sair sozinha?

Se você tiver mais de 18 anos e seu marido ou namorado NÃO FOR o seu PAI, então não existe motivo para esta pergunta absurda! Quando esta pergunta é feita fica implícito a submissão da mulher perante o seu parceiro, como se ela não tivesse a liberdade de tomar as suas próprias decisões sem o consentimento do companheiro.  Um absurdo, né gente?

3. Deve ter feito sexo com o chefe para conseguir ser promovida tão rápido

Acho que não é preciso explicar muito o que está errado nesta ideia, certo? Esta frase desvaloriza totalmente o mérito da mulher. Existem inúmeras hipóteses para justificar a promoção de alguém, e fazer sexo com um homem como alternativa não deve estar entre as primeiras opções.

4. Você é tão feminina, nem parece lésbica

A ideia estereotipada da homossexualidade faz com que as pessoas não consigam entender que orientação sexual NÃO é sinônimo de identidade de gênero. Não deve ser surpresa nenhuma uma mulher homossexual se identificar com o gênero feminino (gostar de usar roupas femininas e agir com feminilidade), mesmo sentido atração por pessoas do mesmo sexo.

5. Se você continuar a ser tão exigente, vai acabar ficando para a titia

Se você tem 30, 35 ou 40 anos e não tem marido ou namorado provavelmente já ouviu esta frase ou algo similar, certo? Existem diversos motivos para você estar solteira e ninguém tem nada a ver com isso! Normalmente, as pessoas usam esta frase para tentar justificar o motivo de não estar num relacionamento estável. Mas lembre-se: estar solteira não é sinônimo de infelicidade, pois cada indivíduo tem os seus planos de vida e é totalmente aceitável que casar e ter filhos não faça parte dos seus objetivos. A vida é sua e não deixe ninguém comandá-la além de você!

6. É tudo culpa da TPM

Não! As emoções e sentimentos das mulheres vão muito além das Tensões Pré-Menstruais, minha amiga! Aliás, é surpreendente alguém acreditar que apenas as alterações hormonais sejam as culpadas de algo que tire a mulher do sério.

Culpar a TPM é o mesmo que rebaixar os sentimentos e emoções das mulheres a meros "caprichos mensais"… Além do mais, ninguém precisa saber que você está passando por este período, né? Não é da conta de ninguém!

7. Os melhores homens preferem as mulheres difíceis

Ao contrário dos homens, nas sociedades machistas (quase todas, infelizmente) as mulheres são obrigadas a controlar os seus desejos e emoções com o receio de serem tachadas de “fáceis” ou “promíscuas”.

Quem disse que as mulheres não podem ter a mesma dose de diversão que os homens e mesmo assim serem consideradas “pessoas sérias”?

8. Reclama que é assediada, mas sai na rua vestida de forma promíscua

As mulheres, assim como os homens, devem ter a liberdade para se vestirem como quiserem!
Esta frase machista transfere toda a culpa do assédio para a mulher, como se ela tivesse a obrigação de se vestir de acordo com os padrões sociais de “recato” ou permanecer enclausurada dentro de casa para evitar a investida dos homens.

Não importa o tipo de roupa que esteja usando, nenhum homem tem o direito de assediar uma mulher. O único culpado é quem assedia e não a assediada!

9. Se você não cuidar melhor do seu corpo, ele acaba te trocando por outra

Uma ideia medíocre e superficial, que coloca a aparência (criada pelo padrão heteronormativo e machista) como fator principal para o sustento de um relacionamento.
E como se isso não fosse por si só um absurdo, ainda colocam todo este “peso social” sobre os ombros das mulheres!

10. Quando você pensa em casar e ter filhos?

Como dito antes, quem disse que o plano de todas as mulheres é casar e ter filhos? Esta é uma “regra” imposta pela sociedade, mas não significa que seja uma obrigação para todas as pessoas.

11. Você tem um futuro pela frente, porque quer ter um filho agora?

Simples: porque a vida é sua e você escolhe o que deseja fazer dela! Se existem mulheres que não querem casar e ter filhos, também têm aquelas que desejam constituir uma família e… tudo bem!
O importante é cada um saber respeitar as escolhas dos outros, mesmo que estas possam destoar um pouco daquilo o que você imagina para a sua vida.


Lembre-se: a vida dos outros é dos outros, e não sua!
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Por uma Psicologia mais ética.

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Para que o exercício profissional da(o) psicóloga(o) paute-se em condições teóricas, técnicas e éticas desejadas, é fundamental a(o) profissional estar sempre atualizada(o). Isso significa que a(o) psicóloga(o) deve buscar permanentemente manter-se informada(o) teórica e tecnicamente, por meio de leituras, cursos, participação em eventos, contatos com profissionais da área, supervisão e outras fontes. 

