7 coisas que acontecem com o seu corpo quando você está de coração partido

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1. Momentos após sermos surpreendidos pela separação, o nosso ritmo cardíaco cai, sugere uma pesquisa da Revista Psychological Science que observou o ritmo cardíaco das pessoas logo após uma rejeição social que elas não estavam esperando (os pesquisadores com quem conversamos disseram que a rejeição romântica pode definitivamente ser considerada uma forma de rejeição social).

2. Uma vez que passa o choque inicial, um estresse emocional maior é instalado (O que eu fiz de errado? Vou ficar para sempre sozinho? É hora de adotar gatos?).

Esse estresse pode acelerar o seu sistema nervoso simpático, que também leva a um aumento no nível do cortisol e inflamação. Seu sono, digestão e imunidade podem sofrer também (você fica acordado às noites, sem apetite e parece ficar resfriado o tempo todo).

Em casos bem raros, esse estresse pode realmente partir seu coração, de certa forma. Um pequeno estudo publicado no New England Journal of Medicine descobriu que a angústia emocional causa sérios danos ao coração em alguns pacientes sem doenças cardíacas coronárias, possivelmente por causa de uma resposta exagerada no sistema nervoso simpático.

3. Parece que você sente uma dor física. Isso acontece porque as regiões cerebrais que processam a dor da rejeição social ou da perda também processam as dores físicas, de acordo com a pesquisa publicada no Current Directions in Psychological Science.

4. Você não pensa direito (ex. fica esperando pela reunião semanal às quintas, quando ainda é terça) e você é bem mais impulsivo do que o normal. As habilidades de pensamento crítico e autocontrole decaem muito depois de uma rejeição social, de acordo com a pesquisa.

5. Você jurou que não faria, mas olhou a foto dos dois ou deu uma olhada na página do Facebook dele ou dela. As áreas do seu cérebro mostram uma maior atividade quando você está “alto” ou com desejos de usar drogas acendendo como resposta à imagem daquela pessoa especial, foi o que descobriu a pesquisa publicada no Journal of Neurophysiology.

Isso significa que você ainda está sendo poderosamente atraído por essa pessoa. O que mais isso diz naquele momento? Que o seu cérebro ainda acha que você está perdidamente apaixonado e feliz.

Mas o seu cérebro também está tentando ajudá-lo. As áreas que controlam ajustes comportamentais (ex. é hora de parar de seguir o seu ou sua ex) e pensar em direção a um futuro ("Parece uma morte cruel agora, mas vai ficar tudo bem, e não, o dia de adotar gatos não está nem um pouco próximo") também estão se acendendo.

6. No início, a única pessoa que você está interessada em conversar é com o entregador de pizza ("Oi" e "obrigada " conta como conversa, certo?). Mas eventualmente essa fase passa, a medida que os níveis de progesterona aumentam quando você começa a se sentir sozinho. E isso é algo muito bom— os pesquisadores dizem que os hormônios podem motivá-lo a buscar o contato social.

7. Meses mais tarde, mesmo que você tenha virado a página, você pode notar bem mais cabelo caindo no ralo, muito mais do que o normal. Uma situação de muito estresse, inclusive de tipo emocional, pode alterar o crescimento do folículo capilar para um “modo de descanso”, um estado chamado eflúvio telógeno. (A afinada no cabelo não começa até uns três meses do estresse ter começado por causa do ciclo de crescimento do seu cabelo). Não se preocupe, no entanto— ele vai voltar a crescer.





Fontes de especialistas:
Naomi Eisenberger, PhD, professor associado, Faculdade de Psicologia, da Universidade da Califórnia em Los Angees.
Geoff MacDonald, PhD, professor associado de psicologia na Universidade de Toronto
Lucy Brown, PhD, professor de experimentos clínicos, Departamento de Neurologia, Einstein College of Medicine
Nathan DeWall, PhD, psicólogo na Universidade de Kentucky
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A primeira impressão é a que fica certo?

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Você julga as pessoas menos de um segundo depois de conhecê-las. Elas também



Todo mundo gosta de pensar que dá o benefício da dúvida aos desconhecidos. Mas novas pesquisas provam o contrário.

Nossos cérebros processam opiniões e julgamentos sobre as pessoas milissegundos depois de conhecê-las, de acordo com um estudo da Universidade Albert Ludwigs, de Breisgau, Alemanha. Sim, em menos de um segundo avaliamos se gostamos da pessoa ou não.

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores ministraram o Teste de Associação Implícita, uma medida usada na psicologia que detecta as associações e atitudes imediatas e geralmente inconscientes entre certos conceitos.

O teste ajuda a determinar a reação inicia da pessoa, uma vez que o que ela diz não é necessariamente um reflexo preciso do que ela pensa.

Os participantes do estudo responderam a conceitos como “amor” e “morte” e nomes de coisas com as quais estavam familiarizadas, como seus jogadores de futebol prediletos, por exemplo. Enquanto isso, os pesquisadores mediam as ondas cerebrais por meio de eletroencefalogramas.

