sábado, 27 de agosto de 2016

Livros da área de saúde mental para download GRATUITO

A Rede caps – Projeto de Apoio à Rede de Atenção Integral e Assistência à Saúde Mental coloca à disposição mais de 100 livros da área para download gratuito. Os títulos podem ser pesquisados de acordo com as categorias: Drogas, Violência, Saúde Mental, Crítica e Políticas Públicas.
Este projeto trata-se de uma ferramenta de divulgação de informações sobre Saúde Mental Integral e foi desenvolvido no Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 2012.
Para fazer o download dos livros, basta CLICAR AQUI

terça-feira, 23 de agosto de 2016

9 hábitos de pessoas com alta inteligência emocional



Quando a inteligência emocional surgiu pela primeira vez para o público em geral, ela serviu como a conexão que faltava em uma descoberta peculiar: pessoas com QI mediano se desempenharam melhor do que aqueles com os maiores QI 70% das vezes. Essa anomalia deu um grande golpe no que muitas pessoas sempre presumiram ser a única fonte de sucesso - QI. Décadas de pesquisa agora apontam para a inteligência emocional como o fator crítico que distancia os melhores profissionais do resto do bando.

O quanto de impacto tem a inteligência emocional (IE) sobre seu sucesso profissional? A resposta rápida é: muito! É uma maneira poderosa de concentrar sua energia em uma direção com um resultado tremendo. De todas as pessoas que estudamos no trabalho, descobrimos que 90% dos melhores profissionais possuem alto IE. Você pode até ser um ótimo profissional sem inteligência emocional, mas as chances disso acontecer são pequenas.
Inteligência emocional é "algo" em cada um de nós que é um pouco intangível. Ela afeta a forma como administramos o comportamento, como navegamos complexidades sociais e como tomamos decisões pessoais que trazem resultados positivos. Inteligência emocional é composta de quatro habilidades centrais que se emparelham sob duas competências primárias: competência pessoal e competência social.
Competência pessoal contém suas habilidades de autoconhecimento e autogerenciamento, que focam mais em sua individualidade do que em suas interações com outras pessoas. Competência pessoal é sua habilidade de estar ciente de suas emoções e administrar seu comportamento e tendências.
Autoconhecimento é sua habilidade de compreender de forma precisa suas emoções e ter consciência delas enquanto elas agem.

Autogerenciamento é sua habilidade de utilizar a compreensão das suas emoções para se manter flexível e direcionar positivamente seu comportamento.

Competência social é composta por suas habilidades de conscientização social e de gestão de relacionamentos; competência social é sua habilidade de entender o temperamento de outras pessoas, seu comportamento e motivos, de maneira a respondê-los de forma efetiva e melhorar a qualidade de seus relacionamentos.

Conscientização social é sua habilidade de reconhecer de forma precisa as emoções em outras pessoas e compreender o que realmente está acontecendo.
Gestão de relacionamentos é sua habilidade de utilizar a compreensão de suas emoções e as emoções dos outros para administrar suas interações com sucesso.