Além disso, a(o) psicóloga(o) deve conhecer e respeitar o Código de Ética Profissional, Resoluções do CRP e CFP, além de outras regulamentações relacionadas à sua área de atuação. 

Código de Ética coloca nas mãos do(a) próprio(a) psicólogo(a) a responsabilidade ética não apenas em relação ao seu trabalho como também em relação à profissão. Não basta conhecer e cumprir, mas também divulgar e fazer cumprir o Código, numa responsabilidade solidária. 



Além das Resoluções, a(o) psicóloga(o) deve conhecer as Leis e Decretos que aparecem sob a denominação de Legislação Profissional, de órgãos que regulamentem igualmente sua área de atuação profissional. Pelo Código de Ética, a legislação profissional destaca-se como elemento de igual importância comparativamente aos aspectos contidos no próprio Código, conforme o Artigo 1º, alínea “c”.

Destacamos ainda que, a promoção, defesa e garantia dos direitos humanos é um aspecto que permeia toda a prática profissional. Para um exercício profissional dentro dos parâmetros éticos e técnicos, as(os) psicólogas(os) devem contribuir para a transformação social e uma sociedade mais justa. Como existem limitações e desafios encontrados no enfrentamento destas questões na atuação profissional, elencamos abaixo material de referência sobre o tema: 



  • Declaração Universal dos Direitos Humanos; (link no site do CRP SP)

  •  Convenção Contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes; (link no site do CRP SP).

  • Lei n.º 9455/1997 – Define os crimes de tortura e dá outras providências; (link no site do CRP SP).

  • Protocolo de Istambul – Manual que fornece parâmetros internacionais para investigação, documentação, caracterização e elucidação de crimes de tortura; (link no site do CRP SP).

  • Plano Nacional dos Direitos Humanos (PNDH 3) – roteiro de compromissos governamentais para o fortalecimento dos direitos humanos no Brasil; (link no site do CRP SP) Princípios fundamentais do Código de Ética dos Psicólogos; (link no site do CRP SP).

  •  Resoluções da ONU – todas as resoluções selecionadas foram aprovadas pela Assembléia Geral da ONU durante o 65° período de sessões ocorridas em dezembro de 2010. (Link em que estão todas as resoluções: http://www.un.org/Depts/dhl/resguide/r65sp.shtml)


Instituições que podem ser procuradas em casos de violação de direitos humanos:

1-Nos casos de violação de direitos de todo(a) e qualquer cidadão(ã), poderão ser contatados: 


Comissão Municipal de Direitos Humanos - CMDH, Defensoria Pública do Estado de São Paulo, Disque Direitos Humanos, Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana - CONDEPE, Comissão de Direitos Humanos - ALESP, Coordenadoria de Políticas para a Diversidade Sexual, Núcleo de Combate à Discriminação, Racismo e Preconceito, Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância - DECRADI e Comissão Extraordinária Permanente de Direitos Humanos, Cidadania, Segurança Pública e Relações Internacionais da Câmara de Vereadores de São Paulo.

2-Nos casos de violência, maus tratos, abusos a crianças e adolescentes, órgãos que tratam da questão: 


Conselho Tutelar, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente  CMDCA, as Promotorias de Justiça do Ministério Público, Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente - CONDECA e a Defensoria Pública do Estado de São Paulo.


 Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente - CONDECA





Defensoria Pública do Estado de São Paulo - Núcleo Especializado da Infância e Juventude - DPESP do Município




Comissão Municipal de Direitos Humanos de São Paulo - CMDH/SP 




Defensoria Pública do Estado de São Paulo - Núcleo Especializado de Cidadania e Direitos Humanos do Município


 Disque Direitos Humanos (Disque 100): O Disque Direitos Humanos (Disque 100) é um serviço da Secretaria de Direitos Humanos, para informação e recebimento de denúncias de violação dos direitos humanos. O serviço tem abrangência nacional, funciona 24 horas todos os dias e é gratuito. 
Site: www.direitoshumanos.gov.br


 Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana - CONDEPE
E-mail: condepe@sp.gov.br
Site: www.condepe.org.br



Comissão Permanente de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo - CDH-ALESP - Palácio 9 de Julho 
E-mail: cdh@al.sp.gov.br
Site: www.al.sp.gov.br



Coordenadoria de Políticas para a Diversidade Sexual
E-mail: diversidadesexual@sp.gov.br



Núcleo de Combate à Discriminação, Racismo e Preconceito 
E-mail: nucleo.discriminacao@dpesp.sp.gov.br



Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância - DECRADI
E-mail: delitosintolerancia@ig.com.br



Comissão Extraordinária Permanente de Direitos Humanos, Cidadania, Segurança Pública e Relações Internacionais da Câmara de Vereadores de São Paulo
E-mail: direitoshumanos@camara.sp.gov.br
Site: www.camara.sp.gov.br
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