O experimento foi realizado para analisar os passos do cérebro no processamento de informações e o tempo que ele leva para fazer uma avaliação subconsciente. Os pesquisadores puderam observar fases individuais no processamento, chamadas de “microestados”, nos quais as redes neurais realizam passos específicos do processo.

Embora já se saiba que os tempos de reação no Teste de Associação Implícita são mais longos quando as pessoas associam conceitos desconhecidos com características positivas, este estudo indicou que a demora ocorre porque alguns dos passos exigem mais tempo, não porque há mais passos. Isso significa que estamos julgando tudo quase instantaneamente.

“Este estudo demonstra o potencial das imagens elétricas neurais modernas no entendimento da origem e do tempo dos processos sociais relevantes do cérebro”, disse o neurocientista Bastian Schiller em um comunicado de imprensa.

Os pesquisadores esperam usar os resultados da pesquisa para ajudar nas terapias de doenças mentais que envolvem problemas de relacionamento social.


Estudos anteriores indicam que as primeiras impressões são realmente importantes: pesquisadores da Universidade de Princeton descobriram que decidimos se uma pessoa é confiável em um décimo de segundo. Mas isso não deveria te deixar nervoso na sua próxima entrevista de emprego... Definitivamente não.

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Porque fazer terapia ainda é um tabu.

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Uma vida que “deveria ser fácil de ser vivida”, mas que, por algum motivo, não é.
Um caminho para a felicidade que nunca é encontrado: “Devo estar fazendo algo errado, não é possível”.
Uma sensação de que nada está bom. Uma sensação desconfortável, difícil de explicar.
angústia, o sofrimento e as perdas fazem parte da vida, apesar de o pensamento contemporâneo prometer combos de felicidade ininterrupta e remédios para os momentos mais amargos da existência. Por mais que se tente ignorar, sofrer, se angustiar e sentir falta são aspectos tão humanos e comuns quanto ficar alegre ou comemorar uma vitória. Estão muito mais relacionados a saúde do que a doença.
E mesmo assim, recorrer à ajuda de psicólogos e psicanalistas para se viver melhor e lidar com as dificuldades que a vida, tenha certeza, vai nos trazer, permanece um grande tabu em nossa sociedade.
Uma pesquisa inédita do instituto Market Analysis, revelou que apenas 2% dos adultos dos principais centros urbanos do Brasil fazem psicoterapia. O levantamento mostrou que 87% não faz ou nunca recorreu a uma terapia, e 11% já fez em algum momento da vida.
Porém, 30% das pessoas consultadas admitem que têm muito interesse em fazer terapia, o que mostra um distanciamento entre a vontade e a concretização.
Para Bárbara de Souza Conte, conselheira do Conselho Federal de Psicologia (CFP), é possível pensar em pelo menos três motivos: Um deles é a diminuição do poder aquisitivo da população, o que restringe a procura, somada ao acesso cada vez menor a esses serviços pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
“Além disso, atualmente vem ocorrendo uma confusão quanto ao atendimento clínico psíquico e a espiritualidade; desta forma, há uma certa oferta de ditos 'tratamentos psíquicos' em instituições religiosas que têm recebido a adesão de pessoas que frequentam estas igrejas.”
Dentre as pessoas interessadas em uma psicoterapia, existe também a dúvida quanto a quais profissionais estariam habilitados para fornecer este serviço, completa Conte, que é mestre em Psicologia pela PUC/RS e doutora em Fundamentos e Desenvolvimentos em Psicanálise pela Universidade Autônoma de Madri.
Questões financeiras – especialmente os mitos - de fato têm grande influência sobre fazer ou não terapia, apurou a pesquisa. De um lado, fazer terapia é visto por 46% das pessoas consultada's como um luxo reservado para a elite, onde só quem é abastado pode pagar as sessões. Esta leitura é reforçada pela percepção desfavorável de que a psicoterapia não vale o que custa – é o que pensam quase 4 em cada 10 brasileiros.
A conselheira do CFP destaca que o custo de um tratamento não é somente financeiro:
“Tratar-se também implica em entrar em contato com os aspectos destrutivos e sofridos de si mesmo. Este é um custo que muitas vezes o sujeito não quer reconhecer e se implicar. O SUS oferece uma escuta possível dentro das possibilidades, como em CAPs, com o atendimento à álcool e drogas, psicoses, família. O SUS tem muito a ser aperfeiçoado, mas é uma forma de oferecer atendimento clínico a uma faixa da população que não tem acesso ao atendimento privado.”
Há ainda um outro mito, que revela que os cuidados com a saúde mental ainda são um grande tabu em nossa sociedade. Para 34% dos consultados, apenas quem passa por problemas muito graves precisa fazer terapia. Pelo menos houve uma evolução quanto a isso: Em 2002, ano da primeira medição, esta era a percepção de 42% das pessoas.
“Penso que ao longo do tempo foi se desenvolvendo um modelo que é psiquiátrico, referente a transtornos e medicalização. E este modelo é muito diferente do que se entende por problemas psíquicos. O modelo de saúde mental não é a ausência de sintomas, mas sim uma possibilidade de reorganização psíquica que leva o sujeito a lidar e/ou modificar seu sofrimento. O tabu existe porque, ao invés do olhar de quem atende dirigir-se ao sujeito e seu sofrimento, ele se volta à tipificação da doença. Transforma o sujeito em doença e aí medicaliza. Aí cria-se a barreira para o sujeito querer se tratar.” 

