Imagens emocionantes registram o dia em que crianças e jovens são adotados

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Em 2008, um jovem norte-americano descobriu que seu primo de 9 anos estava morando em um carro. Ele e seus colegas de faculdade decidiram fazer alguma coisa pelas crianças que precisavam de adoção, mas não conseguiam participar de nenhuma instituição por terem menos de 21 anos. Então decidiram criar uma.

Nasceu assim a Together We Rise, que oferece materiais escolares, bicicletas, programas educacionais e até bolsas de estudo para as crianças nos orfanatos. Eles também formam voluntários para trabalhar com as crianças e informam os interessados sobre o processo de adoção.
“Vemos muitas notícias negativas sobre os orfanatos, e achamos que é necessário destacar as adoções maravilhosas que acontecem todos os dias”, conta Gianna Dahlia, diretora da TWR. Por isso eles publicam fotografias das crianças e adolescentes no dia em que eles se preparam para mudar para um novo lar.

Olha que lindeza:

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“Fiquei no orfanato por 2456 dias, mas hoje, 3/dez/2015, fui adotado”

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“Algumas coisas valem a pena a espera. Adoção <3 – Jackson 10/12/15”

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“Eu passei 471 dias no orfanato. Hoje, 10/nov/2015, fui adotada!”

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“Passei 1040 dias no orfanato, mas hoje eu fui adotada! 4/nov/2015”

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“Passei 5330 dias no orfanato. Já tinha perdido toda a esperança, mas hoje, 07/10/15, fui adotada e virei uma Koehler para sempre”

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“O dia de hoje não pode ser batido! Nossa família cresceu 4 pés. 02/10/2015”

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“Estive no orfanato por 1189 dias. Hoje sou um Diesel-Slone. 05/06/15”

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“Fiquei no orfanato por 924 dias… mas hoje fui adotado! 20/11/14”

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“Nós não te demos o presente da vida, a vida nos deu você como presente. Dyson Daniel Ellison – 24/11/15”

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“Fiquei 965 dias no orfanato, mas hoje fui adotado”

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“Fiquei no orfanato por 549 dias mas aí, em 17 de julho de 2015, fui adotada”

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“Ohana significa família. Família significa que ninguém fica para trás! Com 11 meses de idade passei a viver num orfanato. 840 dias depois, estou sendo adotado pela minha Família Para Sempre”

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“Fiquei 840 dias no orfanato, mas hoje fui adotado. 08/dez/2015”

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“Recém-adotado”



Todas as fotos © Together We Rise
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Universidade cria exercício que testa o seu grau de concentração; confira

