Estudo feito por neurocientista revela 10 músicas que reduzem em até 65% os níveis de stress e a ansiedade

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Que a música possui poder de relaxamento, bem estar e até cura não há dúvidas, e a musicoterapia e outros tratamentos envolvendo música e som são efetivos e bastante utilizado. É claro que tal efeito está diretamente ligado ao gosto pessoal de quem ouve – ou, ao menos, era o que parecia. Uma pesquisa de um laboratório de neurociência da Inglaterra descobriu as 10 músicas mais relaxantes do mundo.


Segundo a pesquisa, a música que ficou em primeiro lugar reduziu em até 65% o nível de ansiedade dos envolvidos. O teste era conduzido com participantes durante e após a tentativa de resolver difíceis puzzles, problemas matemáticos ou enigmas, responsáveis por elevar o nível de stress e ansiedade. O efeito da música sobre esse estado foi medido através da pressão, dos batimentos cardíacos e do ritmo respiratório.

O resultado pode parecer falho, mas curiosamente a canção eleita como a mais relaxante do mundo, conforme mostra a lista abaixo, foi criada pelo grupo Marco Union em parceria justamente com terapeutas sonoros para incitar tal efeito de relaxamento – tal informação não foi dividida com os participantes da pesquisa.

Ainda assim, talvez para fãs mais atentos ou mais intensos de música, a lista seja questionável – trata-se, afinal, de um desfile de músicas tão água com açúcar que é capaz de levar um ouvinte de rock, por exemplo, a um intenso estado de ansiedade.

A conferir – um playlist foi criado no spotfy com a seleção. Recomenda-se não dirigir durante a audição, pois o efeito pode ser tão intenso que seria capaz de fazer o motorista dormir.

 1. “Weightless,” de Marconi Union
2. “Electra,” de Airstream
3. “Mellomaniac (Chill Out Mix),” de DJ Shah
4. “Watermark,” de Enya
5. “Strawberry Swing,” de Coldplay
6. “Please Don’t Go,” de Barcelona
7. “Pure Shores,” de All Saints
8. “Someone Like You,” de Adele
9. “Canzonetta Sull’aria,” de Mozart
10. “We Can Fly,” de Rue du Soleil (Café Del Mar)
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Este professor de Psicologia resolveu criar uma lista com dicas para combater o estresse. A reação? A melhor possível.

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Brett Phillips é professor de psicologia na cidade californiana de Oxnard. Ele costuma começar o período letivo distribuindo aos alunos uma lista. Não uma lista com os livros que a turma deve estudar para passar em suas provas, como você poderia pensar, mas uma lista com maneiras de combater o estresse, elaborada por ele nos tempos de estudante.