Por outro lado, a percepção quanto aos benefícios de uma terapia vem aumentando. Três quartos dos consultados (76%) concordam que quem faz terapia acaba se relacionando melhor com os outros, segundo a pesquisa.
Melhorou também a relação com a autonomia, mas uma em cada três pessoas (31%) ainda receia que o paciente fique dependente do terapeuta. Antes, essa desconfiança vinha de 43% dos consultados. 

Conte afirma que só o trabalho com ética é capaz de mudar essa visão.

“Muitas vezes a sugestão toma o lugar da fala e da escuta. Dependência se cria quando, em vez de o sujeito se pensar, ele passa a demandar que o terapeuta diga o que fazer. Se isso ocorre, o terapeuta está fora de sua função e toma para si o lugar de sugerir. Esta é uma forma de exercício de poder, de criar dependência.”
Uma vez driblado o tabu, os pacientes têm muito com o que se beneficiar, e os efeitos de uma terapia dependem do conflito, do desejo da mudança, das condições individuais e familiares para a mudança psíquica e do tratamento a ser utilizado.
“Todo sujeito que sofre e deseja uma mudança psíquica irá se beneficiar quando escutado, pois encontrará, em quem o ouve de forma abstinente e ética, uma via para buscar alternativas e possibilidades de novas formas de lidar com o sofrimento.”
O estudo foi realizado com homens e mulheres de 18 a 69 anos em 906 domicílios das cinco regiões do País. Foram abrangidas as capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Curitiba, Porto Alegre, Manaus, Belém, Brasília e Goiânia. 


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Você é persistente ou insistente ?

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Existe uma grande diferença entre insistir em algo e persistir em algo. Saber a diferença entre os dois, é vital para as nossas vidas. Muitas vezes, pessoas ficam presas no passado ou em alguma situação simplesmente pela insistência em algo que todo mundo sabe e já viu que não dará em nada. Quando eu insisto , eu me fecho, e não aprendo algo novo, pois estou fixado em algo que não dará e nem trará nenhum resultado. 

Algumas vezes, você simplesmente terá de seguir em frente. Sem insistir.

Eu sei, todos nós odiamos fracassar, odiamos desistir, odiamos nos entregar. Todos gostamos dos desafios da vida e queremos continuar tentando até que seja lá o que queremos 'conquistar" tenha sido superado, derrotado, vencido, conquistado. Mas algumas vezes isso simplesmente não vai acontecer, e temos de aprender a reconhecer esses momentos, dar de ombros e seguir em frente, com o orgulho e a dignidade intactos. 

Se um relacionamento está acabando, em vez de entrar em joguinhos longos e complicados — e potencialmente muito dolorosos —, aprenda a arte de seguir em frente. Se está acabado, caia fora. 

Esta não é uma regra referente a relacionamentos — está aqui porque se destina a você, a protegê-lo e ajudá-lo a crescer. Isso não tem nada a ver com os "outros", apenas com você mesmo. Se o relacionamento morreu, não o desenterre a cada cinco minutos para ver se o pulso voltou. Está acabado, siga em frente. Você pode querer dar o troco — não se enfureça, apenas siga em frente. Isso é muito melhor do que tentar uma revanche, porque demonstra que você está acima de qualquer coisa que o tenha aborrecido. E não há melhor maneira de se vingar do que ignorar alguma coisa tão completamente a ponto de deixá-la para trás. 

Desistir e seguir em frente significa que é você quem exerce o controle e que tem capacidade de tomar boas decisões — você está fazendo sua escolha em vez de deixar  que a situação controle 
sua vida ou você .

Persistir é quando continuamos tentando fazer algo que não deu certo , mas como estamos abertos a críticas, sugestões , conseguimos ver a solução. Ocorre uma evolução pessoal pois você consegue entender quando e como parar. A persistência tem a ver com objetivos, a insistência com a teimosia. Não adianta insistir em algo que não vai dar certo, mas você precisa persistir naquilo que dará . Como descobrir quando è um e quando é outro?

A insistência te fecha para o aprendizado pois sua base está na obsessão da conquista, seja do objetivo ou de alguém ou algo.  A persistência envolve renúncia, pois está baseado na aprendizagem, na mudança e na abertura para conselhos e principalmente, para a verdade da situação. Na persistência eu abro mão de algo  para ganhar. Na insistência eu nunca abro mão de algo porque seria uma perda. A persistência respeita, a insistência agride. 