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A professora Nilli Lavie, do Instituto de Neurociência Cognitiva da Universidade College London, no Reino Unido, desenvolveu um teste que pode indicar o seu grau de concentração. Na imagem abaixo, você vai notar que há  letras escondidas entre as letras Q. Tente achá-las: 
Se você demorou para encontrá-las, ou mesmo não conseguiu localizá-las, concentração não é o seu forte, e você pode ter, em casos mais extremos, Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).
Foi o que constatou uma pesquisa realizada pela professora Nilli Lavie, do Instituto de Neurociência Cognitiva da Universidade College London, no Reino Unido.
Assim como nos diferenciamos uns dos outros segundo características de nossa personalidade, como extroversão ou amabilidade, o estudo sugere que a distração pode ser, na verdade, um traço cognitivo.
As descobertas foram publicadas no periódico científico Psychological Science.
"Todos nós sabemos por experiência pessoal que algumas pessoas parecem mais propensas a lapsos de atenção do que outras. Ao mesmo tempo, sabemos que a falta de atenção e a distração caracterizam pessoas com um diagnóstico clínico de déficit de atenção/hiperatividade", explica Lavie.
"Isso nos levou a estudar a hipótese de que possa haver um traço de distração que todos nós temos em algum grau. O grau máximo seria, assim, o TDAH", acrescenta.
Para pesquisar se esse traço existe de verdade, Lavie contou com a ajuda de outra pesquisadora e pediu a 174 adultos que completassem uma tarefa no computador para medir a capacidade de concentração.
Os participantes tinham de encontrar duas letras O escondidas em meio a várias letras Q. Tão logo completassem a tarefa, deveriam apertar um botão.
Em 25% dos 384 testes realizados, um desenho aparecia em cima ou embaixo das letras com o intuito de desconcentrar o participante.
O desenho não tinha nenhuma função no exercício. O grau de distração foi, então, medida pelo grau com que a imagem retardava a resposta do participante.
Após os testes no computador, os integrantes do estudo completaram um questionário sobre sintomas de TDAH na infância.
Os resultados mostraram que a distração estava associada ao grau dos sintomas de TDAH que os participantes relataram ter apresentado na infância.
Conclusão:
A associação com os sintomas de TDAH sugere que a distração é um traço contínuo em diferentes níveis na sociedade.
"Concluímos que a distração é um traço que já está presente durante a infância e leva pessoas a sofrer lapsos de atenção durante toda a vida adulta", diz Lavie.
Segundo os autores, o estudo pode ajudar a entender por que alguns indivíduos parecem ser particularmente mais propensos a acidentes ou erros causados pela falta de atenção.
"A descoberta de um traço de distração é importante porque a atenção serve como um porta de entrada para todo o processamento da informação", diz Lavie.
"Ter um traço desses acentuado pode impactar a performance profissional e educacional de um indivíduo, além de sua capacidade de foco em atividades diárias, como a leitura."
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Família Real lança campanha de conscientização sobre saúde mental

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Kate Middleton e os príncipes William e Harry estão liderando uma nova campanha para acabar com o estigma em torno da saúde mental. Eles lançaram neste domingo, 24, a Heads Together que pretende chamar a atenção da sociedade para o tema.
No domingo (24), ela, seu marido William e o príncipe Harry lançaram a campanha #HeadsTogether, voltada para a eliminação do estigma que cerca os problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão, síndrome do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo e transtornos de alimentação.
A campanha é liderada pela Royal Foundation e por sete organizações de caridade que prestam apoio e oferecem tratamento para problemas de saúde mental. O objetivo é usar a hashtag #headstogether para inserir o assunto na rotina dos britânicos, ajudando, assim, a eliminar os tabus atrelados ao tema. A iniciativa será tema da Maratona de Londres de 2017. 
“Por meio de seu trabalho com crianças, jovens, abrigos para sem-teto e veteranos, o duque de Cambridge, a duquesa e o príncipe Harry perceberam que problemas de saúde mental mal resolvidos muitas vezes são as raízes de nossos mariores desafios sociais”, descreve o projeto.
Em fevereiro deste ano, Middleton, junto com os editores do HuffPost UK, lançou a campanha Young Minds Matter (mentes mais novas são importantes, em tradução livre), uma nova iniciativa global de conscientização sobre saúde mental e crianças.

“Como a maioria dos pais hoje, William e eu não hesitaríamos em procurar ajuda para os nossos filhos, se necessário. Esperamos incentivar George e Charlotte a falar sobre seus sentimentos e queremos dar-lhes as ferramentas e sensibilidade para apoiar seus amigos quando ambos crescerem. Sabemos que não há vergonha em uma criança pequena que tem dificuldades com suas emoções ou que sofre de doença mental”, escreveu a duquesa. 
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20 conselhos que você deveria dar a você mesmo. E ao seu melhor amigo!

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Dizem que se conselho  fosse bom, não se dava, vendia.  Mas ás vezes  na vida acontecem situações complicadas, e nesses momentos é muito importante não entrar em desespero, e sim encontrar forças e motivação para seguir em frente. E não existe força maior que aquela que vem de dentro da gente. Por isto separamos 20 conselhos que você deveria dar a você mesmo. Diariamente ! 