101 MANEiRAS DE COMBATER O ESTRESSE
  1. Acorde 15 minutos antes.
  2. Comece a se preparar para a manhã seguinte ainda na noite do dia anterior.
  3. Evite usar roupas apertadas.
  4. Tente não tomar medicamentos.
  5. Agende compromissos com tempo hábil.
  6. Não confie em sua memória... Anote tudo.
  7. Lembre-se: prevenir é melhor que remediar.
  8. Faça uma cópia das suas chaves.
  9. Diga "não" com mais frequência.
  10. Coloque suas prioridades em primeiro lugar.
  11. Evite as pessoas negativas.
  12. Use o tempo a seu favor.
  13. Não pule os horários das refeições.
  14. Tenha sempre uma cópia dos documentos importantes.
  15. Avalie previamente aquilo de que você precisa.
  16. Conserte tudo que não está funcionando direito.
  17. Peça ajuda para as tarefas nas quais você tem dificuldade.
  18. Resolva os problemas grandes com doses pequenas.
  19. Considere os problemas como dificuldades temporárias.
  20. Encare estas dificuldades a partir de outro ponto de vista.
  21. Não leve a vida tão a sério.
  22. Sorria.
  23. Prepare-se para a chuva. Tenha sempre um guarda-chuva.
  24. Brinque com crianças.
  25. Dê carinho aos seus pets.
  26. Você não precisa ter as respostas de todas as perguntas.
  27. Busque sempre algo bom naquilo ruim.
  28. Diga algo agradável a alguém.
  29. Ensine uma criança a empinar pipa.
  30. Passeie durante a chuva.
  31. Inclua tempo livre em sua programação.
  32. Tome um banho com espuma.
  33. Tente ter certeza das decisões que você toma.
  34. Acredite em si mesmo.
  35. Pare de falar coisas ruins.
  36. Imagine-se como um vencedor.
  37. Desenvolva seu senso de humor.
  38. Viva o hoje. Não espere pensando que amanhã vai ser melhor.
  39. Proponha-se objetivos.
  40. Dance com a alma.
  41. Diga ’oi’ a um desconhecido.
  42. Abrace seus amigos com mais frequência.
  43. Observe as estrelas.
  44. Aprenda a respirar devagar e tranquilamente.
  45. Aprenda a assobiar melodias.
  46. Leia poemas.
  47. Ouça sinfonias.
  48. Assista a uma apresentação de balé.
  49. Leia agasalhado em sua cama.
  50. Faça coisas novas.
  51. Deixe os hábitos ruins para trás.
  52. Compre flores sem motivo.
  53. Pare um momento para curtir o cheiro das flores.
  54. Busque apoio.
  55. Encontre um amigo que seja sua alma gêmea.
  56. Faça isso hoje mesmo.
  57. Aprenda a ser mais alegre e otimista.
  58. Coloque sua segurança em primeiro lugar.
  59. Seja moderado em tudo.
  60. Dê atenção ao seu aspecto físico.
  61. Busque a perfeição, não siga um ideal.
  62. Todos os dias, amplie os limites das suas possibilidades.
  63. Prestigie obras de arte.
  64. Cante.
  65. Controle seu peso.
  66. Plante uma árvore.
  67. Alimente os pássaros.
  68. Demonstre resignação nas situações difíceis.
  69. Faça exercícios ao acordar.
  70. Tenha sempre um plano "B".
  71. Aprenda a desenhar algo novo.
  72. Memorize boas piadas.
  73. Seja responsável por seus sentimentos.
  74. Aprenda a entender do que você precisa.
  75. Vire o melhor ouvinte.
  76. Conheça suas fraquezas, e não tenha medo de mostrá-las aos outros.
  77. Dê ’bom dia’ a alguém em latim (die bona).
  78. Faça aviões de papel.
  79. Faça exercícios regularmente.
  80. Aprenda a letra de uma nova música.
  81. Comece a trabalhar mais cedo.
  82. Limpe bem seu armário.
  83. Banque o bobo para um bebê.
  84. Planeje um dia no campo.
  85. Faça caminhos diferentes.
  86. Um dia, saia da escola ou do trabalho mais cedo (se permitirem, claro).
  87. Compre um ambientador para seu carro.
  88. Assista a um filme comendo pipoca.
  89. Mande mensagens aos amigos que estão longe.
  90. Vá assistir a um jogo no estádio e grite à vontade.
  91. Prepare uma refeição à luz de velas.
  92. Aceite: o amor incondicional é muito importante.
  93. Lembre-se: o estresse é uma atitude.
  94. Escreva um diário.
  95. Aprenda a sorrir de coração.
  96. Não esqueça que você sempre tem escolha.
  97. Busque o apoio dos seus amigos, inspire-se visitando seus lugares favoritos e esteja rodeado por suas coisas favoritas.
  98. Pare de tentar corrigir os outros.
  99. Durma bem.
  100. Fale menos, escute mais.
  101. Elogie quem está a sua volta.
BÔNUS: Relaxe, valorize cada dia... você tem a vida toda pela frente.
Brett fala o seguinte sobre a lista: "Eu a compartilho com meus alunos, peço que eles escolham as cinco dicas com as quais mais se identificam e os estimulo a segui-las. Acho que a maioria das pessoas é capaz de muito mais se deixar de viver de forma tão tensa e estressante".
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Uso de eletrônicos em excesso atrasa desenvolvimento infantil, diz Unicamp

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Estudo foi feito com crianças de 8 a 12 anos, na região de Campinas.