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Dependência emocional- quando amar vira um vício

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Você sente que ama mais do que é amado? Acredita que não pode viver sem alguém? Sente solidão e vazio sem aquela pessoa? Nutre sentimentos de ciúmes e possessividade pelo seu parceiro? Seu corpo treme só de pensar num rompimento ou tem ansiedade extrema se aquela pessoa não atende ao telefone? Se você respondeu sim a alguma destas perguntas, você pode ser um dependente emocional.


Dependência  emocional é um estado no qual a pessoa sente-se totalmente dependente de outra pessoa para que possa sentir-se segura e viver adequadamente. É como um vício , ela acha que se não estiver com o outro ela não consegue viver.

Normalmente a pessoa dependente emocional é extremamente ciumenta e exige atenção exclusiva. Isso ocorrer porque a presença do outro nunca será suficiente. Ela exigirá , como uma droga, cada vez mais a presença constante do outro, chegando a sufocar. Quando o parceiro ou parceira se sente sufocado, eles tendem a se afastar, o que faz com que a pessoa se torne mais ciumenta.

A pessoa que é dependente emocional considera qualquer pessoa como ameaça ao seu relacionamento, e com isto prefere passar muito tempo a sós com o objeto da dua dependência. Quando se afasta, tende a sentir-se irritado ou depressivo. Como qualquer dependente não faz planos, e quando o faz, todos giram em torno da pessoa . Não consegue ter uma vida fora.


Veja alguns sintomas de que você é um dependente emocional:

  • Cuidados excessivos com o outro - preocupação constante, necessidade compulsiva de ajudar o outro, antecipando as necessidades dele, assumindo responsabilidades por ele e deixando o próprio cuidado de lado;
  • Baixa autoestima – culpa-se por tudo, auto exigência e autocrítica exagerada, sente-se envergonhado e inferior aos outros, contenta-se com muito pouco, com “migalhas de amor”;
  • Repressão das emoções – reprime seus sentimentos e vontades, de tal modo que, com o tempo, perde o contato;
  • Controle compulsivo – necessidade de ter sempre o controle de si mesmo, das situações, do relacionamento, do outro, tentando mudá-lo;
  • Ciúme doentio – enorme insegurança, pensamentos constantes de ruminação pelo medo de ser traído ou de ser abandonado, comportamentos e discussões na tentativa de controlar os comportamentos do outro;
  • Negação – mente para si mesmo, finge que os problemas não existem ou não são graves, não enxerga e enfrenta os problemas que estão acontecendo na relação, pensa que um dia tudo vai melhorar “do nada”;
  • Vive oscilando entre o céu e o inferno - oscila entre gostar e sentir-se magoado e com raiva do outro, ou seja, ora se sente bem na relação e ora se torna vítima e age como o algoz, cobrando posturas de forma pesada e agredindo o outro;
  • Acredita que depende do outro – procura desesperadamente amor e proteção fora de si mesmo, não consegue ficar só, sente-se ameaçado pela perda do outro, sente que necessita do outro pra ser feliz;
  • Comunicação disfuncional – não expressa abertamente seus sentimentos e pensamentos, a comunicação não é honesta e franca; não consegue ter bons diálogos e discutir objetivamente os problemas; iniciativas de diálogo se tornam discussões áridas.
  • Dificuldades sexuais - usa o sexo para conquistar, segurar e ganhar a aprovação do outro; tenta manipular e controlar o outro através do sexo; fazem sexo quando não querem; com pouco ou nenhum prazer, etc.
  • Envolvimento com pessoas complicadas - escolhe parceiros indisponíveis, indecisos, de classe socioeconômica inferior, agressivos, distantes, que sugam e pouco doam, irresponsáveis, mal-caráter, que também apresentam transtornos psicológicos como dependências (de álcool, de outras drogas, de jogos, etc.). Por isto, tem decepção amorosa, sofre muito por amor, experimentando uma vida amorosa insatisfatória.

Estes sintomas e outros contribuem para Padrões de Relacionamentos Destrutivos.

Causas

A maior parte dos dependentes emocionais vem de famílias disfuncionais, conflitivas, que demonstraram significativa fragilidade emocional e, por isto, contribuíram para o desenvolvimento e instalação da dependência emocional entre seus membros. Em geral, ele viveu pouco amor, amparo, aceitação, segurança, coerência e harmonia familiar. Em muitos casos, houve rigidez de regras e críticas excessivas, abusos, violência psicológica e até física. Portanto, de modo geral, a pessoa desenvolve a dependência emocional a partir da infância.

A dependência afetiva aparece quando se abandona a si mesmo, quando se acredita que não há outra forma de ser querido senão pelos olhos do outro. Todas as pessoas dependem, em algum nível, da aprovação de alguém. Entretanto, para o dependente emocional, esta necessidade é vital.