Além da importância da inteligência emocional, sua natureza intangível faz com que seja muito difícil saber quais comportamentos você deve simular. Então eu analisei dados de mais de milhões de pessoas que a TalentSmart testou para identificar hábitos que distinguiam as pessoas com IE alto.
Elas são constantemente positivas. Fique olhando as notícias por qualquer período de tempo e você verá que é simplesmente um ciclo de guerra sem fim: ataques violentos, economias frágeis, empresas em falência e desastres ambientais. É fácil pensar que o mundo está indo ladeira abaixo rapidamente. E quem sabe? Talvez esteja. Mas as pessoas inteligentes emocionalmente não se preocupam com isso porque elas não se prendem a coisas que não conseguem controlar. Elas concentram sua energia em direcionar duas coisas que estão completamente sob seu poder - sua atenção e seu esforço. Vários estudos mostraram que otimistas são fisicamente e psicologicamente mais saudáveis que pessimistas. Eles também possuem desempenho melhor no trabalho. Lembre-se disso na próxima vez que um caminhão de pensamentos negativos prender sua mente.
Elas possuem um vocabulário emocional robusto. Todas as pessoas sentem emoções, mas é apenas uma pequena parcela que consegue identificá-las de forma precisa enquanto elas acontecem. Nossa pesquisa mostra que apenas 36% das pessoas conseguem fazer isso, o que é um problema, pois as emoções não rotuladas podem ser má interpretadas, o que leva a escolhas irracionais e ações prejudiciais. Pessoas com IE alto dominam suas emoções, porque elas as entendem, e porque elas utilizam um vocabulário extenso sobre sentimentos para fazer isso. Enquanto muitas pessoas dizem apenas que estão mal, pessoas com alta inteligência emocional conseguem apontar se estão "frustradas", "deprimidas" ou "ansiosas". Quanto mais específica for a palavra que você escolher, melhor o entendimento que você terá sobre o que exatamente está sentido, o que causou isso e o que você deveria fazer em relação a isso.
Elas são assertivas. Pessoas com alto IE possuem um equilíbrio entre boas maneiras, empatia e gentileza com a habilidade de se afirmarem e estabelecerem limites. Essa combinação tática é ideal para lidar com conflitos. Quando a maioria das pessoas são contrariadas, elas geralmente se comportam de forma passiva ou agressiva. Pessoas inteligentes emocionalmente permanecem equilibradas e assertivas ao se guiarem para fora das reações emocionais não filtradas. Isso permite que elas neutralizem pessoas difíceis e tóxicas sem criar inimigos.
Elas são curiosas sobre outras pessoas. Não importa se elas são introvertidas ou extrovertidas, pessoas inteligentes emocionalmente são curiosas sobre todos ao seu redor. Essa curiosidade é o produto da empatia, uma das passagens mais importantes para o IE alto. Quanto mais você se importa com outras pessoas e com o que elas estão passando, mais curiosidade você terá sobre elas.
Elas perdoam, mas elas não esquecem. Pessoas emocionalmente inteligentes vivem pelo dilema "Engane-me uma vez, o tolo é você; engane-me duas vezes, o tolo sou eu". Elas perdoam para evitar guardar rancor, mas elas nunca esquecem. As emoções negativas que surgem ao guardar rancor são na verdade uma resposta de estresse. Segurar esse estresse pode ter consequências devastadoras para a saúde, e pessoas emocionalmente inteligentes sabem como evitar isso a todo custo. Entretanto, oferecer perdão não significa que elas darão uma segunda chance para quem cometeu o erro. Pessoas emocionalmente inteligentes se deixam derrubar por maus-tratos, então elas rapidamente se desprendem das coisas e são assertivas para se proteger de danos futuros.
Elas não deixam ninguém limitar sua alegria. Quando seu sentimento de prazer e satisfação se deriva de comparações com os outros, você não é mais o mestre de sua felicidade. Quando pessoas emocionalmente inteligentes se sentem bem com algo que fizeram, elas não deixam que a opinião ou conquista de ninguém tire esse sentimento delas. Enquanto é impossível desligar suas reações sobre o que as outras pessoas pensam de você, você não tem que se comparar com outros, você sempre pode escutar as opiniões das pessoas com ceticismo.
Elas tornam as coisas divertidas. Pessoas emocionalmente inteligentes sabem exatamente o que as fazem felizes, e elas trabalham constantemente para trazer essa felicidade para tudo que fazem. Elas transformam trabalhos monótonos em jogos, vão além do necessário para deixar as pessoas com quem se importam felizes, e fazem pausas para aproveitar as coisas que amam não importa o quanto estejam ocupadas. Elas sabem que injetar essa diversão em suas vidas combate o estresse e constrói uma resiliência duradoura.
Elas são difíceis de serem ofendidas. Se você tiver uma compreensão concreta de quem você é, é difícil que alguém diga ou faça algo que lhe provoque. Pessoas emocionalmente inteligentes são auto-confiantes e cabeça aberta, o que cria uma pele bem grossa.
Elas anulam reflexões negativas. Um grande passo em desenvolver inteligência emocional envolve parar de ter um diálogo consigo negativo durante o caminho. Quanto mais você medita sobre pensamentos negativos, mais poder você dá a eles. A maioria de nossos pensamentos negativos são apenas isso - pensamentos, não fatos. Você pode parar as coisas negativas e pessimistas que sua voz interior diz ao escrevê-las. Quando você tirar o momento para diminuir o ritmo de pensamentos negativos, você será mais racional e terá a mente mais clara para avaliar a veracidade. Você pode apostar que suas afirmações não são verdadeiras qualquer momento que você utilize palavras como "nunca", "pior" e "sempre". Se suas afirmações ainda aparentam ser fatos quando estão no papel, leve-as para um amigo e veja se ele concorda com você. Assim a verdade com certeza aparecerá.
Juntando todas as peças.
Ao contrário de seu QI, seu IE é altamente maleável. Enquanto você treina seu cérebro pela prática repetitiva de novos comportamentos emocionalmente inteligentes, seu cérebro constrói o caminho necessário para torná-los hábitos. Logo você irá começar a reagir ao seu redor com inteligência emocional sem mesmo pensar nisso. E enquanto seu cérebro reforça o uso de novos comportamentos, as conexões que davam suporte aos comportamentos velhos e destrutivos irão morrer.