  1. Não posso controlar o que acontece. Posso apenas controlar minha reação diante de qualquer acontecimento. Minha força está na minha reação.
  2. Não pensarei tanto sobre o que poderia ter acontecido. Darei valor ao que tenho hoje.
  3. Devo aceitar o que acontece na minha vida. O importante é que eu faço todo o possível para atingir as minhas metas. 
  4. É melhor cometer erros do que fingir ser uma pessoa perfeita.
  5. Nunca serei tão bom quanto os outros pensam que eu sou depois das minhas vitórias, nem serei tão ruim quanto eu penso que sou depois dos meus fracassos.
  6. Tentarei prestar menos atenção aos obstáculos externos e mais aos meus próprios pensamentos. Pensamento positivo.
  7. Uma dificuldade só se torna um problema quando me rendo diante dela.
  8. Quanto antes eu me recupere dos meus fracassos, mais rapidamente conquistarei o que eu quero.
  9. Não irei me esconder dos meus medos. Eles não existem para me assustar. Apenas indicam que existe em minha vida algo realmente valioso pelo qual devo superá-los.
  10. Há uma grande diferença entre o esgotamento e um cansaço agradável. A vida é curta demais. Não a gastarei com coisas que não me interessam.
  11. Deixarei de me ocupar com o que não tem grande importância.
  12. Não construirei uma reputação nem uma fortuna apenas pensando em algo que eu (talvez) farei um dia. Devo agir para conquistar o que quero.
  13. O futuro pode ser diferente do presente. E sou capaz de mudá-lo agora mesmo.
  14. A felicidade chegará até mim quando eu começar a emanar felicidade.
  15. Superar é necessário, mas nunca irei superar ninguém (incluindo eu mesmo) se o motivo que me impulsiona for a vingança.
  16. Tentarei ser melhor em vez de pensar que sou.
  17. Estarei ocupado demais cuidando do meu jardim para me dar conta de que o seu está mais verde.
  18. Comerei o que gosto. Me comportarei como quiser. Falarei sobre o que me interessa. Viverei à minha maneira. Hoje.
  19. Minha parada seguinte na direção correta não deve durar muito.
  20. Devo celebrar todas as pequenas vitórias ao longo do caminho. No fim das contas, são elas que tornam nossa vida mais interessante e emocionante.
















Capabelsveta
Tradução e adaptação: Incrível.club



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AUTOMUTILAÇÃO: Quando ferir a si mesmo parece ser a única saída

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De tudo que existe no mundo, o corpo é o nosso único bem que de fato possuímos. Para alguns, o corpo é um templo sagrado, que merece todos os cuidados, desde os estéticos, até os físicos e emocionais. Entretanto, para parte da população, principalmente adolescentes e jovens adultos, o corpo também serve como uma forma de expressar problemas emocionais, por meio da automutilação ou cutting.
A automutilação é um comportamento intencional de agressão ao próprio corpo, porém sem intenção de suicídio. Além disso, tem padrão de repetição e as lesões são superficiais, na maior parte dos casos. Em geral, cortar a pele, queimar-se, bater-se, morder-se ou arranhar-se são as formas mais comuns de automutilação. Quem pratica a automutilação prefere escolher áreas do corpo de mais fácil acesso, como braços, pernas e peito.
Normalmente, a automutilação tem início na adolescência, entre os 13 e 14 anos e persiste de 10 a 15 anos. Vale lembrar que a continuidade do problema, em geral, está relacionada à presença de outros transtornos psiquiátricos. Segundo alguns estudos, a automutilação é mais prevalente em adolescentes e parece estar aumentando nos últimos anos.
Em um estudo norte-americano de 2011, constatou-se que 6% da população geral praticou pelo menos uma vez um ato de automutilação e 1% praticou por 10 anos ou mais. Outro estudo, que considerou apenas adolescentes em idade escolar, mostrou que 45% deles já havia praticado um ato de automutilação.
Na maioria dos casos, a automutilação é um dos critérios de diagnóstico para o transtorno da personalidade borderline ou ainda pode estar ligada a outros transtornos mentais. Somente um médico psiquiatra pode avaliar o paciente e dar o diagnóstico adequado e, quanto mais cedo isso for feito, melhor será o prognóstico.
As causas que levam uma pessoa a ferir-se intencionalmente são multifatoriais e estão ligadas a fatores de risco, que envolvem: características pessoais – insegurança, baixa autoestima e impulsividade, etc. – transtornos psiquiátricos (borderline, depressão, etc.), problemas na infância (negligência, abusos e estresse), dificuldades sociais (bullying e dificuldades no relacionamento), assim como o familiar, que envolve pais ausentes, divórcio e violência doméstica, entre outros.
Antes de um episódio de automutilação, é comum que a pessoa passe por momentos estressantes que acabam desencadeando sentimentos como raiva, medo, ansiedade e perda do controle, assim como culpa e sensação de rejeição. A automutilação está ligada à incapacidade de lidar com os próprios sentimentos e, ao contrário do que se pensa, a pessoa não busca dor física e nem atenção, ela apenas procura uma forma de aliviar sua tristeza e sua dor emocional.