Amor que vem do medo não é amor, é necessidade. Não há solidão maior do que a falta de si mesmo. Por isso, se você é um dependente emocional, saiba que o amor de que precisa está e sempre esteve aí mesmo, dentro de você!

Como abandonar a dependência emocional

Em primeiro lugar, procure ajuda de um psicólogo qualificado para que ele possa te ajudar a entender suas inseguranças, seus medos, e principalmente, a se conhecer. O psicólogo vai auxiliá-lo a identificar em que áreas da vida essa dependência surge e de que forma está afetando sua vida e suas relações, além de buscar as causas e tratá-las.

Peça a um amigo confiável para lhe dar algum feedback sobre os padrões de seus relacionamentos. Quando estamos em uma relação difícil, frequentemente nos recusamos a ouvir as pessoas que estão fora da situação e que reconhecem nossos padrões poucos saudáveis. Para nos libertarmos, devemos estar dispostos a ouvir o feedback sobre como as nossas ações na verdade machucam a pessoa que estamos tentando ajudar. Devemos estar abertos para a verdade sobre nós mesmos.

Outras dicas importantes:

Reconheça o seu valor : Reconheça o seu valor-próprio e alimente pensamentos positivos sobre si mesmo, percebendo suas limitações bem como suas conquistas, estabelecendo metas e objetivos, ajudando outros e fazendo o que lhe faz sentir bem. Aceite as suas decisões e observe a sua capacidade de fazer o que é melhor para você.

Perceba que você tem o controle de si e assuma as rédeas de sua própria vida: Perceba que você tem o controle de si, incluindo seus sentimentos, suas emoções e ações. Algumas vezes, acontecem eventos na vida que são incontroláveis, mas você precisa perceber o que pode controlar. Não permita que outra pessoa controle o caminho que você deve seguir.

Estabeleça metas para vencer sua insegurança: O momento é propício para estabelecer limites pessoais e na relação, que representam o respeito às próprias vontades e a do outro. Claro que não será fácil – e ninguém disse que seria –, mas é imprescindível para a mudança que você precisa operar, a fim de ter uma vida mais saudável e feliz.

Não programe o seu dia a dia dependendo da outra pessoa: Perceba que você também possui necessidades importantes, precisa ter controle da sua própria vida e fazer as suas coisas independente dos outros. Você pode se comprometer e reconhecer as necessidades do outro, mas tem de se lembrar igualmente de que você tem de viver sua vida para além do relacionamento.

Recupere o seu espaço. É importante que você trate de recuperar aqueles espaços pessoais e individuais. Reúna-se com amigos sem o seu companheiro, faça atividades que lhe gerem prazer.

Seja realista e pare de idolatrar o seu companheiro, ele é um ser humano e, como tal, tem seus defeitos e suas virtudes. Nem tudo o que ele faz e diz é correto, por isso você deve trabalhar a humanização do seu companheiro, para poder superar a dependência emocional.

Dialogue. O que você pensa e diz é igualmente importante, tal como o que o seu companheiro pensa. Quando não estiver de acordo com algo, diga-lhe. Não aceite tudo o que ele diz por medo de perdê-lo. Com as diferenças também se constrói e consolida um relacionamento.

Repense. Tome um tempo para pensar no seu relacionamento. Reflita sobre como era antes de o conhecer e todas as coisas que deixou de fazer pela relação. Talvez, seja tempo de fazer umas mudanças no relacionamento, para que ambos se sintam melhor.







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Eu gostaria de ter feito isso- E VOU FAZER

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Arrependimentos. Quem nunca teve? Eu tive alguns... Talvez você espere que eu diga que na vida não há espaço para arrependimentos ou para "se ao menos".  Isto não vai acontecer por que os arrependimentos podem ser bastante úteis — se você usá-los para agir de outra maneira no futuro.

Há três cenários possíveis para o "Eu gostaria de ter feito isso”.  O primeiro é quando você sente que não aproveitou uma oportunidade ou que perdeu alguma coisa. O segundo é quando você vê que alguém fez algo muito bom e gostaria que tivesse sido você. O último cenário não diz respeito a você, mas aos outros — aqueles que se arrastam por aí numa atitude de "Eu poderia ter sido um vencedor, se ao menos eu tivesse tido chance, ou mais sorte, ou melhores oportunidades” . Para essas pessoas, a má notícia é que, mesmo que a Dama da Fortuna tivesse aparecido e lhes dado uma mordida no traseiro, elas deixariam a sorte escapar.

As pessoas que olham para as conquistas dos outros se dividem em dois grupos:  as que invejam e as que se sentem motivadas. Se você se flagrar dizendo “Eu gostaria de ter feito isso/ pensado nisso/estado lá/visto aquilo/experimentado isso/conhecido aquelas pessoas", então deve aprender a completar a frase com "E vou conseguir"...