domingo, 21 de agosto de 2016

Encerrando ciclos

" Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é." Fernando Pessoa.





Observando as coisas no meio em que vivemos, é perceptível que a vida é uma constante, vivemos rotineiramente em ciclos de transformações, com mutações jamais esperadas, e que devemos ter maturidade o suficiente para aceitá-las. Porém, não é sempre assim que acontece, comumente as mudanças trazem consigo uma série de desconfortos, tanto físico, quanto psicológico , sobretudo , quando se trata de mudanças negativas. Lembrei- me então do imortal, Fernando Pessoa, e ousei em parafrasear uns de seus mais belos poemas, que nos diz o seguinte.

“É sempre necessário saber quando uma etapa se finda, quando algo acabou, e não existe mais, insistir em permanecer ali, só aumentará o sofrimento e a angústia”.

Pense bem. Se todas as vezes que algo em nossas vidas cessar e diante dessa situação, soubéssemos sobressairmos de maneira positiva, seriamos mais saudáveis e consequentemente teríamos uma vida mais resolvida. Porém, o grande enigma reside em procurarmos explicações para tudo que vemos, ou vivenciamos no cotidiano, e esquecemos que nem tudo é necessário ser explicado e que às vezes certas coisas precisam acontecer para dar lugar a outras.

Vivemos em uma geração saudosista, que sente falta, que chora, que vive somente de lembranças, sobretudo de situações dolorosas. Estamos diante de pessoas que vivem em lutos patológicos, por simplesmente não aceitar a perda, ou a dor. Não estou dizendo que não devemos sentir a dor, ou não ter contato com ela, me refiro a pessoas que escolhem permanecer em situações dolorosas, por simplesmente acharem que é normal.

É importante dizer que cada organismo reage de maneira diferente a cada situação, mas a escolha de permanecer naquilo que acarreta sofrimento é inteiramente pessoal. De acordo com a psicologia ,devemos sim, vivenciar a dor e a perda, mas com bastante atenção para que a situação não traga danos irremediáveis . As fases do luto são basicamente essas: Negação, raiva, negociação, depressão e aceitação. Passar por essas fases é extremamente normal, desde que posteriormente haja uma aceitação por parte da pessoa.

Portanto, foi despedido de um emprego? Terminou um relacionamento? Foi esquecido por um amigo? Esqueça as explicações, as interrogações, vire a página, encerre essa fase, livre-se das lembranças, arrume a bagunça, tire uma lição, sacuda a poeira, faça tudo, menos, permanecer ali. Entenda que nem tudo está no nosso controle, e que algumas coisas simplesmente precisam acontecer, e você será bem mais feliz quando passar a enxergar por essa ótica.