A dica para os pais de adolescentes e jovens é prestar atenção ao comportamento dos filhos. A adolescência é uma fase de transição muito importante e cheia de conflitos emocionais, por isso o risco do problema aparecer nessa fase é maior. Cabe aos pais darem apoio e oferecer ajuda, além de encaminhar esse indivíduo para um psiquiatra e um psicólogo, que poderão propor um tratamento adequado e eficaz.



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Primeiro Museu da Empatia do mundo coloca você no lugar de outras pessoas

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Londres recebe o primeiro Museu da Empatia do mundo como parte do Thames Festival, baseado nas ideias do pensador cultural Roman Krznari.
Com exposição itinerante, os visitantes encontram um espaço onde poderão se colocar no lugar de outras pessoas e ver o mundo através dos olhos delas.
O objetivo do museu é promover uma revolução nas relações humanas através do desenvolvimento da empatia. Para os criadores do projeto, empatia é o antídoto perfeito contra preconceito, conflitos sociais e desigualdade.
Ao entrar no local, você é convidado a vestir os calçados de outra pessoa, uma alusão à expressão inglesa in your shoes que literalmente significa “nos seus sapatos”, ou seja, como é estar no lugar de outra pessoa.
Então começa uma caminhada ao mesmo tempo em que você segue escutando um áudio em um pequeno ipod suffle com a história dela.
Um jornalista do O Globo visitou o museu e fez a seguinte narração:“Quando visitei o espaço, os sapatos do meu tamanho, bem enlamaçados, pertenciam a um arqueólogo que explicou muitas curiosidades sobre o rio Tâmisa e que revelou ter decidido estudar história porque tinha sido adotado e sentia falta de ter uma história própria. Pedi para escutar outras e em um par bem acima do meu número descobri uma história incrível de um homem que sofreu um golpe e foi preso por tráfico de heroína – e depois de sair da cadeia e ser inocentado só pensava em vingança. Mas ele então fez um curso de arte e decidiu se dedicar a isso apra canalizar a sua raiva e acabou levando outros ex-presidiários a fazer o mesmo. Um deles era um tipo durão e agressivo que acabou revelando uma paixão por desenhar personagens da Disney. Em outra surpresa, um par de salto altos pertence na verdade a um homem que faz um bingo semanal como drag queen. E o mais interessante de tudo: a seleção é feita dentro de uma caixa de sapatos gigante.”
Em breve, o museu também terá uma versão digital online, que além de vídeos, também vai contar com críticas de filmes e livros que ajudam as pessoas a enxergar outras experiências e abrir a mente para a empatia.






Fonte: O Globo
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19 mandamentos da pedagoga Maria Montessori para os pais

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Dizem que apenas quatro pedagogos do século XX revolucionaram a criação dos pequenos. São o americano John Dewey, o alemão Georg Kerschensteiner, a italiana Maria Montessori e o pedagogo da então União Soviética, Antón Makarénko.