Em muitos casos, o que você gostaria de ter feito pode não estar completamente fora de cogitação — mesmo que não seja exatamente como se você tivesse feito antes. Por exemplo, se você está pensando "Eu gostaria de ter passado um ano na China antes da faculdade”,  é claro que não vai conseguir voltar no tempo .  Mas sem que você não conseguiria um período sabático de seis meses para viajar agora? Ou tirar umas férias mais longas e ir até lá (com a família, se necessário)? Ou quem sabe colocar essa viagem no topo da lista de coisas que pretende fazer quando se aposentar?

É claro que, se você lamenta não ter ganho uma medalha de ouro olímpica nos 400 metros rasos porque desistiu do atletismo aos 14 anos de idade, não conseguirá fazer isso agora que está com 34.
Nesse caso, você apenas pode decidir que não perderá mais nenhuma oportunidade. Então você pode começar a ter aulas de mergulho para que, daqui a 20 anos, não fique se queixando de que "Gostaria de ter aprendido a mergulhar...".


A chave é olhar e ver o que você poderia ter feito e ainda pode ser feito e se empenhar, ao invés de ficar se lamentando por não ter feito ou conseguido. Você pode lamentar e se arrepender de muita coisa que não aconteceu, mas você também pode se levantar e fazer agora. Lembre-se: a diferença entre o sonho e a conquista se chama atitude, a decisão é sua. 
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Viés de confirmação : quando eu acredito no que quero

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O EQUÍVOCO: suas opiniões são o resultado de anos de análise racional e objetiva. 
A VERDADE: suas opiniões são o resultado de anos em que você prestou atenção a informações que confirmavam o que você acreditava, enquanto ignorava aquelas que desafiavam suas noções preconcebidas. 

Você  já ouviu uma conversa na qual algum filme antigo era mencionado, algo como O rapto do menino dourado, ou talvez outro mais obscuro? Você ri sobre isso, cita algumas linhas, imagina o que aconteceu com os atores que nunca mais viu, e então esquece tudo. Até... Está mudando os canais da TV uma noite e, de repente, vê que O rapto do menino dourado está passando. 

Estranho. No dia seguinte, você está lendo uma notícia de jornal e, do nada, ela menciona filmes esquecidos da década de 1980 e, caramba, há três parágrafos sobre O rapto do menino dourado. Naquela noite, no cinema, você assiste a um trailer de um novo filme de Eddie Murphy; depois, um cartaz na rua que mostra que Charlie Murphy está apresentando um espetáculo de stand-up na cidade; por fim, um de seus amigos manda o link de um post do site da TMZ,12 mostrando fotos recentes da atriz de O rapto do menino dourado.

 O que está acontecendo aqui? É o universo tentando dizer algo a você? Não. É assim que funciona o viés da confirmação. 

Desde a conversa com seus amigos, você mudou de canais muitas vezes; caminhou por muitos cartazes; viu dezenas de histórias sobre celebridades; esteve exposto a vários trailers de filmes. A coisa é, você descartou todas as outras informações, tudo o que não era relacionado a O rapto do menino dourado. De todo o caos, todas as migalhas de dados, você só notou as partes que o chamaram de volta a algo sentado no topo do seu cérebro. Há algumas semanas, quando Eddie Murphy e sua aventura tibetana ainda estavam submersos sob um amontoado de cultura pop no fundo de seu cérebro, você não teria prestado nenhuma atenção especial a referências sobre ele. 

Se você está pensando em comprar um novo carro de alguma marca em especial, de repente vê pessoas dirigindo aquele carro por todas as estradas. Se terminou uma relação de longa data, toda canção que ouve parece estar falando de amor. Se está para ter um bebê, começa a vê-los por todos os lados. O viés da confirmação está vendo o mundo através de um filtro.

Os exemplos acima são um tipo de versão passiva do fenômeno. O problema real começa quando o viés da confirmação distorce sua busca ativa de fatos.
                                                                                                                                                                                                         
 Meio século de pesquisa colocou o viés de confirmação entre os mais confiáveis bloqueios mentais. Jornalistas, ao contarem uma certa história, devem evitar a tendência a ignorar provas do contrário; cientistas, procurando provar uma hipótese, devem evitar criar experimentos com pouco espaço para resultados alternativos. Sem o viés da confirmação, teorias de conspiração não se manteriam. Nós realmente colocamos um homem na Lua? Se estiver procurando provas de que não enviamos, vai encontrar.

Em um estudo da Universidade de Minnesota, feito por Mark Snyder e Nancy Cantor, as pessoas leram por cerca de uma semana sobre a vida de uma mulher imaginária chamada Jane. Por toda a semana, Jane fez coisas que mostravam que poderia ser vista como extrovertida em algumas situações e introvertida em outras. Alguns dias se passaram. Pediu- se que as pessoas retornassem. Os pesquisadores dividiram as pessoas em grupos e foi pedido que elas ajudassem a decidir se Jane era adequada para um emprego em particular. Foi perguntado a um grupo se ela seria uma boa bibliotecária; ao outro grupo, se seria uma boa agente imobiliária. No grupo bibliotecário, as pessoas se lembraram de Jane como introvertida. No grupo de agente imobiliária, elas se lembraram dela como extrovertida. Depois disso, quando cada grupo foi perguntado se ela seria boa em outras profissões, as  pessoas ficaram presas a sua avaliação original, dizendo que ela não estava apta para outro emprego. O estudo sugere que, mesmo em suas memórias, você está atado ao viés da confirmação, lembrando-se de coisas que apoiam crenças, mesmo as recentemente conquistadas, e esquecendo as coisas que as contradizem.