É necessário deixar ir, desvincular-se, desapegar-se, livrar-se das culpas, fechar os ciclos, fechar as Gestalt. Protelar uma situação em busca de uma explicação é algo arriscado e doloroso, isso porque dificilmente você encontrará respostas para suas dúvidas. E como já dizia Fernando Pessoa.

“Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos, antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: Diga a si mesmo que o que passou jamais voltará”.



© obvious:  http://obviousmag.org/amarse/2016/encerrando-os-ciclos-1.html#ixzz4HybpsWgq 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Como acompanhar a publicação de artigos científicos em sua área de pesquisa

A rotina diária de um pesquisador costuma incluir a verificação de emails e alertas da internet para acompanhar e escolher os artigos mais recentes publicados em seu campo de pesquisa. Esse fluxo de conteúdo foi por um tempo controlável, mas a medida que a publicação cresceu exponencialmente, deixar de monitorar estas ferramentas por um dia sequer faz com que todo o trabalho de acompanhamento das novidades científicas se torne um fardo. Cerca de seis mil artigos científicos são publicados a cada dia, e embora ninguém queira ser sobrecarregado com recomendações de leitura, deixar escapar os artigos importantes da área pode ser determinante para o avanço de uma pesquisa.

Então os pesquisadores se perguntam: o que fazer para não ser soterrado por uma avalanche de informações, e qual é a melhor maneira de se manter atualizado sobre as novidades da área?
A dica número 1 é utilizar os alertas do Google Acadêmico. Uma vez logado com sua conta google, basta clicar sobre o ícone na barra superior para criar um alerta. Você designa uma palavra-chave ou conjunto de palavras, indica um email que receberá as notificações e pronto. Apenas tenha cuidado na formulação da palavra-chave: não seja muito genérico ou específico demais e procure reconhecer os termos e jargões utilizados pela área, mesmo que esteja lidando com um tópico relativamente novo. Decida também se você prefere buscar por palavras em inglês, a língua global da ciência, ou somente em português, caso restrinja sua revisão bibliográfica à artigos publicados em língua portuguesa. Em geral, o Google faz o rastreio por essas palavras-chave no título e resumo dos artigos, que são continuamente indexados em sua base. Os alertas podem ser criados ou desativados a qualquer momento.
Outra função do google acadêmico é a possibilidade de acompanhar as publicações de um pesquisador, ou até mesmo todos os trabalhos secundários que citam esse autor em questão. Pra isso, você precisa pesquisador pelo nome do autor no campo de busca e verificar se ele já possui um perfil no google acadêmico.
Além do GS, vocês podem simplesmente criar alertas a partir de bases de dados multidisciplinares ou que focam em áreas específicas, como o PubMedCompendexScopusEBSCOSage, etc. Quase todas essas bases oferecem a possibilidade do usuário criar uma conta e estabelecer algum tipo de alerta, por email ou feed, busca por autor, assunto, citação ou acompanhar o lançamento das edições das revistas contidas na base. Nesse caso é importante que o usuário saiba de antemão a qual base se associar, para evitar pesquisar em um base de dados bibliográfica da área de saúde, quando sua pesquisa se trata exclusivamente de artes visuais, por exemplo.
Se a sua lista de periódicos a acompanhar for muito extensa, você pode utilizar agregadores de feeds de publicações, como o JournalTOCs ouZetoc (disponível somente para instituições associadas). Alguns cientistas preferem verificar em comunidades online ou entre os usuários de serviços de gestão de referência, como o Faculty of 1000 Prime eMendeley.
Muitos pesquisadores simplesmente seguem colegas em redes sociais para descobrir o que vale a pena ler. Nessa linha de gestão pessoal da informação o Twitter é o herói. Além da varredura natural da sua timeline, percorrendo o que os pesquisadores que você segue publicam e compartilham, existe a possibilidade de usar o Twitter como um agregador de feeds. Para isso, você pode criar uma conta nova e direcionar feeds para lá, como é o modelo do Fly Papers, um twitter bot que rastreia e publica artigos sobre o inseto drosophyla. Existe um tutorial que explica como ativar essa função.
Embora o método mais fácil e simples seja criar sistemas de alerta de artigos com base em palavras-chave, essa operação representa apenas a superfície do que é tecnologicamente possível. Novos sistemas de recomendação de literatura científica prometem não só filtrar a enxurrada de artigos, mas também aprender com os interesses dos usuários para oferecer sugestões personalizadas. Veja algumas opções:

Gerenciadores de referência com mecanismos de recomendação.