Um estudo da Faculdade de Educação (FE) da Unicamp, em Campinas (SP), concluiu que as crianças que usam aparelhos eletrônicos sem controle e não brincam, ou brincam pouco, no "mundo real" podem ter atraso no desenvolvimento. A pesquisa foi realizada com meninos e meninas de 8 a 12 anos de idade, que ficam de quatro a seis horas diante das telas de computadores, tablets, celulares e videogames.


Para a pedagoga Ana Lúcia Pinto de Camargo Meneghel, que desenvolveu o estudo na FE durante o mestrado na linha de psicologia da educação, as crianças que se enquadram neste perfil acabam não brincando e nem tendo uma rotina, o que afeta no ritmo de construção do desenvolvimento cognitivo.
Ao todo, 21 meninos e meninas de uma escola particular na região de Campinas (SP) passaram por testes para avaliar as capacidades que eles precisam ter para, inclusive, aprender bem o conteúdo ensinado na escola. Para a surpresa da pesquisadora, de todas as crianças, apenas uma mostrou as habilidades esperadas para essa faixa.

"Apenas uma criança, de 12 anos, tinha construído as noções lógico-elementares, que seriam as noções matemáticas e a noção de espaço", afirma a pesquisadora da Unicamp.

Brincar aumenta a criatividade

O uso de eletrônicos em si não é exatamente o problema, segundo a pesquisa, mas sim a falta de brincadeiras no "mundo real".

"O mais importante é eles brincarem. Num parquinho, na piscina, na escola. Precisa oferecer para essas crianças atividades criativas. Atividades que eu vou buscar, que eu tenha curiosidade". explica Ana Lúcia.

Segundo a pesquisa, quando a criança brinca, faz uso das operações infralógicas, que garantem noção operatória de espaço, tempo e causalidade. Um exemplo é uma brincadeira simples de entrar debaixo de uma cadeira. A criança precisa viver a experiência para saber se cabe naquele espaço ou não.
Crianças foram entrevistadas

A pedagoga e pesquisadora Ana Lúcia conversou com as crianças e todas afirmaram ter pelo menos quatro aparelhos eletrônicos em casa. Sobre brincadeiras na rua, os meninos e meninas responderam que não brincavam porque os pais não deixavam, por ser perigoso.

Sobre a prática de atividades físicas, das 21 crianças avaliadas, 14 afirmaram que não praticavam nenhuma. As que disseram sim, afirmaram fazer natação, uma ou duas vezes na semana.

A pesquisadora percebeu em outros questionamentos, sobre o que as crianças fazem quando não estão na escola, que muitas não conseguem descrever suas rotinas.

Dificuldades para medir espaço

Entre os testes desempenhados, as crianças tiveram que montar uma torre com peças de madeira em uma mesa e depois outra no chão, com peças diferentes. A ideia é que construíssem torres de igual tamanho. Elas tiveram dificuldades para medir as duas.

Em outra prova, a pesquisadora avaliou a perspectiva. Com a ajuda de uma maquete de casas e fotos de diversos ângulos da maquete, muitas das crianças não conseguiram definir as posições das casas. Ana Lúcia concluiu que essas crianças ainda não tinham desenvolvido a noção de espaço.


E em atendimentos psicopedagógicos, verificou que as crianças sem oportunidade de brincar, explorar e que passam horas diante dos aparelhos eletrônicos, apresentaram dificuldade na hora de organizar os pensamentos. Foi difícil, por exemplo, montar contas matemáticas no papel com um número embaixo do outro.
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