Um estudo da Universidade de Ohio, em 2009, mostrou que pessoas passam 36% mais tempo lendo um ensaio se ele se alinha com suas opiniões. Com o tempo, por nunca procurar o antiético, através do acúmulo de assinaturas a revistas, pilhas de livros e horas de televisão, você consegue ficar tão confiante na sua visão de mundo que ninguém consegue dissuadi-lo.

 Lembre-se de que sempre há alguém disposto a vender olhos aos publicitários que estejam oferecendo uma audiência garantida de pessoas procurando validação. Pergunte-se se você está nessa audiência. Na ciência, você se aproxima mais da verdade ao procurar evidências contrárias. O mesmo método talvez devesse ser usado também para formar suas opiniões.


Fonte : Você não é tão esperto quanto pensa / David M acRaney ; tradução Marcelo Barbão. -- São Paulo : Leya, 2012.
                                                                                            
                                                                                                                         
      
                                                                                                                               
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     
                                                                                                                      
                                                                                              
                                                                                                         
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           
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6 Frases que você precisa eliminar do seu vocabulário

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Podem parecer inofensivas, mas as palavras têm um poder extraordinário, seja para o bem ou para o mal… Às vezes, para alcançarmos os nossos objetivos mais audaciosos, tudo o que precisamos fazer é: usar (ou não) as palavras!

Se você procura o sucesso, confira algumas frases que deve ELIMINAR do seu vocabulário!


1. “Isso é impossível”

A partir do momento em que você declara que algo é impossível, torna-se impossível!
Eu gosto do impossível porque lá a concorrência é menor.  Walt Disney
Mesmo que possa parecer difícil, acredite nas suas capacidades. As pessoas podem surpreender e fazer coisas espetaculares na vida quando acreditam em si mesmas! 

2. “Eu não consigo”

Normalmente, o “eu não consigo” aparece logo após o “isso é impossível”, certo?
Não existe maior fracasso do que o medo de tentar, meus amigos. Você precisa entender que todos erram, aprendem com os erros e voltam a tentar. Essa é a “fórmula da vida”!
Substitua o “eu não consigo” por “eu vou tentar”. Dê o seu melhor e, caso fracasse, simplesmente volte a tentar!

3. “Depois eu faço isso”

Adiar, adiar e adiar… Um grande erro cometido por muitas pessoas é a procrastinação! Se você tem algo importante para fazer agora, não deixe para depois… FAÇA JÁ!
Organizar as suas prioridades e criar uma rotina de trabalho faz parte do amadurecimento profissional, que pode ser aplicado em vários aspectos da vida.
Mostre que você é responsável e saiba cumprir os seus deveres no momento certo!

4. “Isso dá muito trabalho…”

Se você deseja progredir na sua profissão (e na vida) e conquistar novas responsabilidades, não tenha medo de aceitar novos desafios!
Em outras palavras: não seja preguiçoso!

Quando você reclama que determinada atividade “dá muito trabalho” e desiste de desempenhá-la por isso, está simplesmente comprovando que é incapaz de crescer e progredir na vida. É isso o que você quer?

5. “Não depende só de mim”

Talvez esta seja uma das desculpas mais usadas no mundo! Não apenas para tentar “enganar” as outras pessoas, mas também a si mesmo!

Tudo o que você constrói em sua vida nasce a partir do seu esforço, direta ou indiretamente. Para realizar um sonho, desenvolver um projeto, ser feliz… Ninguém conseguirá atingir os SEUS objetivos além de você mesmo!

6. "A culpa não é minha!"


Evitar a responsabilidade pelos seus atos é das piores coisas que alguém pode fazer. Ao colocar a culpa nos outros, você nunca irá melhorar pois vai sempre pensar que a responsabilidade é externa a você. Assuma seus erros e, sobretudo, aprenda com eles!
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10 lembretes sobre a vida para você ter em mente quando se sentir um inútil

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A vida muitas vezes pode ser difícil e  algumas vezes perdemos a esperança, ficamos desencorajados e não conseguimos descobrir o que fazermos para sairmos desta situação.

Em momentos como esses, precisamos nos lembrar das coisas que aprendemos, das coisas que já superamos em nossas vidas, e dos conselhos dos amigos e familiares. Aqui estão alguns lembretes para você ter em mente que vão te ajudar a passar por uma má fase e te ajudar a levantar:



1- Oportunidades estão em toda parte.