Maria Montessori escreveu pequenos mandamentos para pais de família. São orientações simples, mas se você refletir sobre elas, verá que possuem grande sabedoria em poucas palavras.Recomendamos a pais e mães que as leiam ao menos uma vez por ano (e coloque-as em prática). Desta maneira, é muito provável que sua relação com seus filhos melhore em qualidade e quantidade. Além disso, eles crescerão com uma personalidade mais desenvolvida e serão indivíduos mais próximos da vida em harmonia.

  1. Crianças aprendem com aquilo que está a seu redor.
  2. Se você critica muito uma criança, ela aprenderá a julgar.
  3. Se você elogia uma criança com frequência, ela aprenderá a valorizar.
  4. Se a criança é tratada com hostilidade, ela aprenderá a brigar.
  5. Se você for justo com a criança, ela aprenderá a ser justa.
  6. Se você frequentemente ridicularizar a criança, ela se transformará em uma pessoa tímida.
  7. Se a criança cresce sentindo-se segura, aprenderá a confiar nos outros.
  8. Se você denigre a criança com frequência, ela desenvolverá um sentimento de culpa que não é saudável.
  9. Se as ideias da criança são aceitas regularmente, ela aprenderá a se sentir bem consigo mesma.
  10. Se você for condescendente com a criança, ela aprenderá a ser paciente.
  11. Se você elogia o que a criança faz, ela conquistará autoconfiança.
  12. Se a criança vive em uma atmosfera amigável, sentindo-se necessária, aprenderá a encontrar o amor no mundo.
  13. Não fale mal de seu filho ou filha, nem quando ele ou ela estiver por perto, nem se estiver longe.
  14. Concentre-se em desenvolver o lado bom da criança, de maneira que não sobre espaço para o lado mau.
  15. Escute sempre a seu filho e o responda quando ele quiser fazer uma pergunta ou comentário.
  16. Respeite seu filho mesmo que ele tenha cometido um erro. Deixe para corrigi-lo depois.
  17. Esteja disposto a ajudar quando seu filho estiver procurando algo, mas esteja também disposto a passar despercebido se ele já encontrou o que procurava.
  18. Ajude a criança a assimilar o que ela não conseguiu. Faça isso enchendo o espaço que o rodeia com cuidado, discrição, silêncio oportuno e amor.
  19. Quando se dirigir a seu filho, faça isso da melhor maneira possível. Dê a ele o melhor que há em você.
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Ana Carolina, mãe de Isabella Nardoni, está grávida. E ela nos dá uma bela lição sobre o luto

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Há algo de errado em enterrar o próprio filho. O filme italiano O Quarto do Filho, de Nanni Moretti, venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes 2001 ao mostrar o luto comovente de um pai que perde o filho.

Era a ficção nos fazendo falar de morte. Sete anos depois, na dolorida realidade, acompanhamos, quase como voyers televisivos cheios de empatia, a experiência devastadora de uma moça chamada Ana Carolina Oliveira, na época com 24 anos.

Em março de 2008, ela perdeu a filha, Isabella Nardoni, de 5 anos. A garotinha foi assassinada pelo próprio pai, Alexandre Nardoni, e pela madrasta, Anna Carolina Jatobá. Ambos estão cumprindo pena pelo assassinato. Jatobá, condenada a 26 anos. Ele, a 31 anos.

A pequena Isabella foi jogada da janela, em um crime que chocou o país. O sofrimento de Ana Carolina, a mãe, não foi vivido com privacidade. Seus passos eram notícia. Suas atitudes, observadas atentamente, compreendidas por alguns, julgadas por outros.

Oito anos depois, Ana Carolina está grávida. Talvez ela nem saiba, mas seu recomeço nos ensina a falar de luto: sua importância, sua particularidade, sua dificuldade. O luto entra na vida e a vida merece o luto, por mais que ele pareça inconveniente a uma sociedade que nos pressiona a ser funcionais e felizes o tempo todo.