Recomenda artigos com base nas bibliotecas de usuários com interesses semelhantes.

Pede ao usuário para formar o seu sistema de recomendações, aprovando ou rejeitando sugestões.

Envia alertas sobre artigos biomédicos, usando as classificações de 5000 cientistas seniores.

Twitterbots automatizados podem rastrear palavras-chave (ver twitter.com/phy_papers para obter instruções), ou os usuários podem seguir colegas.

usuários “seguem” palavras-chave biológicas, tais como genes específicos, proteínas ou processos.

Automatiza o processo de fazer várias pesquisas no PubMed com palavras-chave e filtros, e permite que os usuários salvem os artigos relevantes.

O problema de sistemas baseados em algoritmos é que você depende da máquina aprender e adaptar corretamente as recomendações, o que requer tempo e em algumas situações pode gerar confusão, a ferramenta notificando artigos irrelevantes e perdendo os mais importantes. No final das contas, sistemas automatizados de aprendizagem e recomendação nunca vão encontrar todos os artigos que um cientista deseja, mas esse processo tende a melhorar. Técnicas para captar significado do conteúdo se tornarão mais sofisticadas e vão ter um papel importante na orientação das escolhas de leitura dos cientistas.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Selfies na academia são sinal de problema psicológico


Pessoas que usam o Facebook com frequência para fazer posts sobre dietas, rotinas de treino e conquistas na academia tendem a ser narcisistas, revelou um estudo conduzido por psicólogos da Brunel University London.

Após uma série de entrevistas com mais de 500 usuários da rede de Mark Zuckerberg, os pesquisadores constataram que o hábito de postar selfies praticando exercícios é motivado por uma grande necessidade de atenção e de validação da comunidade do Facebook.

Esse comportamento foi diagnosticado pelos estudiosos como um transtorno de personalidade.

Os psicólogos também ponderam que, apesar de atrair um grande número de “likes” e comentários de incentivo, essas reações de outros usuários não necessariamente indicam aprovação.

“Esses amigos podem estar educadamente oferecendo seu apoio, mas secretamente reprovando essa exibição egoísta”, afirma a professora Tara Marshall, uma das responsáveis pela pesquisa.

Outra constatação do estudo foi a de que pessoas com baixa autoestima atualizam mais vezes os seus status de relacionamento no Facebook e postam mais fotos com seus parceiros.

Segundo os pesquisadores, essa é a forma que pessoas inseguras encontram de fortalecer os laços e dar mais consistência a seus relacionamentos.

15 coisas que você não deve a ninguém ( a ninguém mesmo)

Muitas escolhas que fazemos na vida, desde daquilo que pensamos, até como nos conduzimos pela vida e com quem interagimos estão sujeitas a despertar perguntas e comentários daqueles que nos rodeiam. Os membros da família, amigos e até mesmo completos estranhos, muitas vezes parecem ter uma opinião sobre as coisas que fazemos, não importa quão pequenas ou insignificantes essas coisas possam parecer para nós.