A cada novo dia o mundo oferece inúmeras oportunidades. Seu trabalho é perceber, estar aberto e fazer o melhor uso delas. Rubem Alves já dizia: A gente fica esperando que a alegria haverá de chegar depois da formatura, do casamento, do nascimento, da viagem, da promoção, da loteria, da eleição, da casa nova, da separação, da aposentadoria...e não chega porque a alegria não mora no futuro, mas só no agora.

2-Há pessoas que podem apoiá-lo e motivá-lo.

Talvez você esteja cercado por pessoas tóxicas, que só pensam em si mesmas, são negativas, queixam-se da vida, nunca escutam você, não respeitam seus objetivos e constantemente fazem você se sentir para baixo.

Você não precisa deles. Na verdade, se você continuar vivendo em torno deles, você não vai atingir seus objetivos ou se sentir mais feliz. Por isso não se esqueça que há outras pessoas com os mesmos interesses que os seus , grupos que você pode participar, amigos que você pode fazer. Então se levante e encontre-os.

3- Se você não gosta de algo em você, você sempre pode mudá-lo.

Não se sinta triste ou desmotivado se você odeia seu corpo, não é produtivo, não tem uma habilidade, não gosta de seu estilo, não está confiante ou são muito tímidos para falar com novas pessoas.

Tudo isso pode ser mudado. Primeiro você tem quer querer e depois saber o porquê você está fazendo determinada coisa e ser coerente. Se você não gosta de algo, se você realmente quer melhorar sua vida e se tornar uma versão melhor de si mesmo, mude, comece dando um pequeno passo a cada dia.

4- Nada é tão ruim quanto parece.

Muitos de nós temos a forte tendência em dramatizar situações e muitas vezes achamos que elas parecem piores quando na verdade tudo não é tudo isto, pois toda situação além de ser temporária e pode ser mudada. Tenha isso em mente.

5- A vida é simples.

Então pare de complicá-la.

Abandone suas expectativas irreais, pare de tentar adivinhar o que as pessoas querem dizer e perguntar diretamente. Jogue fora todos os pertences que você não usou ultimamente e faça algum espaço em seu apartamento.

Deixe de lado o passado e o futuro e concentre-se no agora. Elimine as tarefas de sua lista que alguém pode terminar, ou que não são urgentes, ou não têm nada a ver com seus objetivos e as coisas que você quer na vida. Foque no simples. Ame mais, beba água e não se esqueça do protetor solar.

6- Você não precisa fazer ou ter qualquer coisa em particular para ser feliz.

Muitas pessoas procuram a felicidade em fontes exteriores - sentem um vazio dentro delas e tentam enchê-lo amando alguém e passando todo seu tempo com ele, fazendo compras, festejando, mudando para outro lugar, mudando sua aparência, etc. E eles se sentem ainda pior depois disso.

Isso porque a felicidade pode ser encontrada apenas no interior. E esse vazio é um sinal de que você não fixou seu relacionamento consigo mesmo - você se não ama, aprecia, aceita e escuta a si mesmo.

Comece a fazer isso, comece o que você já tem e aprecie  as pequenas coisas, e você verá o mundo de um ponto de vista diferente - você vai encher os seus dias com gratidão e contentamento, e felicidade virá.

7- Falhas e erros são bênçãos.

Temos que parar de pensar que o erro é algo ruim na nossa vida. Falhar é a prova a maior de tentar, significa que você está fazendo algo com sua vida e isso o põe à frente da maioria das pessoas, que estão apenas sentadas  em casa, pensando no que querem da vida com medo de errarem.

Tentar algo e não ter êxito faz você mais experiente, mais forte, e permite que você saiba o que você não deve fazer na próxima vez. E se você aprender como encontrar a lição nela e não desistir, você eventualmente alcançará o sucesso.

8- Se for importante, você arrumará tempo.

Sejamos sinceros, a vida tem tudo a ver com a priorização. Se você diz que não tem tempo para algo, então não é tão importante para você. Porque se fosse, você descobriria uma maneira de ganhar tempo. Então nunca diga que você está muito ocupado para passar tempo com sua família, fazer o que você ama ou então.

Nossas prioridades se resumem em três coisas: interesse, disposição e tempo. Se você não possui disposição para encontrar tempo é porque nunca existiu real interesse.

9- Deixe ir tudo que te faça mal

Deixar ir é um processo doloroso, mas necessário. Ele ajuda você a libertar sua mente da carga e das dores do passado. Isto vale para tudo. Se algo não te acrescenta nada de bom, abra mão. Você não precisa. Você não irá se curar voltando para quem te machucou ou para o que te deixou em pedaços. Portanto, deixe ir.

10- Todo dia é uma chance de começar de novo.

Isso é um grande fato e eu adoro lembrar-me disso sempre que me sinto mal. É verdade. Não importa quantas vezes você falhou, quão ruim você se sentiu ontem e que dificuldades você passou, amanhã é outro dia, e você decide como iniciá-lo e como gastá-lo.


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