Em entrevista à Veja São Paulo, Ana Carolina, hoje com 32 anos, disse que precisou de auxílio para enfrentar a tragédia. “Chega uma hora em que a dor sufoca de tal forma que você precisa da ajuda de um profissional”, ela conta.

Ana Carolina diz que fez terapia três vezes por semana e teve apoio da família e da religião. “Até certo ponto, você aguenta sozinha. Mas tem uma hora em que a dor sufoca. Eu demorei dois meses para procurar terapia e cheguei a fazer três sessões por semana. Nos primeiros meses, o caso da minha filha aparecia todos os dias na TV”, ela relata à reportagem.

 Um dos maiores desafios da psicologia diz respeito ao enfrentamento da perda de um filho. “A morte é a mais fiel das companheiras, pois permanece ao nosso lado a vida toda e nos leva quando tem de levar”, afirmou, em uma entrevista realizada há alguns anos, o autor de novelas Manoel Carlos, que enterrou três de seus cinco filhos. “Durante o luto, a pessoa revê a sua vida e as expectativas que projetou para si e para a criança”, afirma Maria Helena Franco, coordenadora do Laboratório de Estudos e Intervenções sobre o Luto da PUC. “Mas a exposição pública desse processo pode fazer com que ele se torne mais prolongado.” Com o caso da morte da filha na mídia o tempo todo, Ana Carolina viveu exatamente isso.

Boa parte do luto de Ana Carolina foi televisionado. Em alguns momentos, entrevistas que ela dava lhe davam a sensação de ter sido usada, explica à reportagem.

Muitas pessoas vinham prestar solidariedade e a abordavam carinhosamente na rua, mas houve quem julgasse as atitudes dela, não importavam quais. “Se eu estava triste, me chamavam de coitada. Se sorria, era julgada por ter superado o luto.”

“Lutei para voltar a ser feliz, pois essa é a imagem que a minha filha tinha de mim”, diz Ana Carolina.

A gravidez está no oitavo mês e o bebê será um menino, Miguel. O marido, o administrador Vinicius Francomano, também sonha em ter um filho.

Esse é o percurso de Ana Carolina Oliveira. É particular e intransferível, conectado com o tempo e os sentimentos dela. Tão particular e intransferível como a dor de perder uma pessoa amada, assim como o momento em que cada um julga estar pronto para refazer a vida.



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50 frases para fortalecer o relacionamento com seus filhos

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Às vezes, não sabemos como demostrar apoio e confiança aos nossos filhos. Palavras de incentivo como “muito bem“ e ”confio em você" permitem que eles entendam quanto são amados, compreendidos e aceitos.


A psicóloga infantil e familiar Ekaterina Kes escreveu uma lista de frases que você deve usar para fortalecer o relacionamento com os seus pequenos. Compreenda-as e diga-as com as suas próprias palavras. E, o mais importante, nunca, nunca se esqueça de dizer “eu te amo, meu filho”.


Mostre que confia nele

  • Confio em você.
  • Acredito em você
  • Respeito a sua decisão.
  • Não é tão fácil, mas sei que vai conseguir.
  • Está fazendo direitinho.
  • Entende bem o que acontece.
  • Como conseguiu?
  • Me mostre como você faz!
  • Você pode fazer melhor do que antes. Está melhorando cada vez mais.
  • Ficou bem feito.

Reconheça esforços e sofrimentos

  • Vi que trabalhou bastante para conseguir.
  • Vi que se esforçou muito. Continue assim.
  • Se esforçou e se saiu muito bem.
  • Gosto como faz.
  • Imagino quanto tempo gastou para fazer. Isso mesmo.
  • Sei o quanto se esforçou!
  • Teve que planejar muito para que ficasse tão bom.
  • Seus esforços se recompensaram com bons resultados.

Agradecer o tempo que passaram juntos

  • O tempo que ficamos juntos é muito importante para mim.
  • Mal posso esperar para brincarmos amanhã.
  • É uma pessoa interessante.
  • Gostei de brincar com você.
  • Estou feliz de ter você por perto.
  • Me sinto muito bem ao seu lado.