Às vezes as pessoas vão tão longe a ponto de pedir-lhe para explicar-se pelas decisões ou escolhas que você faz em sua própria vida. Você pode se sentir obrigado a responder, mas algumas coisas realmente não interessam a mais ninguém e você não deve a ninguém explicações sobre essas 15 seguintes coisas, embora você acha que deva.
1. Você não deve a ninguém uma explicação sobre sua situação de vida
Se você está morando com o seu ex-namorado ou namorada, dando entrada em diferentes quartos de motéis em todo o país, ou vivendo com seus pais mesmo que já tenha passado dos vinte anos, você não tem que explicar a ninguém o modo como vive ou o porquê se não quiser. Se você está plenamente consciente de sua situação de vida, então isso significa que você tem suas próprias razões para estar nessa situação e isso não é da conta de ninguém.
2. Você não deve a ninguém uma explicação sobre suas prioridades de vida
Você tem suas próprias ideias sobre as coisas que fazem você e seus entes queridos verdadeiramente confortáveis e felizes, e essa é a sua principal prioridade. Uma vez que somos todos indivíduos únicos com diferentes valores, sonhos e aspirações, suas prioridades fundamentais serão diferentes das de outras pessoas. Você não deve a ninguém explicações sobre o que você julga serem suas prioridades. É um problema seu e de mais nenhuma outra pessoa.
3. Você não deve a ninguém um pedido de desculpas se não está arrependido
Se você não se arrepende de suas ações, acha que alguém está errado sobre alguma coisa, ou não se importa muito com o perdão da pessoa, você não tem que se desculpar. Muitas pessoas são demasiado rápidas para oferecerem desculpas e tentarem consertar as feridas que ainda não estão prontas para ser reparadas, o que só serve para agravar a ferida e trazer mais problemas. Você realmente não tem que pedir desculpas se não está arrependido ou se o seu lado da história não foi ouvido.
4. Você não deve a ninguém uma explicação por querer passar um tempo sozinho
Você pode ser definido como “grosseiro”, “antissocial” ou “indiferente” ao cancelar os planos ou outras obrigações, porque precisa de um tempo sozinho para relaxar ou simplesmente desfrutar de um bom livro. No entanto, passar um tempo sozinho é uma prática absolutamente normal, natural e necessária que mais pessoas deveriam adotar. Viva o seu tempo a sós com confiança porque você não deve a ninguém uma explicação sobre isso.
5. Você não deve concordar com as crenças pessoais de ninguém
Só porque alguém compartilha suas crenças pessoais apaixonadamente, não significa que você tem que acenar com a cabeça em sinal de aprovação para tudo o que dizem. Se você não compartilha de suas crenças, é injusto consigo mesmo e com a outra pessoa suprimir seus próprios pensamentos e sentimentos e fingir que concorda com elas. É certo e melhor discordar graciosamente, ao invés de engarrafar sua desaprovação e frustrações.
6. Você não deve um SIM a todo o momento
Você tem o direito de dizer não quando não há nenhuma razão para dizer sim. Na verdade, as pessoas mais bem sucedidas do mundo são aquelas que aprenderam a dominar a arte de dizer não a tudo o que não é prioridade. Reconheça a bondade de outras pessoas e seja grato por isso, mas não tenha medo de recusar educadamente qualquer coisa que leve o seu foco para longe de seus objetivos e prioridades fundamentais.
7. Você não deve explicações sobre sua aparência física
Você pode ser magro, gordo, alto, baixo, bonito, simples ou o que seja, mas não tem que explicar a ninguém por que tem essa aparência. Sua aparência física é problema seu e você só deve satisfação a si mesmo. Sua aparência física não deve determinar a sua autoestima.
8. Você não deve a ninguém explicações sobre suas preferências alimentares
Existem certos alimentos que você simplesmente não gosta por diferentes razões, incluindo preferência de gosto e problemas de saúde. Você não tem que explicar a ninguém porque prefere certos alimentos. Sua preferência alimentar é uma questão que deve ficar para você. Se alguém te importuna sobre por que você está comendo (ou não) determinados alimentos, encolha os ombros e diga que você se sente melhor comendo (ou não) os alimentos.
9. Você não explicação sobre sua vida sexual
Quando ela acontece com seu consentimento, você não deve a ninguém explicações sobre onde, quando e como você conduz sua vida sexual. Você pode esperar até o casamento, tentar uma só noite ou experimentar encontros com pessoas do mesmo sexo. Ainda assim não tem que explicar suas preferências sexuais a ninguém.
10. Você não deve explicação sobre sua carreira ou escolhas de vida pessoais
Às vezes, as circunstâncias nos obrigam a escolher entre o trabalho e “ter uma vida”. A decisão nem sempre é fácil e você pode acabar escolhendo trabalho, não porque não se preocupa com sua família ou vida social, mas porque está trabalhando em algo que lhe dará a segurança no futuro. De qualquer maneira, você não deve a outros uma explicação por escolher sua carreira de ao invés de sua vida pessoal, desde que você tenha certeza do que está fazendo e porque está fazendo.
11. Você não deve explicações a ninguém sobre suas opiniões políticas ou religiosas
Se você é democrata, republicano, católico, protestante ou muçulmano, essa foi uma escolha pessoal. Você não deve explicar a ninguém por que você é o é, e acredita no que acredita. Se alguém não pode aceitá-lo pelo você é, não é problema seu.
12. Você não deve se explicar por ser solteiro
Se você é solteiro porque quer ou porque não da certo com ninguém, isso é da sua conta. Ser solteiro não é um transtorno de personalidade. Você é livre para estar em um relacionamento ou não. Além disso, você é muito mais do que o seu status de relacionamento e “solteirice” é apenas um desses rótulos sociais que ninguém deve realmente se preocupar.
13. Você não deve ir a um encontro só porque foi convidado
A pessoa pode ser gentil, de boa aparência e você pode até estar um pouco interessado, mas você não deve a ela um encontro só porque ela pediu. Se você sentir que não quer ir, então não vá. Você pode dar um explicação do porque recusou, mas mantenha sua decisão.
14. Você não deve explicação sobre sua decisão sobre o casamento
Escolher se casar e ter filhos ou ficar solteira é uma decisão pessoal. Mesmo que a sua mãe esteja morrendo de vontade de ter netos, ela deve compreender que o casamento é uma decisão pessoal e não é adequado para todos. Ela deve respeitar sua decisão sobre isso, não importa quão difícil seja aceitar.
15. Você não deve explicação sobre suas escolhas de relacionamento
Às vezes, as pessoas fazem comentários inapropriados sobre o seu relacionamento, o que realmente não é da conta delas. Você pode ouvir comentários como “você não é o par perfeito” ou “você deve encontrar outra pessoa”. No entanto, você não deve respostas a ninguém além de si mesmo, por suas escolhas de relacionamento. Viva a sua vida e nunca, nunca saia ou fique em um relacionamento só porque alguém diz. Cometa seus próprios erros, mas aprenda com eles sempre.