Ensine-o a ter opinião

  • O que você acha?
  • Acho que se sente bem.
  • O que mais gosta?
  • O que acha disso?
  • Gostou de como ficou?
  • Acha que foi melhor do que a última vez?
  • Como se sente sobre isso?

Agradeça-o por sua ajuda

  • Obrigado por ter... (quando fez algo positivo).
  • Obrigado pelo que fez.
  • Obrigado por sua ajuda.
  • Obrigado por compreender.
  • Isso me ajuda muito, lhe agradeço.
  • Você é um bom ajudante.
  • Graças a sua ajuda, acabei antes.
  • Como me ajudou agora está tudo limpo.

Descreva o que vê

  • Como seu quarto está limpo!
  • Que cama bem feita!
  • Você escolhe cores lindas.
  • Vejo que se esforçou muito.
  • Você mesmo fez? Ficou ótimo!

Descreva o que sente

  • Gosto de fazer isso com você!
  • Estou feliz por estar em casa.
  • Somos uma equipe.
  • Gosto de te ouvir dizer isso.
  • Estou feliz por ter você.
  • Me sinto muito bem quando você me ajuda.


Fonte: ipsyholo
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14 hábitos das pessoas carismáticas

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Por que algumas pessoas cativam rapidamente os outros mesmo sem se esforçar e outras, apesar de muito esforço, não conseguem tocar o coração dos que estão ao seu redor?
Napoleon Hill, autor do bestseller «Pense e Enriqueça», descreveu 14 hábitos que normalmente gostamos de perceber nos outros (e que nós mesmos deveríamos praticar). Basicamente, estas são as características das pessoas carismáticas:

1. Têm atitude positiva que contagia os outros.
Sempre é mais fácil ser cínico e pessimista, mas, desta forma, é difícil chegar ao sucesso e formar uma boa reputação. Uma atitude positiva ajuda, também, a concretizar objetivos.
2. Falam de um jeito respeitoso e amigável.
Esse tipo de pessoa tem certeza do que fala; por isso, seu jeito de falar transmite tranquilidade.
3. Escutam com atenção.
A comunicação arrogante e sem educação é uma excelente forma de satisfazer a si mesmo, e é exatamente o que não deve ser feito se você quer estabelecer uma comunicação amigável e produtiva.
4. Mantêm a compostura em qualquer situação.
Uma reação emocional exagerada — positiva ou negativa — pode causar uma má impressão. Lembre-se: às vezes, é melhor ficar em silêncio para entender o seu ponto de vista e não soltar um monte de opiniões emotivas e sem sentido.
5. Têm paciência.
Escolher o momento adequado para falar ou agir é uma das qualidades mais importantes das pessoas carismáticas.
6. Têm a mente aberta e não são preconceituosas.
As pessoas fechadas a novas ideias e que se relacionam apenas com quem pensa igual a elas perdem a oportunidade de se desenvolver pessoal e profissionalmente.
7. Quando falam, sorriem.
Hill fala, categórico, que essa era uma qualidade de Frankin Roosevelt, ex presidente dos Estados Unidos. O seu sorriso valia ’um milhão de dólares’. O sorriso faz com que o seu interlocutor se abra para as suas ideias.
8. Sabem que nem sempre é preciso dizer o que pensam.
As pessoas carismáticas sabem que não vale a pena ofender ao colocar alguma opinião.
9. Não deixam as coisas para depois.
Deixar as coisas para depois significa ter medo de fazê-las. É um sinal de pouca eficiência.
10. Realizam pelo menos uma boa ação por dia.
Ajudam os outros sem esperar nada em troca.
11. Não reclamam do fracasso, mas aprendem com ele.
Muitas pessoas admiram quem consegue aceitar e superar o fracasso com dignidade. As pessoas de sucesso agradecem ao destino pela oportunidade de aprender e, desta forma, não cometem os mesmos erros no futuro.
12. Tratam o interlocutor como a pessoa mais importante do mundo.
As pessoas queridas usam a comunicação como uma forma de conhecer melhor o seu interlocutor. Por isso, deixam que os outros se expressem com liberdade.
13. Sabem elogiar. Sem exageros ou segundas intenções.
Este tipo de pessoa não perde a chance de elogiar os outros. Mas, quando o faz, o faz com sinceridade.
14. Têm uma outra pessoa de confiança que lhe fala sobre os seus defeitos.
As pessoas que querem viver em harmonia não fingem ser quem não são para agradar. Elas prestam muita atenção ao seu comportamento e reputação. Ter alguém para falar sobre os seus defeitos ajuda no processo de crescimento pessoal.



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Gosta de ler? 9 filmes e séries que todo amante de literatura deveria ver

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Nossa dica de filmes hoje é para quem gosta de ler, porque nada melhor do que unir o útil ao agradável !!! 


O Sol é para todos


Baseado no romance de mesmo nome, o filme mantém a mesma pegada proposta pela autora Lee Harper. O tema central é o julgamento de um negro no sul americano. Acusado injustamente, ele é defendido pelo advogado Atticus. Ambos foram importantes por tratar de um tema crucial, o racismo, no exato momento em que Martin Luther King, Malcolm X, entre outros.


A trilogia d’O Poderoso Chefão


Baseados no grande romance de Mario Puzo, acompanhamos a ascensão do poder da família Corleone e de seu grande líder, Don Vito. Do funcionamento da máfia aos choques do poder, O poderoso chefão, quer seja filme quer seja livro, é instigante e divertido.


As vantagens de Ser Invisível


Stephen Chbosky conseguiu fazer algo raro: autor do romance, ele também foi o diretor dessa adaptação de sucesso. Centrado em três adolescentes deslocados, essas obras tratam do relacionamento deles, bem como no crescimento pessoal de cada um.


A trilogia Millenium


Além da adaptação americana, temos os três filmes suecos que mantêm a agilidade e a beleza da trilogia do também sueco escrita por Stieg Larsson. Uma versão moderna do romance policial na qual temas atuais, além de velhos vícios, se encontram.


Cidade de Deus


Um dos maiores filmes brasileiros de todos os tempos, é a adaptação do romance de Paulo Lins. Nele vemos o desenvolvimento da Cidade de Deus, no Rio Janeiro, seu isolamento social e o desenvolvimento do crime organizado. Tanto filme quanto livro ganham o público por serem ágeis e tratar de um tema sério de forma prática.


O último rei da Escócia


A adaptação da adaptação. O livro que deu origem conta a história real do ditador de Uganda, Idi Amin, e de seus anos de atrocidades no poder. No entanto, como o autor, o jornalista Giles Foden afirmou várias vezes, é uma adaptação de Macbeth, de Shakespeare – mostrando que os tempos mudam, as pessoas, não.


Psicose


O clássico de Alfred Hitcock é baseado no romance Robert Bloch. São duas obras que lidam com questões psicológicas fortes, além de prender o público com sua trama envolvente – e assustadora, é claro.


The Killing (Forbrydelsen)


É a única das indicações sem ligação direta com a literatura. A série dinamarquesa, que também tem uma versão americana no próprio Netflix, é uma das melhores pedidas para os fãs do suspense e do romance policial. Cada temporada gira em torno de um crime específico. Os leitores de Georges Simenon vão logo reconhecer as influências do autor na trama ampla, na qual todos os personagens são abordados – e seus segredos desvelados.


Um sonho de liberdade


Baseado numa novela do mestre do terror, Stephen King, é uma das obras mais cativantes feitas por Hollywood. O enredo é centrado em Andy Dufresne, um banqueiro injustamente condenado, e Red, um homem preso há muitos anos. A amizade deles e o relacionamento que eles mantêm com os outros presos mostra que, apesar de tudo, há esperança para a humanidade.



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