Fonte: Life Hack

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Por que precisamos falar sobre o luto?


Mesmo inevitável, morte ainda é um grande tabu para a sociedade. Pouco se fala (e se evita falar) sobre o assunto, e as pessoas não sabem como lidar com o enlutado.
Pensando em abrir espaço para esse debate, sete amigas - duas jornalistas e cinco publicitárias - que haviam enfrentado a dor da perda de uma pessoa querida (e quem já não passou por isso?), queriam muito falar sobre o luto e imaginaram que talvez o mundo também quisesse. Assim, surgiu o projeto “Vamos falar sobre o luto?”, que começou com um site com a pergunta/convite para que as pessoas dessem depoimentos sobre suas experiências.
“Recebemos mais de 150 histórias, o que já nos mostrou como é libertador poder compartilhar esse sentimento, convidamos seus autores a participarem de grupos de criação, conversamos com especialistas e gravamos depoimentos em vídeo”, explica Cynthia de Almeida, uma das idealizadoras do projeto.
Essa experiência foi reunida em um minidocumentário com os depoimentos, lançado no dia 24 de junho, em São Paulo. Na ocasião, também houve uma mesa de conversa com a médica especialista em cuidados paliativos Ana Cláudia Arantes e as psicólogas especializadas em luto Adriana Thomaz e Gabriela.
 O próximo passo do projeto é conseguir colocar no ar uma plataforma mais completa que compartilhe experiências, opiniões de especialistas e possa ser um local de reflexão. Para que isso seja possível, elas buscam financiamento coletivo (crowdfunding).
Para saber mais sobre a iniciativa, clique aqui e assista ao vídeo Vamos falar sobre o luto